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Inquérito: Monitores de Consumo de Energia - 8Home Energy Displays | Qualtrics Survey Solutions
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Posted by Blogues Vale Do Cávado on Quarta-feira, 1 de Julho de 2015
Praxes & Baptismos
Praxes & Baptismos http://blogdbraga.blogspot.pt/
Posted by Blogues Vale Do Cávado on Quinta-feira, 7 de Maio de 2015
Mais de 500 crianças no ‘5 ao dia’

Já são mais de 500 os alunos do 4.º ano das escolas de Braga que participaram, neste ano lectivo, no programa ‘5 ao Dia’, a decorrer no Mercado Abastecedor da Região de Braga (MARB). A visita mais recente (10.ª sessão) foi de um grupo de 52 alunos das Escolas EB1 de Crespos, EB1 Eira Velha - Adaúfe e EB1 de Dume.
O programa ‘5 ao Dia’ tem por objectivo a promoção do consumo diário de cinco porções de frutas e/ou hortícolas junto das crianças em idade escolar, de modo a potenciar uma alimentação e estilos de vida saudáveis.
Depois de terem participado nas diversas actividades que constituem a matriz-base de cada sessão do programa, as crianças foram convidadas a celebrarem com os seus pais um ‘contrato’ através do qual se comprometem no consumo de frutas e hortaliças nas suas refeições diárias. Foram-lhes ainda propostas saborosas receitas à base de fruta para confeccionarem em suas casas juntamente com os pais, em iniciativas que pretendem transportar para o contexto familiar os princípios-base do ‘5 ao Dia’.
A rematar, foi-lhes explicada a recente proposta da Direcção Geral de Saúde (DGS) à população com as ‘Dez Decisões Alimentares para 2013’.
Recorde-se que o ‘5 ao Dia’ é dinamizado na região Norte pelo MARB em estreita coordenação com a Câmara Municipal de Braga. Conta ainda com a colaboração da DREN, da Administração Regional de Saúde do Norte, da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte, da Universidade do Minho e da Escola Superior Agrária de Ponte de Lima.
No próximo dia 17 de Janeiro, ocorrerá a 11.ª sessão que contará com a participação de 53 alunos das Escolas EB1 de Panoias, EB1 de Frossos e EB1 da Garapôa, Celeirós.
2013-01-13 - Correio do Minho
Esprominho: vasta oferta formativa com garantia de emprego

Com cerca de 400 formandos, a Escola Profissional do Minho (Esprominho) tem disponível uma vasta oferta formativa, entre cursos de qualificação profissional de nível IV, bem como Curso de Educação e Formação (CEF) de nível II, inúmeras acções modelares e ainda os cursos ‘happyhours’. A grande maioria dos formandos consegue, como assegurou o director da escola, Cláudio Marques, ingressar no mercado de trabalho.

Com 26 turmas nos pólos de Braga e de Viana do Castelo, a Esprominho conquistou um “ligeiro aumento do número de formandos devido à obrigatoriedade de aumentar o número de formandos por turma, mas houve um decréscimo do número de turmas face ao ano passado em função das decisões políticas que abrangeram todo o sistema de ensino”, referiu o director executivo da escola, Cláudio Marques.
A aposta este ano mantém-se, naquilo que é “o knowhow adquirido pela escola, que está a celebrar 23 anos”, assegurou o responsável, referindo-se às áreas do Comércio e da Informática, que são os cursos clássicos, bem como à continuidade da aposta nas áreas de cuidados de beleza e da Moda.
“Temos os curso de longa duração, quer certificação escolar quer certificação profissional, temos também as formações modelares e aqui projectam-se mais de 50 acções a decorrerem este ano lectivo e que vão abranger mais de mil pessoas”, adiantou.
A grande novidade este ano é a realização do curso de Técnico de Organização de Eventos no pólo de Braga da Esprominho. “De resto estamos a consolidar o que pretendemos que sejam as áreas da nossa escola”, vincou.
A grande novidade este ano é a realização do curso de Técnico de Organização de Eventos no pólo de Braga da Esprominho. “De resto estamos a consolidar o que pretendemos que sejam as áreas da nossa escola”, vincou.
Entretanto, a Esprominho vai avançar com apenas um CEF de Cuidados e Estética de Cabelo, já que ‘perdeu’ dois cursos. “Nos cursos de Cuidados e Estética de Rosto e Corpo e Práticas Técnicas-Comerciais tínhamos alunos, mas não nos aprovaram as candidaturas”, lamentou o director, assegurando que se tivessem sido aprovadas teriam “aberto essas turmas facilmente”.
As escolas profissionais vêem aprovada a sua oferta formativa mediante os resultados escolares e a inserção profissional dos formandos, tendo que comprovar a oferta de formação que querem preconizar. “Temos instrumentos de avaliação dos formandos e isso tem orientado a oferta da Esprominho”, explicou Cláudio Marques.
Durante muitos anos, a Esprominho contou com o curso de Contabilidade e “quando efectivamente os dados revelaram que havia dificuldades de inserção no mercado de trabalho foi uma oferta que se abandonou”, evidenciou o representante da escola, referindo que, por exemplo, o curso de Técnico de Turismo de Viana do Castelo só abria de três em três anos para “permitir escoamento e uma leitura do mercado de trabalho”. Este ano, foi o próprio Ministério da Educação que definiu as ofertas por escola.
Durante muitos anos, a Esprominho contou com o curso de Contabilidade e “quando efectivamente os dados revelaram que havia dificuldades de inserção no mercado de trabalho foi uma oferta que se abandonou”, evidenciou o representante da escola, referindo que, por exemplo, o curso de Técnico de Turismo de Viana do Castelo só abria de três em três anos para “permitir escoamento e uma leitura do mercado de trabalho”. Este ano, foi o próprio Ministério da Educação que definiu as ofertas por escola.
O curso de Educação e Formação de Adultos (EFA) de Design de Vestuário foi, entretanto, aprovado, mas as indicações que a escola têm é para “não arrancar já”, aguardando-se novas indicações por parte do Governo.
As formações modelares, certificada e financiada, são outras das apostas desta escola profissional. Cuidados de Beleza, Hotelaria e Restauração, Trabalho Social e Orientação e Indústria dos Têxteis, Vestuário, Calçado e Couro são as quatro áreas de aprendizagem. Estas acções de formação conferem a atribuição de um certificado de qualificação profissional.
As formações modelares, certificada e financiada, são outras das apostas desta escola profissional. Cuidados de Beleza, Hotelaria e Restauração, Trabalho Social e Orientação e Indústria dos Têxteis, Vestuário, Calçado e Couro são as quatro áreas de aprendizagem. Estas acções de formação conferem a atribuição de um certificado de qualificação profissional.
A Esprominho aposta ainda nos curso ‘happyhours’ em inúmeras áreas. “Tratam-se de cursos auto-financiados, ou seja, são os clientes que pagam a formação”, informou o responsável da escola.
Entre os vários cursos, Cláudio Marques assegurou que “há uma procura elevada ao nível dos cursos de beleza”, referindo que apenas em 15 meses a escola vai já para a 18.ª edição do curso de unhas de gel. As formações ‘happyhours’ podem ir de 18 até mais de 1600 horas, em regime pós-laboral. As formações possíveis são inúmeras, das Línguas, desde inglês, francês, neerlandês ou russo, à certificação ECDL e CISCO, passando por vários cursos ligados à estética, beleza e moda. No âmbito europeu, a Esprominho vai receber, no final deste mês, uma assistente polaca e no âmbito do programa Leonardo Da Vinci, que já é uma tradição da escola, os formandos participam em estágio internacionais. Além disso, a escola vai manter, com regularidade, intercâmbios com os jovens. Cláudio Marques evidenciou ainda o facto da marca L’Oréal ter escolhido a Esprominho como academia de formação local.
