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Exposição Semana Santa Braga | Salão Medieval da UM | até 10 Abril
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Posted by Blogues Vale Do Cávado on Terça-feira, 31 de Março de 2015
Universidade do Minho acolhe 2424 novos estudantes

Os resultados da primeira fase de candidaturas, disponibilizados pela Direcção Geral do Ensino Superior (DGES), desde o passado dia 9, mostram que a há uma redução no número de candidatos e de colocados no ensino superior face ao ano passado.

Nas universidades públicas portuguesas foram preenchidas 91,5 % das vagas , que corresponde a um total de 27.226 novos estudantes, sendo que existiam 29.776 lugares disponíveis.
Se às universidades públicas juntarmos os dados dos Institutos Politécnicos públicos falamos de 40.415 colocados, o número mais baixo desde 2007, facto que se deve também ao decréscimo de candidaturas.
Para além da diminuição de vagas em cursos com maior número de alunos (que o Ministério da Educação justifica tendo em conta o número de vagas sobrantes e de candidatos em 2011) é também apontada como provável explicação destes resultados a reprovação a disciplinas do 12.º ano, uma vez que este ano lectivo os alunos tiveram que realizar todos os exames nacionais na 1.ª fase.
Assim, as médias negativas nas quatro provas mais concorridas, bem como o aumento das taxas de reprovação em sete das 25 disciplinas em exame obrigaram muitos alunos a concorrer à 2.ª fase de exames, e consequentemente prevê-se que a 2.ª e 3.ª fases de candidatura ao ensino superior possam alterar os dados actualmente apresentados. Entre hoje e 21 de Setembro estará aberta a 2.ª fase de candidatura, e a 27 do mesmo mês serão publicados os resultados.
Para além da diminuição de vagas em cursos com maior número de alunos (que o Ministério da Educação justifica tendo em conta o número de vagas sobrantes e de candidatos em 2011) é também apontada como provável explicação destes resultados a reprovação a disciplinas do 12.º ano, uma vez que este ano lectivo os alunos tiveram que realizar todos os exames nacionais na 1.ª fase.
Assim, as médias negativas nas quatro provas mais concorridas, bem como o aumento das taxas de reprovação em sete das 25 disciplinas em exame obrigaram muitos alunos a concorrer à 2.ª fase de exames, e consequentemente prevê-se que a 2.ª e 3.ª fases de candidatura ao ensino superior possam alterar os dados actualmente apresentados. Entre hoje e 21 de Setembro estará aberta a 2.ª fase de candidatura, e a 27 do mesmo mês serão publicados os resultados.
Em geral, também as médias dos cursos sofreram um decréscimo.
Universidade do Minho recebe 2734 novos alunos
Na Universidade do Minho, das 2734 vagas, menos 40 do que em 2011, 2424 foram ocupadas na 1.ª fase de acesso ao ensino superior.Medicina foi o curso com média mais elevada. O último aluno foi admitido com 18,25 valores.
Universidade do Minho recebe 2734 novos alunos
Na Universidade do Minho, das 2734 vagas, menos 40 do que em 2011, 2424 foram ocupadas na 1.ª fase de acesso ao ensino superior.Medicina foi o curso com média mais elevada. O último aluno foi admitido com 18,25 valores.
Seguiram-se os cursos de Engenharia Biomédica, com 17,26 valores, e Bioquímica, com 15,98 valores.
Direito e Ciência s da Comunicação admitiram alunos com média superior a 15,86 valores.
Com médias de acesso acima dos 15 valores encontramos ainda: Engenharia e Gestão Industrial (15,74), Direito em regime pós-laboral (15,16), Economia (15,16) e Engenharia Mecânica (15,12) .
Direito e Ciência s da Comunicação admitiram alunos com média superior a 15,86 valores.
Com médias de acesso acima dos 15 valores encontramos ainda: Engenharia e Gestão Industrial (15,74), Direito em regime pós-laboral (15,16), Economia (15,16) e Engenharia Mecânica (15,12) .
Na Universidade do Minho as médias de cursos, na generalidade, seguiram a tendência nacional, e baixaram.
