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Adaúfe une-se a favor do centro social da paróquia

Sem apoios do Estado para a construção das novas instalações do Centro Social da Paróquia, a população de Adaúfe uniu-se este fim-de-semana em mais uma iniciativa de angariação de fundos para uma obra que irá garantir melhores condições para o centro de dia e serviço de apoio domiciliário.
Na Quinta da Devesa, lugar da Ribeira, confeccionaram-se ontem papas de sarrabulho, rojões, e outros petiscos cuja venda permitiu amealhar mais uma parcela dos 515 490 euros que custa a a primeira fase do novo Centro Social da Paróquia de Adaúfe.
Marialva Santos coordenou a equipa de voluntários que montou o segundo almoço convívio de angariação e fundos.
Na hora em que o primeiro panelão de papas de sarrabulho começou a ser repartido pelas cerca de 400 pessoas que se inscreveram previamente, Marialva reconheceu que “a freguesia de Adaúfe está mais unida” com esta causa social.
“Temos de ir em frente. Se o Estado não dá dinheiro, temos de lutar por ele”, disse-nos convicta de que o objectivo de angariar a verba necessária para pagar a obra do Centro Social será atingido.
Um terceiro almoço solidário está já agendado para 14 de Abril, na Quinta da Cerca, Lugar do Outeiro. “A população está a aderir muito bem porque a causa é nobre”, adianta Marialva Santos, um dos doze elementos que compõem a comissão de angariação de fundos para o Centro Social da Paróquia de Adaúfe.
Cartão de benfeitor
Os contributos da população de Adaúfe para esta obra social surgem também através do ‘cartão de benfeitor’, subscritos por quase todos os residentes na freguesia, comprometidos com uma contribuição mensal.
O novo edifício do Centro Social da Paróquia de Adaúfe vai permitir aumentar a capacidade do centro de dia de 10 para 30 lugares e do serviço de apoio domiciliário de 20 para 30 utentes.
Para uma segunda fase fica a um lar de terceira idade e uma creche no edifício que agora começa a ser erguido.
2013-02-11 - Correio do Minho
Estudantes com alojamento em troco de companhia
Trata-se do programa ‘Avóspedagem’, promovido pelo Fundo Social Desportivo e Cultural dos Trabalhadores da Câmara Municipal de Braga e Empresas Municipais, instituição particular de solidariedade social que tem por objectivo principal a promoção do bem-estar e igualdades sociais, nomeadamente o apoio à infância, à juventude, à invalidez e à população adulta.
Além de combater a solidão dos seniores, o ‘Avóspedagem’ pretende também ajudar os jovens estudantes com dificuldades em alojamento durante o seu percurso académico, contribuir para um convívio intergeracional e contrariar a desertificação do centro da cidade.
A filosofia é o estudante ficar hospedado no domicílio do sénior e pagar-lhe sobretudo com companhia, além de um “simbólico” valor monetário.
Segundo o regulamento, os “senhorios” têm de ter mais de 60 anos, devem viver sozinhos ou acompanhados do cônjuge ou outro elemento familiar e ficam obrigados a respeitar o estudo dos “inquilinos”.Devem ainda dispor de “condições mínimas” para alojar o estudante, nomeadamente um quarto individual onde possa ter uma mesa de apoio ao estudo, instalações sanitárias com água quente, retrete, lavabo e duche ou banheira, uma cozinha onde o estudante possa confeccionar as suas refeições e guardar os géneros em condições de higiene e de conservação.
Os estudantes não podem ter residência na cidade de Braga e devem estar disponíveis para acções de formação facilitadoras de boas práticas e respostas adequadas à população sénior.
Para a prossecução deste programa, o Fundo Social estabeleceu parcerias com a Comissão Social Inter-Freguesias do Centro Histórico de Braga, com as Comissões Sociais da Freguesia de S. Lázaro, S. Vicente e S. Victor e com a Universidade do Minho e a Universidade Católica Portuguesa.
O Fundo Social é uma IPSS que começou por se destinar apenas aos trabalhadores municipais, mas actualmente todos podem ser sócios. Os associados beneficiam de um subsídio de nascimento de 250 euros, um subsídio de funeral de 500 euros, acesso gratuito às piscinas municipais e direito a apoio médico uma vez por semana.
18-08-2012 - Correio do Minho
Segundo o regulamento, os “senhorios” têm de ter mais de 60 anos, devem viver sozinhos ou acompanhados do cônjuge ou outro elemento familiar e ficam obrigados a respeitar o estudo dos “inquilinos”.Devem ainda dispor de “condições mínimas” para alojar o estudante, nomeadamente um quarto individual onde possa ter uma mesa de apoio ao estudo, instalações sanitárias com água quente, retrete, lavabo e duche ou banheira, uma cozinha onde o estudante possa confeccionar as suas refeições e guardar os géneros em condições de higiene e de conservação.
Os estudantes não podem ter residência na cidade de Braga e devem estar disponíveis para acções de formação facilitadoras de boas práticas e respostas adequadas à população sénior.
Para a prossecução deste programa, o Fundo Social estabeleceu parcerias com a Comissão Social Inter-Freguesias do Centro Histórico de Braga, com as Comissões Sociais da Freguesia de S. Lázaro, S. Vicente e S. Victor e com a Universidade do Minho e a Universidade Católica Portuguesa.
O Fundo Social é uma IPSS que começou por se destinar apenas aos trabalhadores municipais, mas actualmente todos podem ser sócios. Os associados beneficiam de um subsídio de nascimento de 250 euros, um subsídio de funeral de 500 euros, acesso gratuito às piscinas municipais e direito a apoio médico uma vez por semana.
18-08-2012 - Correio do Minho
Universidade do Minho paga três euros à hora a estudantes
O reitor António Cunha entende que determinadas actividades em meio académico podem ser asseguradas pelos alunos, tendo em conta “as atribuições dos serviços de acção social escolar, que integram a concessão aos estudantes de apoios directos e indirectos necessários e adequados à sua integração no meio universitário, à promoção do sucesso escolar e à prevenção do abandono escolar”.
Os alunos podem ser chamados a colaborar nas iniciativas a realizar pelas diversas escolas da UMinho, unidades orgânicas de investigação, unidades culturais, unidades de serviços e pelos Serviços de Acção Social, bem como no apoio aos utilizadores das bibliotecas, residências universitárias e unidades alimentares. Trabalhos de manutenção e conservação e apoio a actividades desportivas podem também ser considerados.
Não satisfazer necessidades permanentes
O regulamento ressalva que, “em caso algum, as tarefas desempenhadas pelos estudantes podem configurar a satisfação de necessidades permanentes” dos serviços. Garante-se, por outro lado, que “a colaboração a prestar pelos estudantes não configura em circunstância alguma uma relação jurídica de emprego entre o estudante e a UMinho”.
Os alunos podem ser chamados a colaborar nas iniciativas a realizar pelas diversas escolas da UMinho, unidades orgânicas de investigação, unidades culturais, unidades de serviços e pelos Serviços de Acção Social, bem como no apoio aos utilizadores das bibliotecas, residências universitárias e unidades alimentares. Trabalhos de manutenção e conservação e apoio a actividades desportivas podem também ser considerados.
Não satisfazer necessidades permanentes
O regulamento ressalva que, “em caso algum, as tarefas desempenhadas pelos estudantes podem configurar a satisfação de necessidades permanentes” dos serviços. Garante-se, por outro lado, que “a colaboração a prestar pelos estudantes não configura em circunstância alguma uma relação jurídica de emprego entre o estudante e a UMinho”.
O regulamento de colaboração aprovado pelo Conselho de Gestão estabelece que a prestação do trabalho de estudantes não deve exceder cinco horas por dia e um máximo de 20 horas semanais.
Com a colaboração dos estudantes, o reitor da UMinho considera que se está a “promover” a sua integração social e académica, “garantindo-lhes o desenvolvimento de competências transversais e de acesso ao mercado de trabalho”.
Na selecção dos candidatos a participar nas actividades atrás referidas, dar-se-à prioridade aos alunos economicamente mais carenciados. A chamada “bolsa de colaboração” é paga pelos Serviços de Acção Social , podendo o estudante solicitar que a mesma seja, parcial ou totalmente atribuída em títulos de refeição. A colaboração dos estudantes podem ser realizada aos fins de semana e durante as férias ou períodos de interrupção das actividades lectivas.
Na selecção dos candidatos a participar nas actividades atrás referidas, dar-se-à prioridade aos alunos economicamente mais carenciados. A chamada “bolsa de colaboração” é paga pelos Serviços de Acção Social , podendo o estudante solicitar que a mesma seja, parcial ou totalmente atribuída em títulos de refeição. A colaboração dos estudantes podem ser realizada aos fins de semana e durante as férias ou períodos de interrupção das actividades lectivas.
Este tipo de colaboração dos estudantes está consagrado no Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES).
13-07-2012 - Correio do Minho
13-07-2012 - Correio do Minho
Cruz Vermelha recolhe bens para doar a quem mais precisa
A recolha dos bens decorreu durante todo o dia no centro comercial ‘Minho Center’ e deve ser repetida lá para Setembro ou Outubro, altura em que os bracarenses serão chamados a doar também artigos escolares para distribuição por famílias mais carenciadas.