A par da formação oferecida na Esprominho, os formandos têm uma mão cheia de actividades integradoras. “O primeiro postulado da escola é o saber fazer, que orienta todo o processo curricular e o segundo postulado passa pela investigação/acção, ou seja, aprender a fazer, fazendo para depois reflectir o que foi feito e organizar o que se aprendeu”, asseverou o responsável. É daqui que surge um conjunto de actividades integradoras desenvolvidas pelos formandos. “Eles vão adquirindo o saber fazendo, sendo que o formador aqui é um agente periférico de apoio desta competência. Todas as actividades integradoras são importantes e são muitas”, vincou.
22-09-2012 - Correio do Minho
Entre os vários cursos, Cláudio Marques assegurou que “há uma procura elevada ao nível dos cursos de beleza”, referindo que apenas em 15 meses a escola vai já para a 18.ª edição do curso de unhas de gel. As formações ‘happyhours’ podem ir de 18 até mais de 1600 horas, em regime pós-laboral. As formações possíveis são inúmeras, das Línguas, desde inglês, francês, neerlandês ou russo, à certificação ECDL e CISCO, passando por vários cursos ligados à estética, beleza e moda. No âmbito europeu, a Esprominho vai receber, no final deste mês, uma assistente polaca e no âmbito do programa Leonardo Da Vinci, que já é uma tradição da escola, os formandos participam em estágio internacionais. Além disso, a escola vai manter, com regularidade, intercâmbios com os jovens. Cláudio Marques evidenciou ainda o facto da marca L’Oréal ter escolhido a Esprominho como academia de formação local.
A par da formação oferecida na Esprominho, os formandos têm uma mão cheia de actividades integradoras. “O primeiro postulado da escola é o saber fazer, que orienta todo o processo curricular e o segundo postulado passa pela investigação/acção, ou seja, aprender a fazer, fazendo para depois reflectir o que foi feito e organizar o que se aprendeu”, asseverou o responsável. É daqui que surge um conjunto de actividades integradoras desenvolvidas pelos formandos. “Eles vão adquirindo o saber fazendo, sendo que o formador aqui é um agente periférico de apoio desta competência. Todas as actividades integradoras são importantes e são muitas”, vincou.
22-09-2012 - Correio do Minho
Escola Secundária Carlos Amarante: A qualidade de sempre mesmo com mais alunos

Com o aumento do número de turmas no ensino diurno, a Escola Secundária Carlos Amarante conquistou, este ano lectivo, 1650 alunos e a tendência é para aumentar. Mas a qualidade e os bons resultados continuam a ser a ‘imagem de marca’ da escola, que também é referência no ensino nocturno. A directora, Hortense dos Santos, evidencia, por isso, a vasta oferta educativa e os quase 260 alunos que ingressaram este ano no ensino superior.
Depois da escola ter sido requalificada, a distribuição das turmas acabou por ser facilitada, possibilitando também o aumentou de alunos. E a tendência é para aumentar a ter em conta que ainda se estão a efectuar matrículas, nomeadamente no 10.º e 11.º anos. O aumento do número de alunos deve-se, também, à abertura de mais duas turmas no 3.º ciclo. “Ano passado tínhamos uma turma do 7.º ano e, este ano, temos três turmas no 7.º ano e uma no 8.º ano”, informou a directora, evidenciando as 69 turmas que foram constituídas, só no ensino diurno.

Com mais espaço e salas disponíveis foi possível colocar todas as turmas a ter aulas de manhã. “As aulas começam às 8.20 horas, libertando assim mais tempo, à tarde, para outras actividades”, frisou Hortense dos Santos, referindo que à quarta-feira à tarde não há aulas, sendo possível desenvolver-se actividades extra-curriculares e aulas de apoio.
E este apoio ao estudo é uma das grandes apostas da escola. “Os alunos têm direito e os professores estão disponíveis ao longo de todo o ano”, assegurou a responsável, vincando a importância que a escola dá a essa vertente.
Outro grupo que conta com “muito apoio” são os alunos com necessidades educativas especiais. “Somos escola de referência de alunos com baixa visão, cegos e surdos e todos têm apoio com professores de ensino especial”, garantiu a directora, sublinhando ainda a ajuda prestada aos muitos alunos com outras necessidades educativas especiais, que obtiveram “muito sucesso”.
Hortense dos Santos mostrou-se ainda “orgulhosa” dos alunos que terminaram o 12.º ano e conseguiram ingressar no ensino superior. “Dos 286 alunos da escola que se candidataram ao ensino superior, entraram, na primeira fase, 259 alunos, tendo mais de 50 por centro ingressado na Universidade do Minho e a grande maioria na primeira opção e isso é muito bom”, confidenciou.
Muitos dos alunos da Escola Secundária Carlos Amarante continuam a optar pelo curso de Medicina. No caso das Engenharias, a directora chamou a atenção para o facto dos alunos da escola estarem a seguir a tendência actual, optando menos pela Engenharia Civil e mais pelas áreas de Mecânica e Electrónica. “Estas são as nossas áreas prioritárias e os alunos também se- guem essas tendências, já que são áreas ainda com muita procura”.
A Escola Secundária Carlos Amarante mantém todas as opções do ensino regular secundário, bem como os profissionais que lhe são característicos. Nesta vertente, continua a apostar-se nos cursos que já são “história” nesta casa como são exemplo a Mecânica, a Electrónica, o Design Industrial, a Informática de Gestão e a Mecatrónica. “Este último é muito pedido e é sempre das primeiras turmas a abrir porque são áreas prioritárias”, evidenciou.
No caso do ensino recorrente, a Secundária Carlos Amarante é escola referência, mantendo turmas com opções nas áreas Científico-Humanísticas. “Temos duas turmas, mas já há mais alunos inscritos, porque ainda podem fazer inscrições até final do ano”, informou.
No caso dos cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA), a escola também aposta em áreas prioritárias. “Para além das turmas já em funcionamento vamos abrir, este ano, mais duas turmas, uma na área da Mecânica e outra de Técnico de Maquinação e Programação em CNC”, destacou a professora, salientando o facto de, entretanto, ter recebido uma informação da Direcção Regional de Educação Norte (DREN) para não avançar já com estes cursos. “Vamos aguardar nova informação, mas está tudo pronto para abrir e como são áreas com muita procura, espero que os formandos, que estão à espera há muito tempo, não acabem por desistir”.
Actividades extra-curriculares diversas
As actividades extra-curriculares continuam a ser uma componente importante para a direcção da escola. O Desporto Escolar, nomeadamente a orientação, futsal, andebol e voleibol são “modalidades com muito procura e uma referência na escola”, confirmou a professora, realçando a formação específica que é dada no caso do andebol e da orientação. Entretanto, a escola já assinou um protocolo com ABC, que permite que os alunos, inclusive de outros estabelecimentos de ensino, possam fazer formação na área nas instalações da Carlos Amarante.
Os clubes ligados às línguas também mereceram o destaque da directora, nomeadamente, o ensino do mandarim, que vai já no terceiro ano, e que só é possível com o protocolo assinado com a Universidade do Minho.
A escola demarca-se ainda na Robótica, Teatro e na preparação dos alunos para as Olimpíadas Física e Matemática. “Os alunos gostam destas áreas e é comum haver medalhas muitos vezes”, disse orgulhosa.
Hortense dos Santos quer consolidar os projectos que já existem, prometendo “abraçar” sempre novos projectos que possam surgir “desde que sejam do interesse dos alunos e do corpo docente”. Bom exemplos dessas ‘parcerias’ são a participação da escola na Braga Romana e em inúmeras iniciativas promovidas no âmbito da Capital Europeia da Juventude.