Engenharia Civil ficou com 56 vagas
Tal como noutras universidades e institutos politécnicos , Engenharia Civil, uma área habitualmente muito procurada pelos estudantes, está este ano entre os cursos com maior número de vagas para as restantes fases de acesso, das 100 vagas 56 ainda se encontram disponíveis, há quem considere que a quebra na construção civil, e consequentemente a menor probabilidade de emprego possa justificar este crescente número de vagas.
Na academia minhota também Engenharia Têxtil (Pós-Laboral) conta com ainda 30 das 35 vagas disponíveis.
Engenharia Civil ficou com 56 vagas
Tal como noutras universidades e institutos politécnicos , Engenharia Civil, uma área habitualmente muito procurada pelos estudantes, está este ano entre os cursos com maior número de vagas para as restantes fases de acesso, das 100 vagas 56 ainda se encontram disponíveis, há quem considere que a quebra na construção civil, e consequentemente a menor probabilidade de emprego possa justificar este crescente número de vagas.
Na academia minhota também Engenharia Têxtil (Pós-Laboral) conta com ainda 30 das 35 vagas disponíveis.
Na generalidade este ano, na 1.ª fase, só cerca de 54% dos alunos conseguiu entrar na sua primeira opção, mostrando uma quebra em relação ao ano passado.
Este ano candidataram-se menos 15.558 alunos, e a diferença de colocados aproxima-se dos 1830.
Este ano candidataram-se menos 15.558 alunos, e a diferença de colocados aproxima-se dos 1830.
Dos 57 cursos da academia 17 ainda disponibilizam um total de 310 vagas para as 2.ª e 3.ª fases.
10-09-2012 - Correio do Minho
10-09-2012 - Correio do Minho
Autarquias devem entregar bicicletas em vez de passes escolares

Além do menor custo para as autarquias, a investigadora considera que a medida promove estilos de vida saudável, aumenta a atividade física diária, reduz os índices de poluição, fomenta desportistas em novas áreas e torna os cidadãos mais resistentes, prevenindo doenças crónico-degenerativas e os gastos públicos de saúde.
Beatriz Pereira confirma - através de vários estudos recentes no Centro de Investigação em Estudos da Criança da UMinho - que a sugestão das duas rodas não vem por acaso. “Nos países nórdicos, onde há muito frio, vê-se de manhã pais e filhos a pedalar de casa até à escola e, ao fim do dia, regressam. Até os alunos e professores universitários o fazem”, realça.
A docente nota que a distância média do aluno português até à instituição de ensino é de três a cinco quilómetros e que não é preciso criar propriamente trajetos velocipédicos ou acessos especiais: “Onde circula um automóvel pode circular uma mota ou uma bicicleta, basta haver uma cultura de respeito pelo outro”.
A caminhada para a, e da, escola era comum há poucos anos, mas hoje as crianças chegam “mesmo à porta” da instituição através do automóvel ou autocarro, impedindo a realização da atividade física nas suas rotinas diárias. Aliás, o período dedicado à Educação Física na escola é de 90 mais 45 minutos, claramente inferior aos 60 minutos diários recomendados pela Organização Mundial de Saúde. Beatriz Pereira assinala que, para evitar jovens obesos e o sedentarismo, a resposta “tem que vir de períodos informais”, como o desporto escolar e as atividades extracurriculares, sejam estas federadas ou de lazer/aprendizagem, como natação, judo e ballet.
A também diretora do mestrado em Ensino de Educação Física e do Departamento de Teoria da Educação e Educação Artística e Física (DTEEAF) da UMinho salienta ainda a necessidade de “educar para a segurança” junto dos alunos e pais, bem como dos cidadãos em geral, de forma a ser respeitada a circulação de bicicletas nas ruas e passeios, preparar os acessos em particular junto às escolas (atualmente espaços destinados a automóveis para transporte de alunos) e o respetivo parqueamento em condições seguras. “É importante realizar também uma campanha de valorização das crianças que usam as bicicletas, com um slogan como ‘Andar de bicicleta é fixe!'', remata.
04-09-2012 - Correio do Minho
04-09-2012 - Correio do Minho
Ex-alunos da UMinho inovam contra furto de PC’s
Uma aplicação criada por três bracarenses, dois deles licenciados pela Universidade do Minho, propõe uma solução de segurança informática inovadora. A ideia foi transformada num negócio pela própria empresa que estes dois jovens criaram quando ainda estavam a frequentar o curso de Engenharia Informática da academia minhota.