Os caixotes da Cruz Vermelha receberam ontem alimentos, produtos de higiene pessoal, vestuário, calçado e outros artigos que irão minorar as dificuldades de muitas pessoas atendidas em diversas valências daquela instituição.
David Rodrigues, técnico da delegação bracarense da Cruz Vermelha, adiantou ao Correio do Minho que parte das doações da iniciativa ‘(Em)Caixote tudo o que puder’ “servirão um projecto de apoio aos reclusos do Estabelecimento Prisional de Braga”.
Na sua loja social, a Cruz Vermelha bracarense faz a triagem dos donativos, encaminhando parte deles para as suas diversas valências sociais, nomeadamente equipas de rua de apoio aos sem-abrigo e Centro de Acolhimento Temporário.
Através da iniciativa ‘(Em)Caixote tudo o que puder’, a Cruz Vermelha reforça o seu stock de bens essenciais que distribui também directamente a pessoas necessitadas, devidamente sinalizadas pela Segurança Social e pelas suas equipas de intervenção.
Uma parte dos bens doados, nomeadamente vestuário e calçado em bom estado, “é vendido a preços simbólicos cuja receita reverte para as nossas actividades”, acrescentou David Rodrigues.
Este responsável apela à doação de lençóis, toalhas de mesa e de corpo, artigos muito necessários para o funcionamento do Centro de Acolhimento Temporário da Cruz Vermelha.
Promover voluntariado jovem
A iniciativa ‘(Em)Caixote tudo o que puder’ visa também promover o voluntariado social entre os jovens. Catarina Azevedo é uma das seis alunas do curso de Medicina da Universidade do Minho envolvidas nesta acção da Capital Europeia da Juventude. Este grupo de estudantes escolheu a delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa para a realização de um projecto de intervenção social no âmbito da unidade curricular Opção 1. São elas as responsáveis pela montagem desta iniciativa solidária que envolve cerca de quatro dezenas de voluntários.
Para David Rodrigues “é muito importante a doação anónima ao longo do ano, mas também são importantes estas acções públicas para dar a conhecer a um maior número de pessoas que existimos e o que fazemos”. Este responsável sublinha que a Cruz Vermelha “não é só emergência”. Aliás, em Braga, a maior parte da actividade da organização “é de cariz social”.
17-06-2012 - Correio do Minho
Banco Alimentar: Papel velho já rendeu seis mil euros em alimentos
Os jornais, revistas e folhetos entregues ao Banco Alimentar representam já seis mil euros em bens alimentares, uma vez que, por cada tonelada recolhida, a empresa de reciclagem de papel entrega àquela instituição cem euros em alimentos. A campanha ‘Papel por Alimentos’ enquadra-se num ideal de sensibilização para a importância do papel de cada pessoa na sociedade e para a possibilidade de recuperar e reutilizar coisas que parecem não ter valor.
Não há crise na solidariedade
Os alimentos obtidos desta forma juntam-se às 181 toneladas recolhidas no último fim-de-semana em mais uma campanha do Banco Alimentar em 81 supermercados do distrito de Braga.
A campanha de recolha realiza-se sábado e domingo rendeu exactamente 181.352 quilos de alimentos, que vão ser distribuídos por 96 instituições particulares de solidariedade social.
Na campanha realizada em Maio de 2011 foram recolhidas 158 332 quilos de alimentos.
Não há crise na solidariedade
Os alimentos obtidos desta forma juntam-se às 181 toneladas recolhidas no último fim-de-semana em mais uma campanha do Banco Alimentar em 81 supermercados do distrito de Braga.
A campanha de recolha realiza-se sábado e domingo rendeu exactamente 181.352 quilos de alimentos, que vão ser distribuídos por 96 instituições particulares de solidariedade social.
Na campanha realizada em Maio de 2011 foram recolhidas 158 332 quilos de alimentos.
A direcção do Banco Alimentar de Braga agradeceu ontem “aos voluntários que colaboraram na recolha, transporte, triagem e armazenamento dos produtos doados pelos cidadãos, mas também, e não menos importante, o apoio inestimável dos vários beneméritos, particulares e empresas, que, ao longo de todo ano, tornam possível, com a doação de bens e serviços, o funcionamento do Banco”.
Quem pretender trocar papel velho por alimentos a favor dos mais desfavorecidos pode fazer a entregas nos armazéns do Banco Alimentar (Rua da Confeiteira), nos dias úteis, entre as 9h30 e as 13h00 e das 14h30 às 16h30.
Em muitas instituições sociais apoiadas pelo Banco Alimentar existem também pontos de recolha de papel.
Campanha em números
Na campanha de recolha de alimentos deste fim-de-semana, a população do concelho de Braga contribuiu com mais de 72 toneladas. No concelho de Guimarães foram recolhidos 34 628 quilos de alimentos não perecíveis e, no de Famalicão, 22 537 quilos.
Na distribuição por concelho segue-se Barcelos (14 328 quilos), Fafe(13 430), Esposende, (8 639), Vila Verde (7 248) Vieira do Minho (2 782), Póvoa de Lanhoso (2 337), Vizela (2 197) e Amares (789).
29-05-2012 - Correio do Minho
Quem pretender trocar papel velho por alimentos a favor dos mais desfavorecidos pode fazer a entregas nos armazéns do Banco Alimentar (Rua da Confeiteira), nos dias úteis, entre as 9h30 e as 13h00 e das 14h30 às 16h30.
Em muitas instituições sociais apoiadas pelo Banco Alimentar existem também pontos de recolha de papel.
Campanha em números
Na campanha de recolha de alimentos deste fim-de-semana, a população do concelho de Braga contribuiu com mais de 72 toneladas. No concelho de Guimarães foram recolhidos 34 628 quilos de alimentos não perecíveis e, no de Famalicão, 22 537 quilos.
Na distribuição por concelho segue-se Barcelos (14 328 quilos), Fafe(13 430), Esposende, (8 639), Vila Verde (7 248) Vieira do Minho (2 782), Póvoa de Lanhoso (2 337), Vizela (2 197) e Amares (789).
29-05-2012 - Correio do Minho
Dois mil caminharam para ajudar APPACDM
A atravessar uma situação financeira delicada, a direcção da APPACDM recebeu ontem um contributo importante para recuperar a piscina do seu complexo em Lomar, estrutura essencial para a melhoria da qualidade de vida dos seus utentes. Cada um dos participantes na marcha de ontem contribuiu com dois euros para a reconstrução da piscina.
Apoio importante
Alberto Sousa, presidente da direcção da APPACDM de Braga, considerou a verba angariada ontem “muito importante” para o objectivo pretendido.
Sobre a situação financeira da associação, que tem obrigada à rescisão de contratos de trabalho com alguns dos seus colaboradores, o presidente regista algumas melhorias, mas entende que é ainda necessário “mobilizar o Estado e a sociedade civil” para manter de pé esta instituição particular de solidariedade social de apoio à população deficiente mental.
Com um passivo que ascende a cerca de 1,2 milhões de euros, os corpos g erentes da APPACDM deparam-se com um prejuízo mensal estrutural um pouco inferior a 25 mil euros, situação a que responderam com um plano de reestruturação que aponta para a redução de 15 postos de trabalho. Alberto Sousa, precisou ontem que novas rescisões estão dependentes da capacidade em acabar com o défice mensal e encontrar verbas para pagar aos credores.
A ‘obrigação’ da Capital da Juventude
Joel Pereira, da Fundação Cultural Bracara Augusta, entidade gestora da Capital Europeia da Juventude, destacou a forte participação da população bracarense na caminhada de apoio à APPACDM.
A ‘obrigação’ da Capital da Juventude
Joel Pereira, da Fundação Cultural Bracara Augusta, entidade gestora da Capital Europeia da Juventude, destacou a forte participação da população bracarense na caminhada de apoio à APPACDM.
De acordo com este responsável, a Capital Europeia da Juventude tinha obrigação de “estar ao lado” desta iniciativa solidária, tanto mais que a mobilização da população juvenil e não só para a solidariedade e a cidadania activa é um dos propósitos de Braga 2012.
Joel Pereira, um dos participantes na caminhada de 6,5 km, afirmou que a programação da Capital Europeia da Juventude está a conseguir mobilizar as associações locais e a escolas e a “conseguir conquistar pouco a pouco os cidadãos de Braga”.
Joel Pereira, um dos participantes na caminhada de 6,5 km, afirmou que a programação da Capital Europeia da Juventude está a conseguir mobilizar as associações locais e a escolas e a “conseguir conquistar pouco a pouco os cidadãos de Braga”.
A muitos dos participantes, a organização da caminhada da APPACDM proporcionou avaliação de riscos cardiovasculares, rastreios de saúde oral e conselhos de alimentação saudável.
30-04-2012 - Correio do Minho
30-04-2012 - Correio do Minho
Voluntariado sorriu em S. Vicente
Jovens talentosos da freguesia deram vida a um espectáculo cheio de música, cor e animação.