Como está “funciona muito bem”
Com cerca de 1650 alunos, só no ensino diurno, a Escola Secundária Carlos Amarante “já é um mega-agrupamento”, considerou a directora, Hortense dos Santos, que não vê vantagens neste novo modelo. Entretanto, escola vai avançar com contrato de autonomia já este ano.
“Imagino o que é juntar esta escola a outros agrupamentos, tendo em conta que têm escolas em vários locais, com quilómetros de distância. Imagino que seja complicado e não me parece que isso venha de qualquer forma a ajudar na integração e no sucesso dos alunos”, sublinhou a directora, admitindo que até vê esta agregação “como uma dificuldade e não como integração”.
Hortense dos Santos referiu que já entra em contacto “com outras escolas do ensino básico para conhecer e saber o que fazem e como estão a organizar o currículo”. Além disso, a escola já tem turmas do terceiro ciclo a funcionar e “os alunos integram-se bem e chegam de locais diferentes, quer do ensino público quer do privado”.
Perante esta realidade, Hortense dos Santos foi peremptória: “não me parece que a agregação seja necessária e penso que será muito mais difícil em termos de gestão a agregação de escolas. É muito mais rentável e útil a forma como funcionamos e funcionamos muito bem, felizmente”.
A nível pedagógico, a directora também acredita que “não se vai ganhar nada, porque vai haver um afastamento muito grande entre as pessoas”. Hortense dos Santos foi mais longe: “há um afastamento porque há práticas de funcionamento diferentes, há a própria distância física e é muito difícil juntar as pessoas e temos, por exemplo, em determinadas áreas disciplinares e agrupamentos com muitos professores, que juntando outros tantos do outro lado naturalmente não será fácil fazer esse trabalho conjunto”.
A responsável da escola secundária admitiu, no entanto, que em alguns aspectos “se possam poupar alguns recursos, mas nem sempre poupar recursos é sinónimo de melhor funcionamento e organização da escola”.
Contrato de autonomia
Com a publicação da última legislação sobre a matéria, a directora informou que a escola vai, entretanto, avançar com o contrato de autonomia ainda este ano lectivo. “É uma forma de valorizar a escola e mostrar o nosso trabalho. Temos condições, resultados, um grupo de docentes estável e avaliação. Temos todas as condições para avançar”, assegurou a representante da escola.
21-09-2012 - Correio do Minho
E este apoio ao estudo é uma das grandes apostas da escola. “Os alunos têm direito e os professores estão disponíveis ao longo de todo o ano”, assegurou a responsável, vincando a importância que a escola dá a essa vertente.
Outro grupo que conta com “muito apoio” são os alunos com necessidades educativas especiais. “Somos escola de referência de alunos com baixa visão, cegos e surdos e todos têm apoio com professores de ensino especial”, garantiu a directora, sublinhando ainda a ajuda prestada aos muitos alunos com outras necessidades educativas especiais, que obtiveram “muito sucesso”.
Hortense dos Santos mostrou-se ainda “orgulhosa” dos alunos que terminaram o 12.º ano e conseguiram ingressar no ensino superior. “Dos 286 alunos da escola que se candidataram ao ensino superior, entraram, na primeira fase, 259 alunos, tendo mais de 50 por centro ingressado na Universidade do Minho e a grande maioria na primeira opção e isso é muito bom”, confidenciou.
Muitos dos alunos da Escola Secundária Carlos Amarante continuam a optar pelo curso de Medicina. No caso das Engenharias, a directora chamou a atenção para o facto dos alunos da escola estarem a seguir a tendência actual, optando menos pela Engenharia Civil e mais pelas áreas de Mecânica e Electrónica. “Estas são as nossas áreas prioritárias e os alunos também se- guem essas tendências, já que são áreas ainda com muita procura”.
A Escola Secundária Carlos Amarante mantém todas as opções do ensino regular secundário, bem como os profissionais que lhe são característicos. Nesta vertente, continua a apostar-se nos cursos que já são “história” nesta casa como são exemplo a Mecânica, a Electrónica, o Design Industrial, a Informática de Gestão e a Mecatrónica. “Este último é muito pedido e é sempre das primeiras turmas a abrir porque são áreas prioritárias”, evidenciou.
No caso do ensino recorrente, a Secundária Carlos Amarante é escola referência, mantendo turmas com opções nas áreas Científico-Humanísticas. “Temos duas turmas, mas já há mais alunos inscritos, porque ainda podem fazer inscrições até final do ano”, informou.
No caso dos cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA), a escola também aposta em áreas prioritárias. “Para além das turmas já em funcionamento vamos abrir, este ano, mais duas turmas, uma na área da Mecânica e outra de Técnico de Maquinação e Programação em CNC”, destacou a professora, salientando o facto de, entretanto, ter recebido uma informação da Direcção Regional de Educação Norte (DREN) para não avançar já com estes cursos. “Vamos aguardar nova informação, mas está tudo pronto para abrir e como são áreas com muita procura, espero que os formandos, que estão à espera há muito tempo, não acabem por desistir”.
Actividades extra-curriculares diversas
As actividades extra-curriculares continuam a ser uma componente importante para a direcção da escola. O Desporto Escolar, nomeadamente a orientação, futsal, andebol e voleibol são “modalidades com muito procura e uma referência na escola”, confirmou a professora, realçando a formação específica que é dada no caso do andebol e da orientação. Entretanto, a escola já assinou um protocolo com ABC, que permite que os alunos, inclusive de outros estabelecimentos de ensino, possam fazer formação na área nas instalações da Carlos Amarante.
Os clubes ligados às línguas também mereceram o destaque da directora, nomeadamente, o ensino do mandarim, que vai já no terceiro ano, e que só é possível com o protocolo assinado com a Universidade do Minho.
A escola demarca-se ainda na Robótica, Teatro e na preparação dos alunos para as Olimpíadas Física e Matemática. “Os alunos gostam destas áreas e é comum haver medalhas muitos vezes”, disse orgulhosa.
Hortense dos Santos quer consolidar os projectos que já existem, prometendo “abraçar” sempre novos projectos que possam surgir “desde que sejam do interesse dos alunos e do corpo docente”. Bom exemplos dessas ‘parcerias’ são a participação da escola na Braga Romana e em inúmeras iniciativas promovidas no âmbito da Capital Europeia da Juventude.
Como está “funciona muito bem”
Com cerca de 1650 alunos, só no ensino diurno, a Escola Secundária Carlos Amarante “já é um mega-agrupamento”, considerou a directora, Hortense dos Santos, que não vê vantagens neste novo modelo. Entretanto, escola vai avançar com contrato de autonomia já este ano.
“Imagino o que é juntar esta escola a outros agrupamentos, tendo em conta que têm escolas em vários locais, com quilómetros de distância. Imagino que seja complicado e não me parece que isso venha de qualquer forma a ajudar na integração e no sucesso dos alunos”, sublinhou a directora, admitindo que até vê esta agregação “como uma dificuldade e não como integração”.
Hortense dos Santos referiu que já entra em contacto “com outras escolas do ensino básico para conhecer e saber o que fazem e como estão a organizar o currículo”. Além disso, a escola já tem turmas do terceiro ciclo a funcionar e “os alunos integram-se bem e chegam de locais diferentes, quer do ensino público quer do privado”.
Perante esta realidade, Hortense dos Santos foi peremptória: “não me parece que a agregação seja necessária e penso que será muito mais difícil em termos de gestão a agregação de escolas. É muito mais rentável e útil a forma como funcionamos e funcionamos muito bem, felizmente”.