Com base em simples necessidades do quotidiano, a Paradigma criou uma aplicação pensada para quem utiliza o computador em espaços públicos, que previne o seu furto com a ajuda do telemóvel.
Na prática, o telemóvel vigia o PC nos momentos em que o seu utilizador tem de o deixar sozinho por alguns momentos: a aplicação gera um aviso instantâneo no telemóvel do utilizador quando alguém mexe ou opera no computador. O produto chama-se “Keep An Eye” (Debaixo de Olho) e é extremamente fácil de utilizar, explica Miguel Martins de Almeida, um dos fundadores da Paradigma.
Adianta que “o interessante é o facto de funcionar com qualquer computador, sem ser necessária qualquer instalação nem configuração. Abrir um site e apontar a câmara do telefone para o computador é a única coisa que é necessário fazer. A partir desse momento, tudo o que nele acontecer é instantaneamente alertado no telemóvel”, acrescentando que “mesmo o mais ínfimo movimento é identificado pelo Keep An Eye, tirando-se proveito dos sensores de movimento (acelerómetros) disponíveis nos computadores modernos”. A aplicação custa 0,79€ e está disponível para iPhone e brevemente estará também disponível para a plataforma Android.
Solução quer conquistar mercado norte-americano
A empresa bracarense especializou-se na segurança informática, “uma área fundamental nas organizações públicas e privadas contemporâneas”, segundo o ex-aluno, que trabalha em colaboração com Afonso Arriaga e Mariana Pulido. Já forneceu serviços de segurança para diversas empresas e entidades. Neste momento, está a direcionar o seu trabalho para o desenvolvimento de soluções móveis, como é o caso do “Keep An Eye”, com sucesso confirmado no mercado nacional e com abordagens exploratórias ao vasto mercado norte-americano.
Para além desta inovação, os jovens lançaram também o projeto “Café Com Net”, que propõe o fornecimento de Internet sem fios gratuita em cafés e bare, um serviço utilizado por milhares de estudantes da UMinho. A Paradigma tem vindo ainda a comercializar serviços de consultoria informática em áreas como a segurança, o desenvolvimento de soluções de software especializadas, a instalação de redes, a venda de serviços de Datacenter, a produção de audiovisuais e multimédia, entre outras. Dos vários projetos em que colaborou, destaca-se a participação nos Painéis Comparativos de Preços de Combustíveis, instalados nas autoestradas portuguesas.
29-08-2012 - Correio do Minho
Estudantes com alojamento em troco de companhia
Trata-se do programa ‘Avóspedagem’, promovido pelo Fundo Social Desportivo e Cultural dos Trabalhadores da Câmara Municipal de Braga e Empresas Municipais, instituição particular de solidariedade social que tem por objectivo principal a promoção do bem-estar e igualdades sociais, nomeadamente o apoio à infância, à juventude, à invalidez e à população adulta.
Além de combater a solidão dos seniores, o ‘Avóspedagem’ pretende também ajudar os jovens estudantes com dificuldades em alojamento durante o seu percurso académico, contribuir para um convívio intergeracional e contrariar a desertificação do centro da cidade.
A filosofia é o estudante ficar hospedado no domicílio do sénior e pagar-lhe sobretudo com companhia, além de um “simbólico” valor monetário.
Segundo o regulamento, os “senhorios” têm de ter mais de 60 anos, devem viver sozinhos ou acompanhados do cônjuge ou outro elemento familiar e ficam obrigados a respeitar o estudo dos “inquilinos”.Devem ainda dispor de “condições mínimas” para alojar o estudante, nomeadamente um quarto individual onde possa ter uma mesa de apoio ao estudo, instalações sanitárias com água quente, retrete, lavabo e duche ou banheira, uma cozinha onde o estudante possa confeccionar as suas refeições e guardar os géneros em condições de higiene e de conservação.
Os estudantes não podem ter residência na cidade de Braga e devem estar disponíveis para acções de formação facilitadoras de boas práticas e respostas adequadas à população sénior.