A tarde festiva teve início com a primeira actuação em palco da jovem banda de rock bracarense Fallen Wings.
Seguiu-se Zé Pedro, jovem músico de apenas 11 anos e interpretou algumas canções de artistas internacionais nossos conhecidos, para além de algumas interpretações de artistas lusos. O Grupo de Capoeira (Sul da Bahia) encheu o palco do Vita de cor, magia e movimento, com aquelas danças/lutas típicas do Brasil.
A tarde festiva teve início com a primeira actuação em palco da jovem banda de rock bracarense Fallen Wings.
Seguiu-se Zé Pedro, jovem músico de apenas 11 anos e interpretou algumas canções de artistas internacionais nossos conhecidos, para além de algumas interpretações de artistas lusos. O Grupo de Capoeira (Sul da Bahia) encheu o palco do Vita de cor, magia e movimento, com aquelas danças/lutas típicas do Brasil.
Pedro Soares, conhecido imitador, soltou da plateia fortes gargalhadas ao imitar algumas personagens da nossa praça política, cultural e desportiva. Cavaco Silva, José Hermano Saraiva e Cristiano Ronaldo foram alguns dos “alvos” do jovem Pedro Soares.
Após um curso intervalo, a festa recomeçou com a actuação de dois grupos de dança, neste caso danças clássicas e danças latinas. A fechar o espectáculo esteve e Tuna Feminina da Universidade do Minho que encantou o público com as danças acrobáticas, típicas das tunas universitárias.

Após um curso intervalo, a festa recomeçou com a actuação de dois grupos de dança, neste caso danças clássicas e danças latinas. A fechar o espectáculo esteve e Tuna Feminina da Universidade do Minho que encantou o público com as danças acrobáticas, típicas das tunas universitárias.

Este espectáculo solidário foi apresentado pelo conhecido humorista João Seabra.
“Voluntariado é o orgulho de S. Vicente”
“Tenho muito orgulho em ser presidente da Junta de Freguesia com esta equipa maravilhosa do Voluntariado de Proximidade. Eles fazem um trabalho notável. As carências sociais na freguesia são muitas e nós estamos a dar as respostas possíveis dentro das nossas possibilidades”, revelou Jorge Pires, no decorrer do espectáculo de variedades que teve lugar no passado sábado no auditório Vita, precisamente, organizado pela equipa Sorriso daquele voluntariado.
Para o chefe do executivo vicentino, “com este espectáculo de hoje é já o segundo que promovemos em menos de um mês. A causa solidária deve unir-nos a todos e a evidência está aqui neste auditório, com uma boa adesão de vicentinos e bracarenses. Vamos continuar a ajudar a Liga Portuguesa Contra o Cancro na luta contra este flagelo que é o cancro e no próximo dia 13 de maio no estádio 1º de Maio.vamos todos contribuir para a realização do maior sorriso do mundo e tentar inscrever esse feito no livro dos recordes”, apelou Jorge Pires.
“Voluntariado é o orgulho de S. Vicente”
“Tenho muito orgulho em ser presidente da Junta de Freguesia com esta equipa maravilhosa do Voluntariado de Proximidade. Eles fazem um trabalho notável. As carências sociais na freguesia são muitas e nós estamos a dar as respostas possíveis dentro das nossas possibilidades”, revelou Jorge Pires, no decorrer do espectáculo de variedades que teve lugar no passado sábado no auditório Vita, precisamente, organizado pela equipa Sorriso daquele voluntariado.
Para o chefe do executivo vicentino, “com este espectáculo de hoje é já o segundo que promovemos em menos de um mês. A causa solidária deve unir-nos a todos e a evidência está aqui neste auditório, com uma boa adesão de vicentinos e bracarenses. Vamos continuar a ajudar a Liga Portuguesa Contra o Cancro na luta contra este flagelo que é o cancro e no próximo dia 13 de maio no estádio 1º de Maio.vamos todos contribuir para a realização do maior sorriso do mundo e tentar inscrever esse feito no livro dos recordes”, apelou Jorge Pires.
Por seu lado, Ester Carvalhal, líder da equipa do Sorriso, agradeceu a comparência do público e o apoio dado a esta causa solidária. “Quero agradecer a todos o incansável apoio que temos recebido. A causa da Luta Contra o Cancro deve mobilizar toda a sociedade para o combate a este flagelo desta doença”. Ester Carvalhal apelou igualmente à comparência no estádio primeiro de maio para o maior sorriso do mundo, que será culminar de uma série de iniciativas que a equipa Sorriso tem vindo a desenvolver em parceria com a Liga Portuguesa Contra o Cancro.
24-04-2012 - Correio do Minho
24-04-2012 - Correio do Minho
Mais de dois mil caminharam pelo autismo
“A divulgação foi muito boa e o facto do treinador do Sp. Braga ter apoiado a nossa caminhada acho que deu outra credibilidade para que as pessoas fossem mais participativas”, referiu a presidente da AIA, momentos antes do sinal de partida para esta 2.ª caminhada.
O certo é que a mensagem passou e os bracarense mostraram-se mais uma vez solidários. “As famílias que, até agora, pensavam que estavam sozinhas e que não havia mais ninguém a lidar com esta problemática, espero que a partir de agora tenham consciência que existem muitas famílias a viver a mesma situação e que nos procurem”, apelou a responsável, lembrando que em Braga existem cerca de 400 pessoas que sofrem de espectro de autismo e apenas 185 estão associadas à AIA.
Depois desta caminhada, a AIA está já a trabalhar na próxima actividade. “Estamos a pensar num arraial minhoto para se realizar em Palmeira em Maio ou Junho. O objectivo destas iniciativas é arranjar fundos, mas também conviver e um arraial minhoto é isso mesmo, festa e alegria”, justificou.
A 2.ª caminhada solidária contou com o apoio da Câmara Municipal de Braga, do Sp. Braga, do Pingo Doce, da Junta de Freguesia de Palmeira, do Regimento de Cavalaria n.º 6 (RC6), da PSP e da Scholl Eventos.
A inscrição custou 2,5 euros, sendo que os participantes receberam uma t-shirt no local da prova.
A vereadora da Câmara Municipal de Braga, Palmira Maciel, também não faltou à convocatória e participou na caminhada solidária. “Tinha que estar aqui, porque esta iniciativa é fundamental”, justificou a vereadora, realçando a necessidade de “sensibilizar as pessoas para a causa” e ao mesmo tempo para a prática desportiva saudável. “São dois bons motivos para aqui estar”, confessou Palmira Maciel que admitiu ter “um carinho especial” pela AIA, já que a viu “nascer e crescer”.
Todos juntos por uma causa
Uns participaram porque têm familiares que sofrem de espectro de autismo e vivem diariamente lado a lado com a doença. Outros marcaram presença por uma questão de solidariedade. Juntos caminharam a favor da Associação para a Inclusão e Apoio ao Autista (AIA).

Pedro Costa, de Gualtar, participou na caminhada com alguns familiares. “A afilhada da minha mãe é autista e acompanhamos de perto a situação dela e, por isso, estamos cá”, justificou aquele bracarense, assegurando que estão sempre prontos “para ajudar no que for preciso”.
No início, Pedro Costa admitiu que “não foi fácil”, mas depois foi “aprender a lidar com a situação e adaptar-se tudo à menina, que é uma criança feliz”.
O certo é que a mensagem passou e os bracarense mostraram-se mais uma vez solidários. “As famílias que, até agora, pensavam que estavam sozinhas e que não havia mais ninguém a lidar com esta problemática, espero que a partir de agora tenham consciência que existem muitas famílias a viver a mesma situação e que nos procurem”, apelou a responsável, lembrando que em Braga existem cerca de 400 pessoas que sofrem de espectro de autismo e apenas 185 estão associadas à AIA.
Depois desta caminhada, a AIA está já a trabalhar na próxima actividade. “Estamos a pensar num arraial minhoto para se realizar em Palmeira em Maio ou Junho. O objectivo destas iniciativas é arranjar fundos, mas também conviver e um arraial minhoto é isso mesmo, festa e alegria”, justificou.
A 2.ª caminhada solidária contou com o apoio da Câmara Municipal de Braga, do Sp. Braga, do Pingo Doce, da Junta de Freguesia de Palmeira, do Regimento de Cavalaria n.º 6 (RC6), da PSP e da Scholl Eventos.
A inscrição custou 2,5 euros, sendo que os participantes receberam uma t-shirt no local da prova.
A vereadora da Câmara Municipal de Braga, Palmira Maciel, também não faltou à convocatória e participou na caminhada solidária. “Tinha que estar aqui, porque esta iniciativa é fundamental”, justificou a vereadora, realçando a necessidade de “sensibilizar as pessoas para a causa” e ao mesmo tempo para a prática desportiva saudável. “São dois bons motivos para aqui estar”, confessou Palmira Maciel que admitiu ter “um carinho especial” pela AIA, já que a viu “nascer e crescer”.
Todos juntos por uma causa
Uns participaram porque têm familiares que sofrem de espectro de autismo e vivem diariamente lado a lado com a doença. Outros marcaram presença por uma questão de solidariedade. Juntos caminharam a favor da Associação para a Inclusão e Apoio ao Autista (AIA).