A nível pedagógico, a directora também acredita que “não se vai ganhar nada, porque vai haver um afastamento muito grande entre as pessoas”. Hortense dos Santos foi mais longe: “há um afastamento porque há práticas de funcionamento diferentes, há a própria distância física e é muito difícil juntar as pessoas e temos, por exemplo, em determinadas áreas disciplinares e agrupamentos com muitos professores, que juntando outros tantos do outro lado naturalmente não será fácil fazer esse trabalho conjunto”.
A responsável da escola secundária admitiu, no entanto, que em alguns aspectos “se possam poupar alguns recursos, mas nem sempre poupar recursos é sinónimo de melhor funcionamento e organização da escola”.
Contrato de autonomia
Com a publicação da última legislação sobre a matéria, a directora informou que a escola vai, entretanto, avançar com o contrato de autonomia ainda este ano lectivo. “É uma forma de valorizar a escola e mostrar o nosso trabalho. Temos condições, resultados, um grupo de docentes estável e avaliação. Temos todas as condições para avançar”, assegurou a representante da escola.
21-09-2012 - Correio do Minho
Universidade do Minho acolhe 2424 novos estudantes

Os resultados da primeira fase de candidaturas, disponibilizados pela Direcção Geral do Ensino Superior (DGES), desde o passado dia 9, mostram que a há uma redução no número de candidatos e de colocados no ensino superior face ao ano passado.

Nas universidades públicas portuguesas foram preenchidas 91,5 % das vagas , que corresponde a um total de 27.226 novos estudantes, sendo que existiam 29.776 lugares disponíveis.
Se às universidades públicas juntarmos os dados dos Institutos Politécnicos públicos falamos de 40.415 colocados, o número mais baixo desde 2007, facto que se deve também ao decréscimo de candidaturas.
Para além da diminuição de vagas em cursos com maior número de alunos (que o Ministério da Educação justifica tendo em conta o número de vagas sobrantes e de candidatos em 2011) é também apontada como provável explicação destes resultados a reprovação a disciplinas do 12.º ano, uma vez que este ano lectivo os alunos tiveram que realizar todos os exames nacionais na 1.ª fase.
Assim, as médias negativas nas quatro provas mais concorridas, bem como o aumento das taxas de reprovação em sete das 25 disciplinas em exame obrigaram muitos alunos a concorrer à 2.ª fase de exames, e consequentemente prevê-se que a 2.ª e 3.ª fases de candidatura ao ensino superior possam alterar os dados actualmente apresentados. Entre hoje e 21 de Setembro estará aberta a 2.ª fase de candidatura, e a 27 do mesmo mês serão publicados os resultados.
Para além da diminuição de vagas em cursos com maior número de alunos (que o Ministério da Educação justifica tendo em conta o número de vagas sobrantes e de candidatos em 2011) é também apontada como provável explicação destes resultados a reprovação a disciplinas do 12.º ano, uma vez que este ano lectivo os alunos tiveram que realizar todos os exames nacionais na 1.ª fase.
Assim, as médias negativas nas quatro provas mais concorridas, bem como o aumento das taxas de reprovação em sete das 25 disciplinas em exame obrigaram muitos alunos a concorrer à 2.ª fase de exames, e consequentemente prevê-se que a 2.ª e 3.ª fases de candidatura ao ensino superior possam alterar os dados actualmente apresentados. Entre hoje e 21 de Setembro estará aberta a 2.ª fase de candidatura, e a 27 do mesmo mês serão publicados os resultados.
Em geral, também as médias dos cursos sofreram um decréscimo.
Universidade do Minho recebe 2734 novos alunos
Na Universidade do Minho, das 2734 vagas, menos 40 do que em 2011, 2424 foram ocupadas na 1.ª fase de acesso ao ensino superior.Medicina foi o curso com média mais elevada. O último aluno foi admitido com 18,25 valores.
Universidade do Minho recebe 2734 novos alunos
Na Universidade do Minho, das 2734 vagas, menos 40 do que em 2011, 2424 foram ocupadas na 1.ª fase de acesso ao ensino superior.Medicina foi o curso com média mais elevada. O último aluno foi admitido com 18,25 valores.
Seguiram-se os cursos de Engenharia Biomédica, com 17,26 valores, e Bioquímica, com 15,98 valores.
Direito e Ciência s da Comunicação admitiram alunos com média superior a 15,86 valores.
Com médias de acesso acima dos 15 valores encontramos ainda: Engenharia e Gestão Industrial (15,74), Direito em regime pós-laboral (15,16), Economia (15,16) e Engenharia Mecânica (15,12) .
Direito e Ciência s da Comunicação admitiram alunos com média superior a 15,86 valores.
Com médias de acesso acima dos 15 valores encontramos ainda: Engenharia e Gestão Industrial (15,74), Direito em regime pós-laboral (15,16), Economia (15,16) e Engenharia Mecânica (15,12) .
Na Universidade do Minho as médias de cursos, na generalidade, seguiram a tendência nacional, e baixaram.
Engenharia Civil ficou com 56 vagas
Tal como noutras universidades e institutos politécnicos , Engenharia Civil, uma área habitualmente muito procurada pelos estudantes, está este ano entre os cursos com maior número de vagas para as restantes fases de acesso, das 100 vagas 56 ainda se encontram disponíveis, há quem considere que a quebra na construção civil, e consequentemente a menor probabilidade de emprego possa justificar este crescente número de vagas.
Na academia minhota também Engenharia Têxtil (Pós-Laboral) conta com ainda 30 das 35 vagas disponíveis.
Engenharia Civil ficou com 56 vagas
Tal como noutras universidades e institutos politécnicos , Engenharia Civil, uma área habitualmente muito procurada pelos estudantes, está este ano entre os cursos com maior número de vagas para as restantes fases de acesso, das 100 vagas 56 ainda se encontram disponíveis, há quem considere que a quebra na construção civil, e consequentemente a menor probabilidade de emprego possa justificar este crescente número de vagas.
Na academia minhota também Engenharia Têxtil (Pós-Laboral) conta com ainda 30 das 35 vagas disponíveis.
Na generalidade este ano, na 1.ª fase, só cerca de 54% dos alunos conseguiu entrar na sua primeira opção, mostrando uma quebra em relação ao ano passado.
Este ano candidataram-se menos 15.558 alunos, e a diferença de colocados aproxima-se dos 1830.
Este ano candidataram-se menos 15.558 alunos, e a diferença de colocados aproxima-se dos 1830.
Dos 57 cursos da academia 17 ainda disponibilizam um total de 310 vagas para as 2.ª e 3.ª fases.
10-09-2012 - Correio do Minho
10-09-2012 - Correio do Minho
Autarquias devem entregar bicicletas em vez de passes escolares

Além do menor custo para as autarquias, a investigadora considera que a medida promove estilos de vida saudável, aumenta a atividade física diária, reduz os índices de poluição, fomenta desportistas em novas áreas e torna os cidadãos mais resistentes, prevenindo doenças crónico-degenerativas e os gastos públicos de saúde.
Beatriz Pereira confirma - através de vários estudos recentes no Centro de Investigação em Estudos da Criança da UMinho - que a sugestão das duas rodas não vem por acaso. “Nos países nórdicos, onde há muito frio, vê-se de manhã pais e filhos a pedalar de casa até à escola e, ao fim do dia, regressam. Até os alunos e professores universitários o fazem”, realça.
A docente nota que a distância média do aluno português até à instituição de ensino é de três a cinco quilómetros e que não é preciso criar propriamente trajetos velocipédicos ou acessos especiais: “Onde circula um automóvel pode circular uma mota ou uma bicicleta, basta haver uma cultura de respeito pelo outro”.