Para a prossecução deste programa, o Fundo Social estabeleceu parcerias com a Comissão Social Inter-Freguesias do Centro Histórico de Braga, com as Comissões Sociais da Freguesia de S. Lázaro, S. Vicente e S. Victor e com a Universidade do Minho e a Universidade Católica Portuguesa.
O Fundo Social é uma IPSS que começou por se destinar apenas aos trabalhadores municipais, mas actualmente todos podem ser sócios. Os associados beneficiam de um subsídio de nascimento de 250 euros, um subsídio de funeral de 500 euros, acesso gratuito às piscinas municipais e direito a apoio médico uma vez por semana.
18-08-2012 - Correio do Minho
Segundo o regulamento, os “senhorios” têm de ter mais de 60 anos, devem viver sozinhos ou acompanhados do cônjuge ou outro elemento familiar e ficam obrigados a respeitar o estudo dos “inquilinos”.Devem ainda dispor de “condições mínimas” para alojar o estudante, nomeadamente um quarto individual onde possa ter uma mesa de apoio ao estudo, instalações sanitárias com água quente, retrete, lavabo e duche ou banheira, uma cozinha onde o estudante possa confeccionar as suas refeições e guardar os géneros em condições de higiene e de conservação.
Os estudantes não podem ter residência na cidade de Braga e devem estar disponíveis para acções de formação facilitadoras de boas práticas e respostas adequadas à população sénior.
Para a prossecução deste programa, o Fundo Social estabeleceu parcerias com a Comissão Social Inter-Freguesias do Centro Histórico de Braga, com as Comissões Sociais da Freguesia de S. Lázaro, S. Vicente e S. Victor e com a Universidade do Minho e a Universidade Católica Portuguesa.
O Fundo Social é uma IPSS que começou por se destinar apenas aos trabalhadores municipais, mas actualmente todos podem ser sócios. Os associados beneficiam de um subsídio de nascimento de 250 euros, um subsídio de funeral de 500 euros, acesso gratuito às piscinas municipais e direito a apoio médico uma vez por semana.
18-08-2012 - Correio do Minho
UM: Alunos podem ganhar 240 euros por mês
Segundo o regulamento de colaboração de estudantes da UMinho, recentemente aprovado, aquela medida dá prioridade aos estudantes economicamente mais carenciados.
Tal como o Correio do Minho revelou em primeira mão a 12 de Julho, o regulamento de colaboração de estudantes estipula o pagamento de três euros por cada hora de “trabalho”.
Com o objectivo de não prejudicar as actividades escolares e a aprendizagem dos estudantes, e de forma a permitir a rotatividade dos estudantes abrangidos, a colaboração não deve exceder cinco horas por dia e o máximo de 20 horas por semana.
A colaboração pode, no entanto, ultrapassar aquele, mediante apresentação de proposta fundamentada e autorização do reitor.
A pedido do estudante, a totalidade ou parte da compensação poderá ser atribuída em títulos de refeição.
Sem contrato de trabalho
O regulamento sublinha que “em caso algum, as tarefas desempenhadas pelos estudantes podem configurar a satisfação de necessidades permanentes” dos serviços da UMinho e que a colaboração “não configura em circunstância alguma uma relação jurídica de emprego”.
Sem contrato de trabalho
O regulamento sublinha que “em caso algum, as tarefas desempenhadas pelos estudantes podem configurar a satisfação de necessidades permanentes” dos serviços da UMinho e que a colaboração “não configura em circunstância alguma uma relação jurídica de emprego”.
Os estudantes podem prestar colaboração também durante os períodos de férias ou de interrupção das actividades lectivas.
07-08-2012 - Correio do Minho
07-08-2012 - Correio do Minho
UMinho com asas para voar nas ciências aeronáuticas
António Mendonça adiantou que “já começaram a aparecer” os primeiros candidatos ao primeiro curso da UMASA, cuja parte teórica será ministrada na UMinho e os treinos no aeródromo de Palmeira, cedido para o efeito pela Câmara de Braga. Ainda segundo o presidente do IFA, este primeiro curso de pilotos de linha aérea, com duração de 18 meses, deverá funcionar com um mínimo de oito a doze candidatos.