No início, Pedro Costa admitiu que “não foi fácil”, mas depois foi “aprender a lidar com a situação e adaptar-se tudo à menina, que é uma criança feliz”.
Marco Carneiro, de Gondizalves, “não podia ficar indiferente” a esta iniciativa, até porque namora com uma jovem que sofre de espectro de autismo. O jovem admitiu que “é muito complicado e, às vezes, custa lidar com determinadas situações, mas o amor supera tudo”.
A namorada, Fátima Alves, também tem consciência que a tarefa de Marco não é fácil. “O nosso caso é a prova que é perfeitamente possível ter uma vida normal”, confidenciou a jovem, referindo que “não tem sido fácil, mas vai-se superando as dificuldades pouco a pouco”. Fátima enalteceu a realização desta iniciativa, já que “é fundamental sensibilizar a população para a doença”.
Mais à frente, o ‘Correio do Minho’ falou com duas amigas que fizeram questão de participar na caminhada “por amor à causa”. “Sinto orgulho em estar aqui e sempre que posso apoio este tipo de iniciativas”, frisou Maria José, acreditando que “todos juntos podemos ser mais fortes e, neste caso, permitir às crianças a terem uma vida perfeitamente normal”.
A mãe trabalhou durante muitos anos no Porto com autistas, por isso, Maria José sabe que “é um trabalho difícil, mas muito salutar”. A amiga Ercília Machado é auxiliar numa escola e também já teve que lidar com crianças autistas. “Precisam de muita atenção e carinho”, frisou Ercília Machado.

Carminda e Vânia Abreu decidiram passar o ‘dia das madrinhas’ com as filhas e afilhadas, Clara e Manuela, “de uma forma diferente”. “Tivemos conhecimento da caminhada e decidimos participar pela causa. Este problema pode afectar a todos e não sabemos o dia de amanhã, por isso, temos que ajudar sempre”, confessaram.
AIA quer terapia em casa e CAO para os autistas
“As pessoas com autismo devem poder partilhar dos mesmos direitos e privilégios de toda a população europeia na medida das suas possibilidades e tomando em consideração os seus melhores interesses”
in Carta para as pessoas com autismo
Na data de celebração do Dia Mundial para a Consciencialização do Autismo, a presidente da Associação para a Inclusão e Apoio ao Autista (AIA), Ana Paula Leite, reclamou a necessidade das obras de requalificação e ampliação da sede, em Palmeira, para a construção do Centro de Actividades Ocupacionais (CAO), bem como a necessidade de levar a terapia a casa das crianças com autismo.
A namorada, Fátima Alves, também tem consciência que a tarefa de Marco não é fácil. “O nosso caso é a prova que é perfeitamente possível ter uma vida normal”, confidenciou a jovem, referindo que “não tem sido fácil, mas vai-se superando as dificuldades pouco a pouco”. Fátima enalteceu a realização desta iniciativa, já que “é fundamental sensibilizar a população para a doença”.
Mais à frente, o ‘Correio do Minho’ falou com duas amigas que fizeram questão de participar na caminhada “por amor à causa”. “Sinto orgulho em estar aqui e sempre que posso apoio este tipo de iniciativas”, frisou Maria José, acreditando que “todos juntos podemos ser mais fortes e, neste caso, permitir às crianças a terem uma vida perfeitamente normal”.
A mãe trabalhou durante muitos anos no Porto com autistas, por isso, Maria José sabe que “é um trabalho difícil, mas muito salutar”. A amiga Ercília Machado é auxiliar numa escola e também já teve que lidar com crianças autistas. “Precisam de muita atenção e carinho”, frisou Ercília Machado.

AIA quer terapia em casa e CAO para os autistas
“As pessoas com autismo devem poder partilhar dos mesmos direitos e privilégios de toda a população europeia na medida das suas possibilidades e tomando em consideração os seus melhores interesses”
in Carta para as pessoas com autismo
Na data de celebração do Dia Mundial para a Consciencialização do Autismo, a presidente da Associação para a Inclusão e Apoio ao Autista (AIA), Ana Paula Leite, reclamou a necessidade das obras de requalificação e ampliação da sede, em Palmeira, para a construção do Centro de Actividades Ocupacionais (CAO), bem como a necessidade de levar a terapia a casa das crianças com autismo.
A esperança de vir a obter brevemente financiamento para a ampliação das actuais instalações mantém-se, aguardando por nova oportunidade de financiamento estatal, ao abrigo do Programa Operacional Potencial Humano (POPH).
Para estas obras de adaptação, Ana Paula Leite destacou a importância do projectado CAO para acudir às necessidades de autistas que, findo o período de escolaridade obrigatória, ficam sem estruturas que promovam a sua socialização.
A direcção da AIA vai insistir junto dos responsáveis do Centro Distrital de Solidariedade Social de Braga para a necessidade da celebração de acordos de cooperação para o acompanhamento especializado destas crianças e jovens. “Queremos remodelar o nosso espaço e pretendemos ter o CAO para funcionar como espaço suporte, porque não queremos lá os meninos o dia todo, o objectivo é criar protocolos com várias entidades. Pretendemos sair com eles, ir à piscina, ir às compras ao supermercado, ir ao cinema ou à biblioteca”, explicou a presidente.

A direcção da AIA pretende também celebrar um acordo atípico com a Segurança Social para intervenção nestes meninos em regime de ambulatório. “Fazer terapia na associação ou num gabinete não chega. A técnica fica com dúvidas se em casa continuam a fazer a terapia. Por isso, o objectivo é a técnica ir a casa trabalhar a criança e a família, porque, às vezes, a família não faz porque não sabe como fazer e desta forma conseguiremos arranjar estratégias para melhorar a vida da criança”, justificou Ana Paula Leite.
Esta síndrome comportamental atinge milhares de pessoas. Em Portugal não se sabe ao certo quantos autistas existem. No distrito de Braga pensa-se que a prevalência seja de 400 pessoas. E para dar resposta aos casos de autismo verificados no distrito nasceu em Outubro de 2007 o núcleo de Braga da Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo (APPDA).
Após um grupo de pais ter iniciado uma série de reuniões de ‘Partilhas’ no Departamento de Pedopsiquiatria do então Hospital S. Marcos e tendo-se constatado os inúmeros problemas relacionados com a falta de apoios aos pais e consequentemente aos autista do distrito deu-se início ao projecto sendo eleito um grupo coordenador.
Em Janeiro de 2010 foi constituída a Associação para a Inclusão e Apoio ao Autista (AIA).
“Decidimos avançar com a AIA com todas as vantagens e desvantagens que isso significava, mas lá temos avançando”, contou a presidente, admitindo que “é uma luta diária para ter associação a funcionar”. Actualmente, a instituição tem cerca 185 associados, a maior parte deles familiares de pessoas com espectro de autismo, estando a apoiar 34 crianças.
A associação, que ocupa as instalações da antiga escola do Assento, na freguesia de Palmeira, tem disponível apoio com terapia da fala, terapia ocupacional, psicomotrocidade, psicomotrocidade em meio aquático, psicologia e música.
Para estas obras de adaptação, Ana Paula Leite destacou a importância do projectado CAO para acudir às necessidades de autistas que, findo o período de escolaridade obrigatória, ficam sem estruturas que promovam a sua socialização.
A direcção da AIA vai insistir junto dos responsáveis do Centro Distrital de Solidariedade Social de Braga para a necessidade da celebração de acordos de cooperação para o acompanhamento especializado destas crianças e jovens. “Queremos remodelar o nosso espaço e pretendemos ter o CAO para funcionar como espaço suporte, porque não queremos lá os meninos o dia todo, o objectivo é criar protocolos com várias entidades. Pretendemos sair com eles, ir à piscina, ir às compras ao supermercado, ir ao cinema ou à biblioteca”, explicou a presidente.

Esta síndrome comportamental atinge milhares de pessoas. Em Portugal não se sabe ao certo quantos autistas existem. No distrito de Braga pensa-se que a prevalência seja de 400 pessoas. E para dar resposta aos casos de autismo verificados no distrito nasceu em Outubro de 2007 o núcleo de Braga da Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo (APPDA).
Após um grupo de pais ter iniciado uma série de reuniões de ‘Partilhas’ no Departamento de Pedopsiquiatria do então Hospital S. Marcos e tendo-se constatado os inúmeros problemas relacionados com a falta de apoios aos pais e consequentemente aos autista do distrito deu-se início ao projecto sendo eleito um grupo coordenador.
Em Janeiro de 2010 foi constituída a Associação para a Inclusão e Apoio ao Autista (AIA).
“Decidimos avançar com a AIA com todas as vantagens e desvantagens que isso significava, mas lá temos avançando”, contou a presidente, admitindo que “é uma luta diária para ter associação a funcionar”. Actualmente, a instituição tem cerca 185 associados, a maior parte deles familiares de pessoas com espectro de autismo, estando a apoiar 34 crianças.