A caminhada para a, e da, escola era comum há poucos anos, mas hoje as crianças chegam “mesmo à porta” da instituição através do automóvel ou autocarro, impedindo a realização da atividade física nas suas rotinas diárias. Aliás, o período dedicado à Educação Física na escola é de 90 mais 45 minutos, claramente inferior aos 60 minutos diários recomendados pela Organização Mundial de Saúde. Beatriz Pereira assinala que, para evitar jovens obesos e o sedentarismo, a resposta “tem que vir de períodos informais”, como o desporto escolar e as atividades extracurriculares, sejam estas federadas ou de lazer/aprendizagem, como natação, judo e ballet.
A também diretora do mestrado em Ensino de Educação Física e do Departamento de Teoria da Educação e Educação Artística e Física (DTEEAF) da UMinho salienta ainda a necessidade de “educar para a segurança” junto dos alunos e pais, bem como dos cidadãos em geral, de forma a ser respeitada a circulação de bicicletas nas ruas e passeios, preparar os acessos em particular junto às escolas (atualmente espaços destinados a automóveis para transporte de alunos) e o respetivo parqueamento em condições seguras. “É importante realizar também uma campanha de valorização das crianças que usam as bicicletas, com um slogan como ‘Andar de bicicleta é fixe!'', remata.
04-09-2012 - Correio do Minho
04-09-2012 - Correio do Minho
Estudantes com alojamento em troco de companhia
Trata-se do programa ‘Avóspedagem’, promovido pelo Fundo Social Desportivo e Cultural dos Trabalhadores da Câmara Municipal de Braga e Empresas Municipais, instituição particular de solidariedade social que tem por objectivo principal a promoção do bem-estar e igualdades sociais, nomeadamente o apoio à infância, à juventude, à invalidez e à população adulta.
Além de combater a solidão dos seniores, o ‘Avóspedagem’ pretende também ajudar os jovens estudantes com dificuldades em alojamento durante o seu percurso académico, contribuir para um convívio intergeracional e contrariar a desertificação do centro da cidade.
A filosofia é o estudante ficar hospedado no domicílio do sénior e pagar-lhe sobretudo com companhia, além de um “simbólico” valor monetário.
Segundo o regulamento, os “senhorios” têm de ter mais de 60 anos, devem viver sozinhos ou acompanhados do cônjuge ou outro elemento familiar e ficam obrigados a respeitar o estudo dos “inquilinos”.Devem ainda dispor de “condições mínimas” para alojar o estudante, nomeadamente um quarto individual onde possa ter uma mesa de apoio ao estudo, instalações sanitárias com água quente, retrete, lavabo e duche ou banheira, uma cozinha onde o estudante possa confeccionar as suas refeições e guardar os géneros em condições de higiene e de conservação.
Os estudantes não podem ter residência na cidade de Braga e devem estar disponíveis para acções de formação facilitadoras de boas práticas e respostas adequadas à população sénior.
Para a prossecução deste programa, o Fundo Social estabeleceu parcerias com a Comissão Social Inter-Freguesias do Centro Histórico de Braga, com as Comissões Sociais da Freguesia de S. Lázaro, S. Vicente e S. Victor e com a Universidade do Minho e a Universidade Católica Portuguesa.
O Fundo Social é uma IPSS que começou por se destinar apenas aos trabalhadores municipais, mas actualmente todos podem ser sócios. Os associados beneficiam de um subsídio de nascimento de 250 euros, um subsídio de funeral de 500 euros, acesso gratuito às piscinas municipais e direito a apoio médico uma vez por semana.
18-08-2012 - Correio do Minho
Segundo o regulamento, os “senhorios” têm de ter mais de 60 anos, devem viver sozinhos ou acompanhados do cônjuge ou outro elemento familiar e ficam obrigados a respeitar o estudo dos “inquilinos”.Devem ainda dispor de “condições mínimas” para alojar o estudante, nomeadamente um quarto individual onde possa ter uma mesa de apoio ao estudo, instalações sanitárias com água quente, retrete, lavabo e duche ou banheira, uma cozinha onde o estudante possa confeccionar as suas refeições e guardar os géneros em condições de higiene e de conservação.
Os estudantes não podem ter residência na cidade de Braga e devem estar disponíveis para acções de formação facilitadoras de boas práticas e respostas adequadas à população sénior.
Para a prossecução deste programa, o Fundo Social estabeleceu parcerias com a Comissão Social Inter-Freguesias do Centro Histórico de Braga, com as Comissões Sociais da Freguesia de S. Lázaro, S. Vicente e S. Victor e com a Universidade do Minho e a Universidade Católica Portuguesa.
O Fundo Social é uma IPSS que começou por se destinar apenas aos trabalhadores municipais, mas actualmente todos podem ser sócios. Os associados beneficiam de um subsídio de nascimento de 250 euros, um subsídio de funeral de 500 euros, acesso gratuito às piscinas municipais e direito a apoio médico uma vez por semana.
18-08-2012 - Correio do Minho
UMinho com asas para voar nas ciências aeronáuticas
António Mendonça adiantou que “já começaram a aparecer” os primeiros candidatos ao primeiro curso da UMASA, cuja parte teórica será ministrada na UMinho e os treinos no aeródromo de Palmeira, cedido para o efeito pela Câmara de Braga. Ainda segundo o presidente do IFA, este primeiro curso de pilotos de linha aérea, com duração de 18 meses, deverá funcionar com um mínimo de oito a doze candidatos.
O reitor António adiantou que a UMASA, vocacionada para formação credenciada de pilotos, é uma parceria que permitirá, no futuro, a UMinho avançar para cursos de grau académico na área das ciências aeronáuticas. Para além disso, a UMASA permite “atacar mercados internacionais” numa altura em que a UMinho tem urgência em encontrar “fontes alternativas de financiamento”.
O vice-reitor José Mendes esclareceu que “o objectivo deste projecto é formar pilotos de linha áerea, mas em contexto académico”, destacando que “não há nenhum curso destes em Portugal a decorrer numa universidade. Esta é a nossa inovação”.
Salientou, no entanto, que “não se trata de uma licenciatura”.
O curso é composto por uma vertente teórica com 750 horas, e uma prática, de 195 horas, com custos de cerca 50 mil euros para os alunos.
O ‘roadmap’ da UMASA prevê, nos próximos anos, o lançamento de cursos de licenciatura e mestrado nas áreas da engenharia aeronáutica, manutenção de aeronaves e pilotagem.
Rentabilizar aeródromo e Palmeira
O vice-presidente da Câmara de Braga, Vítor Sousa, que assinou o protocolo em nome do município, destacou que o acordo vai possibilitar investimentos no aeródromo municipal de Palmeira: “Um curso de pilotos desta natureza implica exigências na requalificação do aeródromo”
De acordo com o autarca, a criação da academia aeronáutica e a aposta na captação de formandos estrangeiros, é uma “oportunidade” para a cidade e para a UMinho no actual contexto de crise económica.
Vítor Sousa assegurou que “este protocolo vai ser uma marca distintiva para a cidade e para a UMinho”.
Para ingressar neste próximo curso de pilotos de linha aérea é necessário ter o 12.º ano de escolaridade concluído, bem como conhecimentos de Matemática e Física, assim como de Inglês, uma vez que as aulas serão dadas nesta língua.
26-07-2012 - Correio do Minho
Crianças de Fradelos gozam uma semana de férias na Apúlia
“Sabemos que esta é uma oportunidade quase única para muitas destas crianças desfrutarem de alguns dias -no caso uma semana - de férias na praia, aproveitando-se, ao mesmo tempo, toda uma vasta gama de actividades de caráter recreativo, lúdico e cultural, numa programação que é previamente organizada”, revelou a propósito o presidente da Junta de Fradelos, João Carlos Martins.