O reitor António adiantou que a UMASA, vocacionada para formação credenciada de pilotos, é uma parceria que permitirá, no futuro, a UMinho avançar para cursos de grau académico na área das ciências aeronáuticas. Para além disso, a UMASA permite “atacar mercados internacionais” numa altura em que a UMinho tem urgência em encontrar “fontes alternativas de financiamento”.
O vice-reitor José Mendes esclareceu que “o objectivo deste projecto é formar pilotos de linha áerea, mas em contexto académico”, destacando que “não há nenhum curso destes em Portugal a decorrer numa universidade. Esta é a nossa inovação”.
Salientou, no entanto, que “não se trata de uma licenciatura”.
O curso é composto por uma vertente teórica com 750 horas, e uma prática, de 195 horas, com custos de cerca 50 mil euros para os alunos.
O ‘roadmap’ da UMASA prevê, nos próximos anos, o lançamento de cursos de licenciatura e mestrado nas áreas da engenharia aeronáutica, manutenção de aeronaves e pilotagem.
Rentabilizar aeródromo e Palmeira
O vice-presidente da Câmara de Braga, Vítor Sousa, que assinou o protocolo em nome do município, destacou que o acordo vai possibilitar investimentos no aeródromo municipal de Palmeira: “Um curso de pilotos desta natureza implica exigências na requalificação do aeródromo”
De acordo com o autarca, a criação da academia aeronáutica e a aposta na captação de formandos estrangeiros, é uma “oportunidade” para a cidade e para a UMinho no actual contexto de crise económica.
Vítor Sousa assegurou que “este protocolo vai ser uma marca distintiva para a cidade e para a UMinho”.
Para ingressar neste próximo curso de pilotos de linha aérea é necessário ter o 12.º ano de escolaridade concluído, bem como conhecimentos de Matemática e Física, assim como de Inglês, uma vez que as aulas serão dadas nesta língua.
26-07-2012 - Correio do Minho
Serviços Académicos da UMinho certificados
A UMinho é uma das primeiras universidades públicas portuguesas a obter a certificação nesta área. A ISO 9001 é uma referência internacional para a Certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade através do reconhecimento do esforço das organizações em assegurar a conformidade dos seus produtos e/ou serviços, a satisfação dos utentes e a melhoria contínua.
Os SAUM são uma unidade de serviços cujo principal objetivo é a gestão administrativa dos processos escolares dos estudantes da UMinho, assegurando também o atendimento a alunos, docentes e público em geral. Além do atendimento presencial, telefónico e por correio eletrónico, na ordem das 75.000 solicitações por ano, disponibilizam, através do Porta l Académico (http://alunos.uminho.pt), informações e serviços diversificados a alunos e candidatos.
Secretaria Eletrónica simplifica processos
No início deste ano, os SAUM lançaram um dos seus grandes projetos, a Secretaria Eletrónica, através da qual os alunos podem apresentar vários pedidos e acompanhar o seu tratamento, designadamente alteração de dados pessoais, emissão de certidões e declarações, estatuto de trabalhador-estudante, pagamento de quotas de sócios AAUM, anulação da inscrição, inscrição extracurricular, creditação, emissão de cartas de curso/diplomas e informações diversas.
Adicionalmente, estão a ser implementados novos projetos com vista à informatização de procedimentos e à disponibilização de mais serviços online, os quais terão seguramente um impacto positivo no grau de satisfação dos utentes.
25-07-2012 - Correio do Minho
Universidade do Minho abriu 2734 vagas
Entre os cursos com com maior número de vagas na academia minhota encontram-se ainda: Economia, com 85; Gestão, com 81 lugares; Engenharia Electrónica Industrial e Computadores, com 80 vagas; Enfermagem, também com 80 lugares; e Engenharia Mecânica com 75 vagas. Psicologia tem 70 lugares, o mesmo que Relações Internacionais.
O curso com menos vagas é a nova licenciatura em Teatro: 20. Também as licenciaturas em regime pós-laboral tem um número mais reduzido de lugares; não mais de 35.
Menos vagas a nível nacional
O número de vagas abertas para o concurso nacional de acesso ao ensino superior caiu pela primeira vez nos últimos nove anos. Os alunos que concluíram o ensino secundário podem agora candidatar-se a uma das 52.298 vagas abertas pelas universidades e institutos politécnicos públicos.