A associação, que ocupa as instalações da antiga escola do Assento, na freguesia de Palmeira, tem disponível apoio com terapia da fala, terapia ocupacional, psicomotrocidade, psicomotrocidade em meio aquático, psicologia e música.
Para os pais, a AIA promove bastantes convívios com as crianças e sem elas e realiza as reuniões de partilha, em dois grupos (para pais de crianças com perturbações de autismo e outro para pais das crianças com síndrome de Asperger).
“Nestes encontros, os pais falam o que lhes vai na alma. Todos temos em comum o mesmo problema: o autismo. E, por isso, falamos todos a mesma linguagem. Desta forma conseguimos mostrar aos pais que não estão sozinhos e sentimo-nos mais seguros”, confidenciou a responsável, que é mãe de uma menina autista.
Os pais depois de ter um diagnóstico, que normalmente é por volta de três anos, passam a fase da revolta, do luto, até chegar à aceitação. “A partir daqui começam a sair com eles e levam uma vida normal, mas não é fácil. Não é fácil mas consegue-se, o importante é não desistir deles nem de nós”, alertou.
02-04-2012 - Correio do Minho
“Nestes encontros, os pais falam o que lhes vai na alma. Todos temos em comum o mesmo problema: o autismo. E, por isso, falamos todos a mesma linguagem. Desta forma conseguimos mostrar aos pais que não estão sozinhos e sentimo-nos mais seguros”, confidenciou a responsável, que é mãe de uma menina autista.
Os pais depois de ter um diagnóstico, que normalmente é por volta de três anos, passam a fase da revolta, do luto, até chegar à aceitação. “A partir daqui começam a sair com eles e levam uma vida normal, mas não é fácil. Não é fácil mas consegue-se, o importante é não desistir deles nem de nós”, alertou.
02-04-2012 - Correio do Minho
Universidade do Minho: Alunos vão pagar 1,95 euros por refeição simples nas cantinas dos SASUM
Esta iniciativa fazia parte do plano de atividades dos SASUM e tinha sido apresentada ao Conselho Geral da Universidade do Minho pelo Administrador, Carlos Silva, que referiu que “é importante que os alunos usem as Cantinas onde se oferece serviços de qualidade a preços muito baixos”.
O Departamento Alimentar (DA) dos SASUM vai implementar este serviço de refeição simples nas cantinas a partir do dia 19 de março, tendo como objetivo, segundo a Diretora do DA, Engª. Celeste Pereira “completar o nosso segmento de opções de refeição de cantina (já existente com o regime de senhas de “extras”) e ir de encontro aos clientes que normalmente, por hábitos alimentares que possuem, não pretendam fazer um a refeição completa” conseguindo os clientes desta forma juntar o “útil ao agradável”.
Este novo serviço será composto exclusivamente pelo prato de refeição principal, não incluindo pão, sopa, sobremesa ou sumo, “uma boa opção, principalmente, para aqueles clientes que habitualmente já fazem uma refeição simples deste tipo”, refere Celeste Pereira. A diretora do departamento alimentar afirma ainda estar convencida que os alunos vão aderir a este tipo de refeição.
Os interessados poderão adquirir as senhas que estarão brevemente disponíveis para venda, nos locais habituais.
No Bar 5 (ECS) e Snack-bar dos Congregados, o regime de venda de senhas para esta refeição será nos moldes existentes nas respetivas unidades (pré-compra).
“O Departamento Alimentar ao seu dispor. A refeição à sua medida!”
13-03-2012 - Correio do Minho
Desfile juntou 1200 crianças
Palhaços, princesas, astronautas e super-heróis foram apenas algumas das personagens que desfilaram ontem de manhã pelas ruas do centro da cidade. Mais uma vez, as onze IPSS que integram o Grupo Unisol—Unidas pela Solidariedade juntaram cerca de 1200 crianças num belo cortejo carnavalesco.
A Praça do Município foi o local da concentração e ponto de partida para um desfile que pintou a cidade com a alegria contagiante da criançada. A abrir o desfile e marcar o ritmo da caminhada esteve o Grupo de Bombos do Centro Novais e Sousa. Este ano coube ao Centro de Solidariedade da Imaculada Conceição coordenar o desfile. “Cada instituição escolhe o tema para o seu desfile. Por norma, cada IPSS aproveita para mostrar um bocadinho do trabalho que vai desenvolvendo dentro de portas”, explicou Natália Rego ao ‘Correio do Minho’,
O Centro Imaculada Conceição levou ao desfile as 75 crianças que frequentam o pré-escolar. “O nosso tema, este ano, é o cosmos, as ciências, pelo que, por exemplo, os meninos da minha sala vieram vestidos de astronautas”, contou Natália Rego. Os astronautas estavam realmente muito bonitos e animados. A educadora contou que foram os pais que confeccionaram os fatos, pois esta é uma iniciativa que também pretende envolver os encarregados de educação (e muitas dezenas de pais fizeram questão de acompanhar este desfile).


O Centro Social de Lomar marcou presença com 60 crianças que desfilaram mostrando o resultado de um mês de trabalho. “O tema do nosso projecto educativo é ‘O Portugal que temos e o Portugal que queremos’. Temos dois objectivos: promover o que é português e sensibilizar para a necessidade de se alterarem hábitos. É preciso poupar recursos e consumir o que é nacional para termos o Portugal que queremos”, explicou a educadora Luísa Costa.
Nas vistas deram também os meninos do Centro de Santo Adrião, sobretudo as 22 crianças que frequentam a sala dos dois aos três anos, que se vestiram de galinhas. “O nosso tema é a alimentação e um dos aspectos que trabalhámos foi os alimentos como a carne, o peixe e os ovos. Fizemos um trabalho sobre as galinhas e surgiu a ideia de transpor o tema para o desfile. Para fazer os fatos contamos a ajuda de uma mãe”, revelou a educadora Carla Barbosa. Esta IPSS participou com 70 crianças.
17-02-2012 - Correio do Minho
Real: mais de mil pessoas em corrida solidária
A organização esperava mil participantes, mas o número foi amplamente ultrapassado. Mulheres e homens, de todas as idades, correram ontem de manhã, em Real, por uma causa solidária: doar material electrónico ao Centro Social Padre David de Oliveira Martins, em Ruílhe.
A I Corrida Solidária Acrescentar foi organizada por um promotor imobiliário que, por cada participante inscrito, vai agora doar cinco euros para aquisição de material electrónico (LCD, computadores, entre outros) para as crianças do Centro Padre David.
A manhã solarenga convidava à prática do desporto e além da corrida também houve caminhada, actividades radicais e ginástica no local da concentração.
O cónego Narciso Fernandes, responsável pelo Centro Padre David, mostrou-se sensibilizado com esta iniciativa e fez questão de marcar presença em sinal de reconhecimento. “A nossa instituição, embora tenha contrato com a Segurança Social, vive essencialmente do apoio de amigos e benfeitores”, justificou.
A manhã solarenga convidava à prática do desporto e além da corrida também houve caminhada, actividades radicais e ginástica no local da concentração.
O cónego Narciso Fernandes, responsável pelo Centro Padre David, mostrou-se sensibilizado com esta iniciativa e fez questão de marcar presença em sinal de reconhecimento. “A nossa instituição, embora tenha contrato com a Segurança Social, vive essencialmente do apoio de amigos e benfeitores”, justificou.
O responsável realçou que estamos “num tempo de diversificar as acções, sendo este um bom exemplo, para levar as pessoas a estarem mais atentas ao que se passa à sua volta, à miséria que nos cerca e às carências profundas que as crianças, como as deste centro, têm”.
Quem também se associou à iniciativa foi o Regimento de Cavalaria n.º 6. O próprio comandante, coronel de Cavalaria Jocelino Rodrigues, participou na corrida, tal como dezenas de militares: “O Regimento está aqui em peso”, frisou.
“Esta é mais uma causa solidária a que se associam os Dragões D’Entre Douro e Minho. O Centro Padre David merece todo o respeito e dedicação. Estamos sempre disponíveis para este tipo de iniciativas que nos proporcionem exercer a cidadania e mostrar que a nossa capa militar é um uniforme camuflado, um uniforme que partilha os valores da portugalidade e da solidariedade”, referiu o coronel de Cavalaria Jocelino Rodrigues. Para o local foram mobilizadas algumas viaturas do RC6, nomeadamente a VBR Pandur, que despertou bastante curiosidade.
Quem também se associou à iniciativa foi o Regimento de Cavalaria n.º 6. O próprio comandante, coronel de Cavalaria Jocelino Rodrigues, participou na corrida, tal como dezenas de militares: “O Regimento está aqui em peso”, frisou.
“Esta é mais uma causa solidária a que se associam os Dragões D’Entre Douro e Minho. O Centro Padre David merece todo o respeito e dedicação. Estamos sempre disponíveis para este tipo de iniciativas que nos proporcionem exercer a cidadania e mostrar que a nossa capa militar é um uniforme camuflado, um uniforme que partilha os valores da portugalidade e da solidariedade”, referiu o coronel de Cavalaria Jocelino Rodrigues. Para o local foram mobilizadas algumas viaturas do RC6, nomeadamente a VBR Pandur, que despertou bastante curiosidade.