Durante uma semana serão cerca de quatro dezenas as crianças daqueles estabelecimentos de ensino que diariamente partirão de Fradelos, passando todo o dia na praia, sendo-lhes servido o almoço e um lanche e regressando a suas casas ao fim da tarde.
“É importante salientar que nenhuma destas crianças que participa nestas actividades tem qualquer verba a desembolsar, uma vez que, tal como vem sendo norma de anos anteriores, a Junta de Freguesia atempadamente programou esta iniciativa e, ap esar dos tempos difíceis que assolam toda a sociedade, não poderíamos deixar de levar por diante uma actividade que, repete-se, é muito importante para todas estas crianças”, acrescentou João Carlos Martins.
Como é óbvio, as crianças serão sempre acompanhadas por monitores e auxiliares, “de modo a garantir uma completa segurança a todos os níveis e para que os objectivos específicos desta iniciativa sejam plenamente cumpridos”, assegurou o autarca de Fradelos.
Esta é mais uma das actividades que o executivo da Junta de Fradelos se propôs desenvolver ao longo do ano e segue-se a um dos pontos mais altos das acções promovidas pela autarquia liderada por João Carlos Martins, concretamente a Semana Cultural, que serviu também para assinalar mais um aniversário da restauração da freguesia.
Nessa Semana Cultural, e entre outras iniciativas, o teatro esteve em destaque, com a representação de duas peças. Além de muito desporto, envolvendo crianças, jovens e adultos da freguesia, outro destaque esteve numa caminhada de cerca de dez quilómetros pela freguesia.
10-07-2012 - Correio do Minho
EB 2,3 de Real vence concurso nacional NEPSO
A entrega dos prémios NEPSO decorreu no passado dia 28 de Junho, na EB 2,3 de Telheiras em Lisboa.
Os vencedores do projecto, além de um prémio monetário de 2.000 euros, receberam duas viagens ao Brasil, para o professor responsável (professor Paulo Costa) e um aluno, para que no dia 25 de Agosto possam divulgar o estudo e conhecerem os trabalhos realizados noutros países. Maria Cunha foi a aluna escolhida para representar os seus colegas de turma nessa viagem.
O professor Paulo Costa e os alunos Maria Cunha e Gonçalo Veloso estiveram na rádio Antena Minho para falar deste projecto. Durante a entrevista, Paulo Costa garantiu que “são os alunos que escolhem o tema e as questões que querem investigar”. ‘A crise socioeconómica na perspe ctiva dos adolescentes’ foi o tema estudado.
Maria Cunha e Gonçalo Veloso frisaram que o estudo “centra-se na opinião das crianças e jovens em relação à actual crise que o país atravessa”. O trabalho foi feito por toda a turma que elaborou um questionário e tratou de analisar os resultados.
De acordo com os mesmos, os inquéritos foram aplicados a jovens alunos do 3.º ao 9.º ano. Os dois alunos deram a conhecer alguns aspectos do estudo, como por exemplo, que “a maioria dos inquiridos acredita que a crise vai durar entre um a três anos”.
O professor lembrou ainda que “o desenvolvimento deste projecto exigiu uma colaboração entre a escola, os encarregados de educação e as crianças. Portanto,“este é um trabalho partilhado. Eu tenho a minha parte enquanto adulto investigador e eles têm a parte deles enquanto crianças/jovens investigadores”. “A verdade é que eles fizeram uma trajectória que não há em muitos mestrados, e adquiriram um conjunto de competências que lhes vão ser muito úteis no futuro”.
“É um orgulho sentir como ficam satisfeitos com o reconhecimento do seu esforço”, concluiu.
03-07-2012 - Correio do Minho
‘Braga Florida’ atrai novas gerações
A vereadora acrescentou ontem o facto de a selecção dos premiados ser cada vez mais exigente, o que motivou a não atribuição nesta edição do terceiro prémio da ‘Janela mais Florida’.
Em sessão realizada no salão nobre da Câmara’, a que se associou o presidente, Mesquita Machado, foram entregues os prémios desta décima segunda edição.
As varandas e as janelas mais floridas
No que toca à ‘Varanda Mais Florida’, o primeiro prémio foi para Maria do Céu Pinto (Rua D. Afonso Henriques, 124-3.º dr), enquanto que o segundo foi entregue a António Matos (Rua da Carreira, 12, de Lamaçães), e o terceiro a Sofia Basto (Praça Mouzinho de Albuquerque, 25).
Já a ‘Janela Mais Florida’ teve como vencedora Sameiro Pereira de Oliveira (Rua Rafael Bordalo Pinheiro, 10), sendo o segundo prémio entregue a João Mendes (Rua de Penouços, 36).
As varandas e as janelas mais floridas
No que toca à ‘Varanda Mais Florida’, o primeiro prémio foi para Maria do Céu Pinto (Rua D. Afonso Henriques, 124-3.º dr), enquanto que o segundo foi entregue a António Matos (Rua da Carreira, 12, de Lamaçães), e o terceiro a Sofia Basto (Praça Mouzinho de Albuquerque, 25).
Já a ‘Janela Mais Florida’ teve como vencedora Sameiro Pereira de Oliveira (Rua Rafael Bordalo Pinheiro, 10), sendo o segundo prémio entregue a João Mendes (Rua de Penouços, 36).
Instituto Novais e Sousa tem a melhor horta
Na vertente escolar deste concurso, sob a designação ‘Escola Mais Verde’, na modalidade de ‘Horta’, venceu o Instituto D. João Novais e Sousa, no escalão do 1º Ciclo, sendo os prémios do 2º e 3º Ciclos repartidos pelas escolas EB 2,3 de Nogueira, Celeirós e Gualtar, respectivamente.
Na modalidade de ‘Jardim’, no escalão do 1º Ciclo foram premiadas as escolas EB 1/JI Bracara Augusta, de Palmeira, a EB 1 de Oliveira São Pedro e o Centro Escolar de Maximinos, respectivamente. No escalão do 2º e 3º ciclos, foi premiada a EB 2,3 de Celeirós.
Apelo ao sentido estético dos bracarenses
O concurso ‘Braga Florida’ “apela ao sentido estético dos cidadãos e ao espírito comunitário, para que, com o esforço conjunto dos munícipes e da autarquia, Braga seja realmente mais florida'.
Na modalidade de ‘Jardim’, no escalão do 1º Ciclo foram premiadas as escolas EB 1/JI Bracara Augusta, de Palmeira, a EB 1 de Oliveira São Pedro e o Centro Escolar de Maximinos, respectivamente. No escalão do 2º e 3º ciclos, foi premiada a EB 2,3 de Celeirós.
Apelo ao sentido estético dos bracarenses
O concurso ‘Braga Florida’ “apela ao sentido estético dos cidadãos e ao espírito comunitário, para que, com o esforço conjunto dos munícipes e da autarquia, Braga seja realmente mais florida'.
São destinatários desta iniciativa todos os residentes nas freguesias de São João do Souto, Sé, Cividade, S.Vítor, S.Vicente, Maximinos, S. José de São Lázaro, Lamaçães, Nogueira, Nogueiró, Tenões, Fraião, Real, Gualtar, Ferreiros, Lomar e Dume.
Na apreciação que faz dos arranjos florais dos espaços, o júri do concurso ‘Braga Florida’ tem em conta a qualidade das espécies florais utilizadas, a riqueza e a harmonia das suas cores, a densidade da floração, bem como o enquadramento na arquitectura do edifício em causa.