Face ao ano lectivo anterior, há menos 1202 vagas à disposição. O Ministério da Educação justificou redução com o número de vagas sobrantes em 2011 (7.884, o equivalente a 14,7% do total de lugares) e com a diminuição do número de candidatos em 2011 (menos 4388, o que equivaleu a uma quebra de 7,3%).
Este ano, pela primeira vez, o Ministério da Educação e Ciência emitiu normas orientadoras em que definiu a empregabilidade como condição para a fixação de vagas. Assim, na altura da matrícula online — no sítio da Direcção Geral do Ensino Superior (http://www.dges.mctes. pt) — os alunos podem saber qual a média dos cursos escolhidos.
As candidaturas da primeira fase decorrem até 10 de Agosto.
17-07-2012 - Correio do Minho
Universidade do Minho paga três euros à hora a estudantes
O reitor António Cunha entende que determinadas actividades em meio académico podem ser asseguradas pelos alunos, tendo em conta “as atribuições dos serviços de acção social escolar, que integram a concessão aos estudantes de apoios directos e indirectos necessários e adequados à sua integração no meio universitário, à promoção do sucesso escolar e à prevenção do abandono escolar”.
Os alunos podem ser chamados a colaborar nas iniciativas a realizar pelas diversas escolas da UMinho, unidades orgânicas de investigação, unidades culturais, unidades de serviços e pelos Serviços de Acção Social, bem como no apoio aos utilizadores das bibliotecas, residências universitárias e unidades alimentares. Trabalhos de manutenção e conservação e apoio a actividades desportivas podem também ser considerados.
Não satisfazer necessidades permanentes
O regulamento ressalva que, “em caso algum, as tarefas desempenhadas pelos estudantes podem configurar a satisfação de necessidades permanentes” dos serviços. Garante-se, por outro lado, que “a colaboração a prestar pelos estudantes não configura em circunstância alguma uma relação jurídica de emprego entre o estudante e a UMinho”.
Os alunos podem ser chamados a colaborar nas iniciativas a realizar pelas diversas escolas da UMinho, unidades orgânicas de investigação, unidades culturais, unidades de serviços e pelos Serviços de Acção Social, bem como no apoio aos utilizadores das bibliotecas, residências universitárias e unidades alimentares. Trabalhos de manutenção e conservação e apoio a actividades desportivas podem também ser considerados.
Não satisfazer necessidades permanentes
O regulamento ressalva que, “em caso algum, as tarefas desempenhadas pelos estudantes podem configurar a satisfação de necessidades permanentes” dos serviços. Garante-se, por outro lado, que “a colaboração a prestar pelos estudantes não configura em circunstância alguma uma relação jurídica de emprego entre o estudante e a UMinho”.
O regulamento de colaboração aprovado pelo Conselho de Gestão estabelece que a prestação do trabalho de estudantes não deve exceder cinco horas por dia e um máximo de 20 horas semanais.
Com a colaboração dos estudantes, o reitor da UMinho considera que se está a “promover” a sua integração social e académica, “garantindo-lhes o desenvolvimento de competências transversais e de acesso ao mercado de trabalho”.
Na selecção dos candidatos a participar nas actividades atrás referidas, dar-se-à prioridade aos alunos economicamente mais carenciados. A chamada “bolsa de colaboração” é paga pelos Serviços de Acção Social , podendo o estudante solicitar que a mesma seja, parcial ou totalmente atribuída em títulos de refeição. A colaboração dos estudantes podem ser realizada aos fins de semana e durante as férias ou períodos de interrupção das actividades lectivas.
Na selecção dos candidatos a participar nas actividades atrás referidas, dar-se-à prioridade aos alunos economicamente mais carenciados. A chamada “bolsa de colaboração” é paga pelos Serviços de Acção Social , podendo o estudante solicitar que a mesma seja, parcial ou totalmente atribuída em títulos de refeição. A colaboração dos estudantes podem ser realizada aos fins de semana e durante as férias ou períodos de interrupção das actividades lectivas.
Este tipo de colaboração dos estudantes está consagrado no Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES).
13-07-2012 - Correio do Minho
13-07-2012 - Correio do Minho
Futsal Universitário: As melhores dezasseis selecções vão disputar ‘mundial’ em Braga
Ontem, o salão nobre da reitoria da Universidade do Minho, em Braga, acolheu o sorteio, que contou com presença de autoridades académicas, autárquicas e desportivas.