Além de participarem na corrida, os militares montaram uma tenda onde ofereceram chá quente aos ‘atletas’.
Pedro Ferreira, sócio-gerente da Acrescentar, traçou um balanço extremamente positivo da iniciativa e deixa no ar a possibilidade de se realizarem outras de cariz solidário. “A adesão da população superou largamente as nossas expectativas”, admitiu.
Pedro Ferreira, sócio-gerente da Acrescentar, traçou um balanço extremamente positivo da iniciativa e deixa no ar a possibilidade de se realizarem outras de cariz solidário. “A adesão da população superou largamente as nossas expectativas”, admitiu.
13-02-2012 - Correio do Minho
SC Braga: Missão distribuir sorrisos
Emoção e solidariedade marcaram, ontem, a cerimónia de entrega às instituições escolhidas, dos produtos alimentares que o Sp. Braga angariou no jogo contra o Rio Ave.
As cerca de nove toneladas de alimentos angariadas entre sócios, adeptos, simpatizantes e toda a estrutura do Sporting Clube de Braga pintaram de sucesso estas iniciativa que o presidente arsenalista já prometeu repetir.
As cerca de nove toneladas de alimentos angariadas entre sócios, adeptos, simpatizantes e toda a estrutura do Sporting Clube de Braga pintaram de sucesso estas iniciativa que o presidente arsenalista já prometeu repetir.
António Salvador emocionou-se na hora de entregar os bens alimentares e agradeceu todo o trabalho realizado e a participação dos bracarenses, considerando esta como uma iniciativa extremamente positiva.
“Fizemos um trabalho muito importante na divulgação desta campanha junto da comunidade e da Igreja porque achámos que o momento actual do país o justificava. Encheu-nos de orgulho ver que os bracarenses e minhotos responderam afirmativamente a esta causa. Braga demonstrou que é solidário para com a sociedade civil. Estes resultados deixam-me satisfeito, enquanto presidente desta instituição, por saber que o Braga contribui de forma muito significativa para que as pessoas que vão receber estas ajudas possam sorrir e ter um dia melhor. É por isso que o Sp. Braga é uma instituição de bem e que vai continuar, dentro das suas possibilidades, a contribuir e a ter a responsabilidade que quer ter para esta zona do país”, considerou o presidente arsenalista.
Para além da emoção, também a satisfação era um sentimento mais do que patente no rosto de António Salvador que mostrou a sua faceta solidária ao lançar um repto para que todos os organizem também iniciativas solidárias deste género e ajudem os mais carenciados a terem um sorriso no rosto e dias melhores pela fr ente.
“Deixo um repto a todos os clubes para que, dentro das suas possibilidades, tentem também contribuir para ajudar as pessoas que mais necessitam. Não há vitórias mais importantes do que esta. As vitórias dentro de campo são importantes, mas as vitórias desta onda solidária na qual todos os sócios e simpatizantes se envolveram, são-no ainda mais. Somos um clube humilde, queremos trabalhar de forma exemplar dentro do clube, mas também para a sociedade civil”, finalizou o dirigente desportivo.
Assim, em dia de encerramento do mercado de transferências, o Braga marcou a diferença com um enorme abraço solidário.
D. Jorge Ortiga muito satisfeito com iniciativa do Sp. Braga
Para D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, esta iniciativa realizada pelo Sp. Braga é de louvar porque permite apoiar mais um elevado número de pessoas que necessitam de ajuda alimentar, referindo que foi um gesto muito interessante celebrar um aniversário desta forma.
“Fizemos um trabalho muito importante na divulgação desta campanha junto da comunidade e da Igreja porque achámos que o momento actual do país o justificava. Encheu-nos de orgulho ver que os bracarenses e minhotos responderam afirmativamente a esta causa. Braga demonstrou que é solidário para com a sociedade civil. Estes resultados deixam-me satisfeito, enquanto presidente desta instituição, por saber que o Braga contribui de forma muito significativa para que as pessoas que vão receber estas ajudas possam sorrir e ter um dia melhor. É por isso que o Sp. Braga é uma instituição de bem e que vai continuar, dentro das suas possibilidades, a contribuir e a ter a responsabilidade que quer ter para esta zona do país”, considerou o presidente arsenalista.
Para além da emoção, também a satisfação era um sentimento mais do que patente no rosto de António Salvador que mostrou a sua faceta solidária ao lançar um repto para que todos os organizem também iniciativas solidárias deste género e ajudem os mais carenciados a terem um sorriso no rosto e dias melhores pela fr ente.
“Deixo um repto a todos os clubes para que, dentro das suas possibilidades, tentem também contribuir para ajudar as pessoas que mais necessitam. Não há vitórias mais importantes do que esta. As vitórias dentro de campo são importantes, mas as vitórias desta onda solidária na qual todos os sócios e simpatizantes se envolveram, são-no ainda mais. Somos um clube humilde, queremos trabalhar de forma exemplar dentro do clube, mas também para a sociedade civil”, finalizou o dirigente desportivo.
Assim, em dia de encerramento do mercado de transferências, o Braga marcou a diferença com um enorme abraço solidário.
D. Jorge Ortiga muito satisfeito com iniciativa do Sp. Braga
Para D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, esta iniciativa realizada pelo Sp. Braga é de louvar porque permite apoiar mais um elevado número de pessoas que necessitam de ajuda alimentar, referindo que foi um gesto muito interessante celebrar um aniversário desta forma.
“Acho este gesto muito interessante e tenho que elogiar esta forma de celebrar um aniversário que o Sp. Braga fez. O clube pensou nos mais carenciados e necessitados e penso que isto
é muito importante”, referiu o arcebispo, acrescentando que estas nove toneladas podem ajudar milhares de pessoas: “segundo a Pastoral Social estas instituições que vão receber os alimentos estão a ajudar cerca de mil pessoas semanalmente”.
D. Jorge Ortiga considerou ainda que esta é uma iniciativa que deve servir de exemplo. “Se é uma boa iniciativa deve ser imitada. Por outros clubes, outras instituições, empresas que podem ajudar muita gente”.
é muito importante”, referiu o arcebispo, acrescentando que estas nove toneladas podem ajudar milhares de pessoas: “segundo a Pastoral Social estas instituições que vão receber os alimentos estão a ajudar cerca de mil pessoas semanalmente”.
D. Jorge Ortiga considerou ainda que esta é uma iniciativa que deve servir de exemplo. “Se é uma boa iniciativa deve ser imitada. Por outros clubes, outras instituições, empresas que podem ajudar muita gente”.
01-02-2012 - Correio do Minho
Presépio ao vivo de Priscos ‘faz Natal’ em Moçambique
Parte das receitas angariadas com a presépio ao vivo de Priscos, que este ano foi visto por mais de 50 mil pessoas, estão a ajudar à construção de um poço de abastecimento de água numa das regiões mais pobres de Moçambique.
A vertente social da presépio, que ontem encerrou, é destacada pelo padre João Torres, um dos párocos de Priscos. A ajuda a uma comunidade do norte de Moçambique onde as pessoas percorrem quilómetros para se abastecerem de água é “uma forma de fazer Natal para além de Priscos”, disse o sacerdote ao Correio do Minho.
João Torres, que foi missionário em Moçambique durante dois anos, deseja que o presépio de Priscos, pela notoriedade que já obteve em Portugal e no estrangeiro, seja motor de ajuda a comunidades das zonas mais pobres do mundo.
No imediato, esta grande organização que envolve centenas de pessoas de Priscos e de freguesias vizinhas, está a ajudar à construção do futuro Centro Social que ocupará a antiga casa paroquial.
João Torres aponta para as próximas semanas o arranque das obras do Centro Social, para as quais os visitantes do presépio foram convidados a deixar o seu contributo.
“As obras são pagas pelo dinheiro do povo”, esclarece o pároco, dando nota da falta de financiamento público para esta estrutura de apoio social
João Torres, que foi missionário em Moçambique durante dois anos, deseja que o presépio de Priscos, pela notoriedade que já obteve em Portugal e no estrangeiro, seja motor de ajuda a comunidades das zonas mais pobres do mundo.
No imediato, esta grande organização que envolve centenas de pessoas de Priscos e de freguesias vizinhas, está a ajudar à construção do futuro Centro Social que ocupará a antiga casa paroquial.
João Torres aponta para as próximas semanas o arranque das obras do Centro Social, para as quais os visitantes do presépio foram convidados a deixar o seu contributo.
“As obras são pagas pelo dinheiro do povo”, esclarece o pároco, dando nota da falta de financiamento público para esta estrutura de apoio social
A organização do Presépio não tem cobrado bilhete de acesso, opção que se pretende manter nas futuras edições.
Durante o dia de ontem, mais de 10 mil pessoas terão apreciado os quadros bíblicos protagonizados por cerca de 800 figurantes.A família é o mote já escolhido para a próxima edição do presépio ao vivo de Priscos, um das maiores eventos natalícios que se realizam em Portugal.
Muitos visitantes deslocaram-se da Galiza, da Grande Lisboa e do Alentejo.