19-06-2012 - Correio do Minho
Na apreciação que faz dos arranjos florais dos espaços, o júri do concurso ‘Braga Florida’ tem em conta a qualidade das espécies florais utilizadas, a riqueza e a harmonia das suas cores, a densidade da floração, bem como o enquadramento na arquitectura do edifício em causa.
19-06-2012 - Correio do Minho
EB2,3 do Cávado venceu concurso EDP
Quarenta e seis alunos do 7.º e do 9.º anos e os professores responsáveis foram passar o dia nas instalações da EDP no Porto onde, entre outras actividades, apresentaram os seus projectos . Na sessão solene, na presença de cerca de três centenas de pessoas, alunos e professores de outras escolas e dos padrinhos dos projectos, receberam os prémios, foram entrevistados e elogiados pelo desempenho.
A escola foi uma das 121 escolas da zona norte que respondeu ao desafio da EDP e desenvolveu um projecto, no âmbito dos objectivos do milénio, com implementação em três áreas de intervenção: -Pobreza/Fome, com um professor e 13 alunos do 9.º ano, os chamados ‘Solidários do Cávado’, que desenvolveram actividades no âmbito da solidariedade activa; População senior, com dois professores e 16 alunos do 9.º ano os chamados ‘Tibaenses’, que desenvolveram actividades, em parceria com o Centro Social e Paroquial de Mire de Tibães, centradas no intercâmbio com a população senior dessa instituição.
A escola foi uma das 121 escolas da zona norte que respondeu ao desafio da EDP e desenvolveu um projecto, no âmbito dos objectivos do milénio, com implementação em três áreas de intervenção: -Pobreza/Fome, com um professor e 13 alunos do 9.º ano, os chamados ‘Solidários do Cávado’, que desenvolveram actividades no âmbito da solidariedade activa; População senior, com dois professores e 16 alunos do 9.º ano os chamados ‘Tibaenses’, que desenvolveram actividades, em parceria com o Centro Social e Paroquial de Mire de Tibães, centradas no intercâmbio com a população senior dessa instituição.
A última área de intervenção - Sustentabilidade ambiental, contou com três professores e 27 alunos, os chamados ‘Os energéticos do Cávado’, que constituíram dois grupos, um do 7.º ano, os ‘Energéticos do Cávado Sensibilizados’, que fizeram acções de sensibilização junto das famílias no âmbito da eficiência energética nas suas casas, e outro do 9.º ano, os ‘Energéticos do Cávado Iluminados’, que se preocuparam com a eficiência energética na escola.
Com este projecto a escola ofereceu aos seus alunos mais uma vivência para a sua formação integral, apoiando-os na dinamização de actividades solidárias e no comprometimento com a comunidade envolvente, de tal forma que mereceu a distinção da EDP e foi distinguida com o primeiro prémio do concurso de 2012.
17-06-2012 - Correio do Minho
Mostrar o que de melhor se faz
Por entre as tendas não faltam os comerciantes de mil e uma artes a mostrar talento. Mas as escolas e as associações do concelho também aproveitam para mostrar “com orgulho” o que fazem e dizer “presente” neste evento que já é de todos.
Ontem à tarde, o ‘Correio do Minho’ visitou algumas das tendas das muitas escolas presentes.
A EB2,3 de Nogueira marca presença, pela primeira vez, com a tenda, mas participa, desde a primeira edição da Braga Romana, no desfile de abertura. “A envolvência dos pais, especialmente na confecção das roupas, é de louvar e até as avós que ainda cozem pão à moda antiga colaboram para a Braga Romana”, destacou a sub-directora do agrupamento, Sandra Vieira.
Cerca de 80 alunos, professores e funcionários estão envolvidos e abraçaram este projecto, notando-se que a adesão tem crescido de ano para ano.
Marmelada caseira com nozes, compota, bolachas de gengibre, doces caseiros, ervas aromáticas, coroas de flores, sacos pintados à mão podem ser adquiridos na tenda da escola. “Foi tudo confeccionado na Ofici na de Artes e as plantas são provenientes da nossa horta, que conta com a colaboração de professores e a associação de pais”, acrescentou aquela responsável.
Joana Antunes e Carla Peixoto, alunas do 11.º ano do curso profissional de Animação
Socio-Cultural, tomavam conta da tenda da Escola Secundária Sá de Miranda. Ali pode-se encontrar inúmeros artigos feitos à mão, desde pulseras, marcadores de livros a sacos em tecido de felpo. Também não faltam os vasos com plantas como carvalho, menta ou hortelã verde.
Na tenda da Escola Alberto Sampaio, que já participou ano passado, não faltava a marmelada caseira, o azeite, o licor, os biscoitos, as compotas e as la- ranjas. “Foi tudo feito na escola por alunos e professores”, contou a professora e bibliotecária, Helena Duque, evidenciando ainda a iniciativa de ginástica, promovida pela escola, no palco existente no Campo da Vinha.
A participação, da responsabilidade do Departamento de Ciências Sociais e Humanas da escola, enche de “orgulho” toda a comunidade escolar, tal como confidenciaram Pedro, aluno do 12.º ano, Tânia e João, do 10.º ano, fazendo referência ainda à decoração da tenda.

Um regresso ao passado para uma feira romana que tornou ainda mais peculiar e fascinante o centro histórico da cidade, levando os visitantes por ruelas e calçadas onde até as fachadas das casas e das lojas ‘vestidas’ a rigor com panos coloridos fazem esquecer a correria do dia a dia em pleno século XXI.
25-05-2012 - Correio do Minho
Escolas contra proposta de agregação ... sugerem “contratos de parceria”
Os responsáveis sugeriram “soluções criativas”, mas essas iniciativas “dependem da capacidade de abertura do ministério nesta área e na obrigatoriedade de prescindir do conceito de agregação para se passar a concretizar o conceito de parceria”.
Os responsáveis das escolas do concelho, após reunião, no passado dia 15, com o director regional de Educação do Norte, decidiram tomar uma posição contra a proposta de trabalho apresentada (ver caixa ao lado). De destacar que não agregarão os Agrupamentos de Escolas Dr. Francisco Sanches e André Soares. O primeiro por ser uma escola TEIP (Território Educativo de Intervenção Prioritária) e o segundo por ter parceria com o Estabelecimento Prisional de Braga. Também o Agrupamento de Escolas Braga Oeste, com sede em Cabreiros, não está na lista, por enquanto, por se tratar de um agrupamento intermunicipal, ficando “para mais tarde” a sua definição.
No documento, ao qual o ‘Correio do Minho’ teve acesso, os responsáveis das escolas do concelho comprometem-se “a estabelecer contratos de parceria no quadro dos territórios educativos definidos pela DREN e a estabelecer contratos de parceria, sempre que tal se justifique, a nível concelhio, independentemente dos territórios definidos”.
No mesmo documento, é referido que os contratos de parceria poderão integrar as seguintes valências: “articulação curricular ao longo de toda a escolaridade obrigatória, implementação de projectos que promovam o desenvolvimento do sucesso educativo e a redução do abandono escolar, o desenvolvimento de projectos de formação e de desenvolvimento profissional, a gestão de recursos humanos e materiais e o acompanhamento, monitorização e avaliação das parcerias estabelecidas”.
Esta proposta, exigem os presidentes dos conselhos gerais e directores de escolas e agrupamentos de escolas, “só poderá se r viabilizada se for assegurada pela Administração Central a garantia de não agregação, nos próximos anos, das escolas e agrupamentos de escolas já constituídos no concelho”.
Numa iniciativa inédita, as escolas e os agrupamentos de escolas do concelho de Braga, em articulação com a Câmara Municipal de Braga, apresentaram também uma tomada de posição com seis fundamentos, justificando o abandono da proposta.