Seguro censura nomeações na EDP
O secretário-geral do PS, António José Seguro, manifestou-se ontem “muito surpreendido” com os nomes adiantados para o conselho de Supervisão da EDP, considerando que os mesmos são uma “demonstração”da “apropriação por parte das clientelas dos partidos do Governo” de cargos públicos.
Durante o dia de ontem, mais de 10 mil pessoas terão apreciado os quadros bíblicos protagonizados por cerca de 800 figurantes.A família é o mote já escolhido para a próxima edição do presépio ao vivo de Priscos, um das maiores eventos natalícios que se realizam em Portugal.
Muitos visitantes deslocaram-se da Galiza, da Grande Lisboa e do Alentejo.
Seguro censura nomeações na EDP
O secretário-geral do PS, António José Seguro, manifestou-se ontem “muito surpreendido” com os nomes adiantados para o conselho de Supervisão da EDP, considerando que os mesmos são uma “demonstração”da “apropriação por parte das clientelas dos partidos do Governo” de cargos públicos.
À margem de uma visita ao presépio vivo de Priscos, em Braga, o líder do PS afirmou ainda que as nomeações propostas para a EDP demonstram “mais uma promessa” de Pedro Passos Coelho que “não está a ser cumprida”. Seguro referia-se à promessa feira durante a campanha eleitoral pelo agora primeiro-ministro de “pôr um travão” a este tipo de nomeações.
Eduardo Catroga, Celeste Cardona Paulo Teixeira Pinto, Rocha Vieira, Braga de Macedo e Ilídio Pinho são alguns dos nomes propostos à assembleia geral de accionistas para integrar o conselho de supervisão da EDP, tal como o Diário de Notícias noticiou.
Sobre o presépio ao vivo de Priscos, Seguro confessou-se “maravilhado” com um “projecto que expressa muito bem a força da solidariedade” de pessoas que, não recebendo nada, “têm valorizado a sua terra”. Nesta visita, Seguro foi acompanhado de vários deputados e autarcas do PS.
Eduardo Catroga, Celeste Cardona Paulo Teixeira Pinto, Rocha Vieira, Braga de Macedo e Ilídio Pinho são alguns dos nomes propostos à assembleia geral de accionistas para integrar o conselho de supervisão da EDP, tal como o Diário de Notícias noticiou.
Sobre o presépio ao vivo de Priscos, Seguro confessou-se “maravilhado” com um “projecto que expressa muito bem a força da solidariedade” de pessoas que, não recebendo nada, “têm valorizado a sua terra”. Nesta visita, Seguro foi acompanhado de vários deputados e autarcas do PS.
09-01-2012 - Correio do Minho
Exposição no Coro da Igreja de Montariol e Presépio Movimentado
Entre os dias 24 de Dezembro e 8 de Janeiro, estará presente no coro da Igreja de Montariol uma exposição alusiva ao Ano Europeu de Voluntariado, comemorado ao longo do ano de 2011.
Nesta exposição, poderão ver o trabalho de jovens do Corpo Nacional de Escutas ao serviço da comunidade desde a sua existência, afirmando que ser escuteiro é ser voluntário, sempre.
Além de trabalhos do Corpo Nacional de Escutas, em paralelo teremos obras expostas de um outro corpo de serviço, os Bombeiros, com itens cedido, como miniaturas de carros de bombeiros, pelo bombeiro e coleccionador José Rodrigues.
No Adro da Igreja de Montariol teremos ainda, o mais antigo presépio movimentado da cidade de Braga. Montado por escuteiros, já dura há 85 anos, tendo o primeiro sido introduzido em Braga por Frei Manuel Marinho em 1926.
Neste presépio observa-se todo o movimentar da vida de Belém, com o quotidiano de Nazaré representado em figuras esculpidas na madeira e vestidas de acordo com a época de Jesus na Palestina. Podem ver as figuras representativas das artes, como o serralheiro, padeiro, carpinteiro, sapateiro e lenhador; e dos trabalhos de campo, como a colheita do trigo, a apanha da azeitona, o lavrar dos campos, a ceifa, o ordenhar e tosquiar de ovelhas.
Todas as figuras movem-se com recurso a uma engenharia que envolve roldanas e mais roldanas.
Pela sua longevidade e beleza artesanal, o presépio de Montariol é considerado uma das imagens de marca do Natal em Braga.
Estes dois eventos estarão abertos ao publico gratuitamente todos os sábados das 14h às 19h00 e aos Domingos entre as 10h30 - 12h30 e as 14h-19h00.
Além de trabalhos do Corpo Nacional de Escutas, em paralelo teremos obras expostas de um outro corpo de serviço, os Bombeiros, com itens cedido, como miniaturas de carros de bombeiros, pelo bombeiro e coleccionador José Rodrigues.
No Adro da Igreja de Montariol teremos ainda, o mais antigo presépio movimentado da cidade de Braga. Montado por escuteiros, já dura há 85 anos, tendo o primeiro sido introduzido em Braga por Frei Manuel Marinho em 1926.
Neste presépio observa-se todo o movimentar da vida de Belém, com o quotidiano de Nazaré representado em figuras esculpidas na madeira e vestidas de acordo com a época de Jesus na Palestina. Podem ver as figuras representativas das artes, como o serralheiro, padeiro, carpinteiro, sapateiro e lenhador; e dos trabalhos de campo, como a colheita do trigo, a apanha da azeitona, o lavrar dos campos, a ceifa, o ordenhar e tosquiar de ovelhas.
Todas as figuras movem-se com recurso a uma engenharia que envolve roldanas e mais roldanas.
Pela sua longevidade e beleza artesanal, o presépio de Montariol é considerado uma das imagens de marca do Natal em Braga.
Estes dois eventos estarão abertos ao publico gratuitamente todos os sábados das 14h às 19h00 e aos Domingos entre as 10h30 - 12h30 e as 14h-19h00.
21-12-2011 - Correio do Minho
Pedaladas solidárias deram cor à cidade
A cidade de Braga foi ontem “invadida” por cerca de duas centenas de Pais Natais que pedalaram pelo centro histórico. A iniciativa do Fundo Social da Câmara Municipal de Braga, da Associação de Cicloturismo do Minho e do Fórum Cannondale teve este ano uma vertente solidária.
Os ciclistas começaram a juntar-se no Campo da Vinha pelas nove da manhã, embora o início do passeio estivesse agendado para as dez.
Os ciclistas começaram a juntar-se no Campo da Vinha pelas nove da manhã, embora o início do passeio estivesse agendado para as dez.
Além de desafiar os ciclistas a usar um traje adequado à época (farda de Pai Natal), a organização resolveu inovar e introduzir um cariz solidário no evento. “No ano passado viemos vestidos de Pais Natais. Este ano resolvemos desafiar os participantes a trazerem bens alimentares que depois vamos entregar a instituições de solidariedade”, explicou Joaquim Gomes, responsável pelo Fundo Social da Câmara de Braga.
Os participantes corresponderam e além de solidários apresentaram-se no Campo da Vinha bem dispostos e cheios de energia para pedalar numa manhã fria, mas muito solarenga.
Jorge Barrote, presidente da Associação de Cicloturismo do Minho, realçou o facto de esta iniciativa ter mobilizado famílias inteiras.
“Esta é também uma jornada de confraternização que pretende fazer cair alguns mitos que ainda possam existir relacionados com as bicicletas. O ciclismo é um excelente desporto, mobiliza muita gente e está a ganhar cada vez mais adeptos”, acrescentou.
O passeio durou cerca de 45 minutos e contou com ciclistas de todas as idades.
Os participantes corresponderam e além de solidários apresentaram-se no Campo da Vinha bem dispostos e cheios de energia para pedalar numa manhã fria, mas muito solarenga.
Jorge Barrote, presidente da Associação de Cicloturismo do Minho, realçou o facto de esta iniciativa ter mobilizado famílias inteiras.
“Esta é também uma jornada de confraternização que pretende fazer cair alguns mitos que ainda possam existir relacionados com as bicicletas. O ciclismo é um excelente desporto, mobiliza muita gente e está a ganhar cada vez mais adeptos”, acrescentou.
O passeio durou cerca de 45 minutos e contou com ciclistas de todas as idades.
19-12-2011 - Correio do Minho
Voluntariado de proximidade alarga-se a todo o concelho
Os responsáveis do Banco de Voluntariado de Braga pretendem alargar a todas as freguesias do concelho o projecto ‘Voluntariado de Proximidade’, iniciado há quatro anos, em Ferreiros. O projecto, concebido pelo Centro Social e Paroquial de Ferreiros para o acompanhamento domiciliário de idosos sem recta familiar, foi apresentado ontem na ‘Volta do Voluntariado’, iniciativa que decorre no Parque de Exposições de Braga.


Amélia Pereira, responsável do Banco de Voluntariado, destacou ao ‘Correio do Minho’ as potencialidades do ‘Voluntariado de Proximidade’ como complemento ao serviço prestado pelas instituições de solidariedade social.
O acompanhamento de idosos em isolamento envolve já mais de duas dezenas de voluntários.
Nogueiró, Aveleda, S. Vicente, Palmeira e Sequeira são outras localidades onde esta forma de apoio solidário já está a ser testado.
Amélia Pereira destaca que o Banco Local de Voluntariado surgiu da constatação de que existem muitos idosos no concelho de Braga em situação de isolamento.
“O fazer companhia, o ir ler um jornal não se enquadra muito nas valências sociais das instituições, nomeadamente no serviço de apoio domiciliário”, considera aquela técnica social.
O grupo de voluntários que está a ser enquadrado na freguesia de Sequeira são funcionários de uma empresa instalada na freguesia, que dispensa algum tempo de trabalho para o acompanhamento de idosos.
O voluntariado empresarial é, aliás, tema em debate esta tarde na ‘Volta do Voluntariado’, num seminário que conta com a participação da presidente do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado, Elza Chambel.
Cultura com trabalho voluntário
A actuação de grupos de várias instituições sociais do distrito chamou muita gente ao auditório do Parque de Exposições de Braga.
O grupo de cavaquinhos e violas da Associação dos Defensores dos Interesses de Rossas, Vieira do Minho abriu o programa cultural do penúltimo dia da ‘Volta do Voluntariado’.
Pelo palco do grande auditório do PEB passou uma representação do concelho de Esposende constituída pelo Coro dos Pequenos Cantores, Academia de Bailado, Associação Esposende Solidário o Centro de Estudos Às de Saber.
A Banda do Galo representou o concelho de Barcelos nas actividades culturais da ‘Volta do Voluntariado.
De Terras de Bouro veio um grupo de concertinas e de Vila Verde o Projecto Giro com um espectáculo de Capoeira.
Hoje, último dia da ‘Volta’, o grupo de bombos do Centro D. João Novais e Sousa, o ‘Mimos’ do Agrupamento de Escolas André Soares, a Tuna Académica da Universidade do Minho e o rancho folclórico da APPACDM revelam também de como com trabalho voluntariado se faz cultura no concelho de Braga.
O acompanhamento de idosos em isolamento envolve já mais de duas dezenas de voluntários.
Nogueiró, Aveleda, S. Vicente, Palmeira e Sequeira são outras localidades onde esta forma de apoio solidário já está a ser testado.
Amélia Pereira destaca que o Banco Local de Voluntariado surgiu da constatação de que existem muitos idosos no concelho de Braga em situação de isolamento.
“O fazer companhia, o ir ler um jornal não se enquadra muito nas valências sociais das instituições, nomeadamente no serviço de apoio domiciliário”, considera aquela técnica social.
O grupo de voluntários que está a ser enquadrado na freguesia de Sequeira são funcionários de uma empresa instalada na freguesia, que dispensa algum tempo de trabalho para o acompanhamento de idosos.
O voluntariado empresarial é, aliás, tema em debate esta tarde na ‘Volta do Voluntariado’, num seminário que conta com a participação da presidente do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado, Elza Chambel.
Cultura com trabalho voluntário
A actuação de grupos de várias instituições sociais do distrito chamou muita gente ao auditório do Parque de Exposições de Braga.
O grupo de cavaquinhos e violas da Associação dos Defensores dos Interesses de Rossas, Vieira do Minho abriu o programa cultural do penúltimo dia da ‘Volta do Voluntariado’.
Pelo palco do grande auditório do PEB passou uma representação do concelho de Esposende constituída pelo Coro dos Pequenos Cantores, Academia de Bailado, Associação Esposende Solidário o Centro de Estudos Às de Saber.
A Banda do Galo representou o concelho de Barcelos nas actividades culturais da ‘Volta do Voluntariado.
De Terras de Bouro veio um grupo de concertinas e de Vila Verde o Projecto Giro com um espectáculo de Capoeira.
Hoje, último dia da ‘Volta’, o grupo de bombos do Centro D. João Novais e Sousa, o ‘Mimos’ do Agrupamento de Escolas André Soares, a Tuna Académica da Universidade do Minho e o rancho folclórico da APPACDM revelam também de como com trabalho voluntariado se faz cultura no concelho de Braga.
03-10-11 - Correio do Minho
Cantina Social já serve trinta pessoas por dia
De portas abertas desde o dia 5 de Setembro, a Cantina Social da Santa Casa da Misericórdia de Braga presta já apoio alimentar a mais de trinta pessoas por dia. A nova resposta social da instituição foi ontem formalmente inaugurada.
A funcionar na Rua Abade da Loureira, n.º 200, em Braga, a Cantina Social recebe os utentes entre as 12 e as 14 horas.

A funcionar na Rua Abade da Loureira, n.º 200, em Braga, a Cantina Social recebe os utentes entre as 12 e as 14 horas.

Segundo Bernardo Reis, provedor da Misericórdia de Braga, a criação desta resposta vai assegurar nove mil refeições anuais a famílias com graves carências económicas.
Neste período inicial, a Cantina Social da Misericórdia prevê apoiar cerca de 50 pessoas, oferecendo-lhe uma refeição completa diária à hora do almoço.
Em casos excepcionais, as refeições podem ser levantadas na Cantina Social e consumidas no domicílio.
Os utentes são pessoas sinalizadas e encaminhadas por outros parceiros: Rede Social da Câmara Municipal de Braga, a Cáritas, a Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa e os grupos sócio-caritativos do concelho. Este apoio tem a duração máxima de seis meses, período após o qual serão reavaliados todos os casos.
De realçar que os beneficiários desta cantina não podem receber simultaneamente idêntica ajuda de outras instituições com o mesmo fim.
A Cantina Social está instalada num prédio propriedade da Santa Casa. A criação do equipamento obrigou a um investimento de 90 mil euros, custeado pela instituição.O funcionamento do projecto, ao longo dos próximos três anos, é garantido por dois mecenas: A Primavera Business Software Solutions e o Hospital de Braga — Grupo Mello Saúde.
Segundo Bernardo Reis, os mecenas aceitaram este desafio desde a primeira hora. “É uma parceria que surge da preocupação e do sentido de responsabilidade social que as entidades envolvidas nutrem pela comunidade envolvente, especialmente no que respeita à franja da população mais vulnerável em tempos de conjuntura económica difícil”.
Fazendo votos de que “no futuro outras empresas se associem a esta causa nobre, de forma a garantir uma vida mais digna a pessoas que passam por tantas carências”, Jorge Batista, vice-presidente da Primavera BSS sublinhou que não é possível ficar indiferente “à comunidade que nos rodeia”, razão pela qual esta Cantina Social mereceu o financiamento da empresa.
Na mesma linha, Rui Raposo, presidente do Conselho de Administração do Hospital de Braga, realçou que “entre as principais prioridades” da unidade de saúde bracarense está a contribuição “para uma melhor qualidade de vida da população que serve”. Sendo assim, “é com base nesta preocupação” que o Hospital de Braga se associou “a este meritório projecto de apoio social, que estou certo que irá melhorar a saúde e o bem-estar da população mais carenciada do concelho”.
Neste período inicial, a Cantina Social da Misericórdia prevê apoiar cerca de 50 pessoas, oferecendo-lhe uma refeição completa diária à hora do almoço.
Em casos excepcionais, as refeições podem ser levantadas na Cantina Social e consumidas no domicílio.
Os utentes são pessoas sinalizadas e encaminhadas por outros parceiros: Rede Social da Câmara Municipal de Braga, a Cáritas, a Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa e os grupos sócio-caritativos do concelho. Este apoio tem a duração máxima de seis meses, período após o qual serão reavaliados todos os casos.
De realçar que os beneficiários desta cantina não podem receber simultaneamente idêntica ajuda de outras instituições com o mesmo fim.
A Cantina Social está instalada num prédio propriedade da Santa Casa. A criação do equipamento obrigou a um investimento de 90 mil euros, custeado pela instituição.O funcionamento do projecto, ao longo dos próximos três anos, é garantido por dois mecenas: A Primavera Business Software Solutions e o Hospital de Braga — Grupo Mello Saúde.
Segundo Bernardo Reis, os mecenas aceitaram este desafio desde a primeira hora. “É uma parceria que surge da preocupação e do sentido de responsabilidade social que as entidades envolvidas nutrem pela comunidade envolvente, especialmente no que respeita à franja da população mais vulnerável em tempos de conjuntura económica difícil”.
Fazendo votos de que “no futuro outras empresas se associem a esta causa nobre, de forma a garantir uma vida mais digna a pessoas que passam por tantas carências”, Jorge Batista, vice-presidente da Primavera BSS sublinhou que não é possível ficar indiferente “à comunidade que nos rodeia”, razão pela qual esta Cantina Social mereceu o financiamento da empresa.
Na mesma linha, Rui Raposo, presidente do Conselho de Administração do Hospital de Braga, realçou que “entre as principais prioridades” da unidade de saúde bracarense está a contribuição “para uma melhor qualidade de vida da população que serve”. Sendo assim, “é com base nesta preocupação” que o Hospital de Braga se associou “a este meritório projecto de apoio social, que estou certo que irá melhorar a saúde e o bem-estar da população mais carenciada do concelho”.
17-09-11 - Correio do Minho
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