Seis fundamentos apresentados em tomada de posição conjunta
O número elevado de alunos começa logo por ser um obstáculo. “Quanto maior for a dimensão da organização educativa, mais difícil será a articulação entre os diferentes níveis de ensino e a elaboração de projectos educativos”, alertam no documento, a que o ‘Correio do Minho’ também teve acesso. No mesmo documento adianta-se que esta proposta “implica o abandono da gestão de proximidade e a adopção do princípio da centralização na gestão dos recursos humanos, pedagógicos e materiais”, o que poderá “acarretar uma degradação das condições de trabalho”.
Neste momento, acrescenta o documento, “a ênfase na constituição de agrupamento tendo como base uma estratégia meramente territorial, remete para segundo plano a dimensão pedagógica”. Perante a conjuntura actual, “as escolas funcionam como um dos primeiros pontos de apoio às famílias”, logo, “a transformação das escolas em ‘superestruturas’ afasta-as desta função essencial de suporte”.
Nos fundamentos apresentados ‘contra’ a proposta, os responsáveis pelas escolas do concelho alertam ainda que “a agregação apenas se traduzirá numa massificação despersonalizada, não persuasiva, nem proficiente do percurso educativo”.
Por último, o mesmo documento chama a atenção ainda para a proximidade do final do ano lectivo e das inúmeras solicitações inerentes a este momento, o que implicará “um trabalho moroso e complexo”.
A vereadora da Educação da Câmara Municipal de Braga, Palmira Maciel, contactada pelo ‘Correio do Minho’, disse não ter nada a acrescentar, tendo em conta que o assunto vai ser discutido hoje no Conselho Municipal de Educação.
22-05-2012 - Correio do Minho
Secundária D. Maria II desenvolve projecto
Em concreto, os alunos e as entidades parceiras, estão a trabalhar num protótipo industrial que será eventualmente fabricado pela Empresa GRAF especialista nesta área de aproveitamento de águas.
Este projeto nasceu no âmbito do concurso da Fundação Ilídio Pinho que decorreu durante este ano letivo.
O tema deste ano pretendia o desenvolvimento de “projetos que valorizassem os recursos naturais e os recursos locais para a solução de problemas concretos”.
Talvez por se tratar de um projeto concretizável os alunos envolvidos demosntraram grande empenho no sentido de inovar e, ao mesmo tempo, sensibilizar a comunidade escolar e a comunidade em geral para os problemas da falta e do aproveitamento sustentável da água.
“São muito importantes estes projetos multidisciplinares nas escolas envolvendo alunos em várias disciplinas em diferentes graus de ensino. Este projeto despertou muito a curiosidade dos intervenientes e teve bastante impacto, na comunidade escolar, sobretudo pelo facto de estarmos num ano em que tivemos seca extrema em todo país” afirmou João Vieira
Em concreto o projeto, que será submetido a concurso até ao dia 29 de Maio, projetou, estudou e prototipou um sistema modular de “muros” para habitações que no seu interior terão depósitos para recolha de água pluvial através dos tubos de queda. Esta água será aproveitada para sistemas de rega, limpeza e enchimento de piscinas e funcionará sem recurso a energia usando apenas a gravidade para o funcionamento.
Uma das vertentes também inovadoras é o facto de se evitarem as tradicionais escavações nas habitações e de ser possível instalar o sistema mesmo depois da habitação construída. O sistema também pode ser usado em outros contextos.
Outro dos dados interessantes revelados no estudo efetuado, pelos alunos, esteve relacionado com as poupanças de 30% a 50% nos custos anuais com água (dependendo da tipologia de habitação) e no facto de que a rega com a água sem tratamento ser muito mais saudável para as plantas e para os produtos hortícolas que semeamos em casa.
19-05-2012 - Correio do Minho
19-05-2012 - Correio do Minho
ESCA: II caminhada pelo troço inicial da Via XVII
Iniciada na época do imperador Augusto, percorrendo todo o Conventus Bracarensis, admite-se que a Via XVII partia do antigo Forum de Bracara Augusta (área envolvente do atual Largo Paulo Osório), prosseguindo pelas atuais ruas do Alcaide, e do Anjo. Depois de atravessar o Largo Carlos Amarante, seguia pela Rua de S. Marcos em direção à Avenida da Liberdade, onde, junto da atual galeria comercial ‘Liberdade Street Fashion’, instalada no antigo edifício dos Correios, foram encontrados vestígios de um troço.
Já na Quinta das Goladas, apareceu o marco miliário da milha I dedicada ao Imperador Tibério, confirmando indicações de que a via XVII percorria as atuais Cangosta da Palha, Avenida Central, Rua de S. Vitor, R ua Padre Manuel Alaio e Largo do Orfeão. A partir daqui, a Via XVII, acompanhava a margem direita do rio Este, pela antiga entrada paralela à EN 103, rumo à serra do Carvalho, possibilitando a quem a percorre o contato com uma paisagem marcada por manchas florestais, campos de cultivo e casas rústicas. Dirigindo-se para Aquae Flavie (Chaves), direcionava-se para o Parque de Montesinho onde entrava na província de Zamora, avançando posteriormente para Asturica Agusta (Astorga).
Trata-se de uma iniciativa dos Grupos disciplinares de História e de Educação Física, aberta a toda a comunidade educativa até um máximo de 110 participantes, decorrendo as inscrições até ao próximo dia 4 de Maio.
A concentração dos participantes decorrerá entre as 8:30 e as 9.00 horas, na ESCA, deslocando-se em seguida os participantes de autocarro para S. Pedro d’Este onde, pelas 9:30 horas, será iniciada a caminhada. O regresso far-se-á cerca das 12.30 horas de autocarro.
03-05-2012 - Correio do Minho
Agrupamento de Escolas de Maximinos promove Ciclo de Cinema
O Ciclo de Cinema decorre desde o dia 20 e prolongando-se por 04 e 11 de maio, pelas 15.15, na sala 1.7 da Secundária de Maximinos (ESMAX) sendo que a abordagem multidisciplinar pela Estética, Ciências Sociais, do sentido da existência, e da tecnociência está a cargo do Dr. Artur Manso da Univ. Minho, Dr. João Lemos da Fac. Letras do Porto e Dr. Artur Galvão da UCP- Fac. Fil. de Braga.
Esta atividade surge na sequência das reuniões de seminário de estágio e de acordo com o programa de Filosofia das unidades de lecionação e investigação das áreas da Estética, do sentido da exist ência, da tecnociência e das Ciências Sociais; e procura, entre outros objetivos, promover a divulgação do conhecimento e da investigação (re) produzida na e pela sétima arte nestes domínios e contribuir para o aprofundamento do diálogo entre pares na e da comunidade educativa.
Lembramos que o Ciclo reparte-se por quatro sessões temáticas, constituídas pela intervenção de um orador convidado e dos participantes. Espera-se que os filmes escolhidos para as próximas sessões, Mulholland drive e Gattaca sejam, à semelhança das anteriores sessões, objeto de uma abordagem multidisciplinar, promotor do conhecimento e da investigação naqueles domínios e catalisador do aprofundamento do diálogo entre pares. A entrada é livre.”
28-04-2012 - Correio do Minho
Lembramos que o Ciclo reparte-se por quatro sessões temáticas, constituídas pela intervenção de um orador convidado e dos participantes. Espera-se que os filmes escolhidos para as próximas sessões, Mulholland drive e Gattaca sejam, à semelhança das anteriores sessões, objeto de uma abordagem multidisciplinar, promotor do conhecimento e da investigação naqueles domínios e catalisador do aprofundamento do diálogo entre pares. A entrada é livre.”
28-04-2012 - Correio do Minho
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