O evento traz à capital minhota centenas de praticantes em representação de dezasseis equipas que numa primeira fase se defrontam em grupos de quatro.
No Grupo B se defrontam-se Brasil, Oman, Espanha e Casaquistão. No Grupo C medem forças Rússia, República Checa, Nigéria e China. No Grupo D entram Ucrânia, Tailândia, Israel e Polónia.
Do Largo do Paço para o resto do mundo
O sorteio e a sessão de apresentação que o antecedeu foram transmitidos via internet para todo o mundo.
Um vídeo projectou a cidade de Braga, com mensagens de valorização da sua história, modernidade, tradição e actividade desportiva.
Sempr e em inglês, seguiram-se intervenções de Luís Rodrigues, presidente do comité organizador, Pedro Dias, da Federação Portuguesa de Futebol, Hélder Castro, presidente da Associação Académica da Universidade do Minho, Bruno Barracosa, da Federação Académica do Desporto Universitário e ainda do reitor da Universidade do Minho, António Cunha.
Experiência de organização e capital de juventude
As facilidades de Braga e da Universidade do Minho, a coincidência com a capital europeia da cultura e a experiência bem sucedida na organização de anteriores eventos foram factores destacados para a opção por Braga
“Braga é uma das cidades mais antigas da Europa”, frisou o reitor António Cunha, acentuando a projecção do património cultural da cidade.
Para o Mundial Universitário de Futsal 2012 ser organizado pela Universidade do Minho, a candidatura da Universidade do Minho foi apoiada pela Câmara Municipal de Braga, o Comité Olímpico de Portugal, a Federação Portuguesa de Futebol e a RTP - Rádio e Televisão Portuguesa.
23-05-2012 - Correio do Minho
Professor da UM vence prémio internacional na Qualidade
Atribuída pela American Society for Quality (ASQ), a Feigenbaum Medal é a maior distinção internacional no domínio da Qualidade destinada a reconhecer anualmente uma pessoa com menos de 35 anos que se tenha destacado pelo seu contributo para o progresso na área e cujo trabalho resulte num benefício distinto para a humanidade.
Segundo a ASQ, este galardão é atribuído a Paulo Sampaio “pela sua dedicação excecional, em início de carreira, ao domínio pessoal da profissão da qualidade, pela busca entusiasta no aumento e expansão do conhecimento na área e pelo seu empenho em reforçar, no seu país, a aplicação dos métodos e princípios da qualidade”. É a segunda vez que um português recebe este prémio, depois de, em 1998, ter sido reconhecido Pedro Saraiva, atualmente professor catedrático da Universidade de Coimbra.
Investigador tem várias distinções e cargos
Paulo Sampaio, bracarense de 33 anos, é licenciado em Engenharia e Gestão Industrial e doutorado em Engenharia de Produção e Sistemas pela UMinho. É professor auxiliar do Departamento de Produção e Sistemas da UMinho e investigador do centro Algoritmi, sendo também docente convidado em diversos cursos de pós-graduação. Preside a Associação Portuguesa para a Qualidade - Região Norte (vice-presidente nacional), é o representante português da ASQ, presidente da comissão instaladora da Rede de Investigadores da Qualidade, membro de comissões técnicas do Instituto Português para a Qualidade, consultor e formador na área da qualidade e cofundador da spin-off GESTA.
O investigador já venceu três prémios na categoria Melhor Artigo da 'Student Technical Paper Competition', inserida na ASQ World Conference on Quality and Improvement. A sua tese de doutoramento, 'Estudo do Fenómeno ISO 9000: origens, motivações, consequências e perspectivas', foi eleita como Melhor Trabalho de Investigação em 2008 pela Associação Portuguesa para a Qualidade. Em novembro de 2011 foi reconhecido pela ASQ como uma das “40 Novas Vozes Mundiais da Qualidade”. Paulo Sampaio é orador regular em conferências nacionais e internacionais, tem variados livros e artigos científicos publicados, integra equipas de I&D na área da qualidade e orienta diversos trabalhos de mestrado e doutoramento na área da qualidade.
17-05-2012 - Correio do Minho
BICMinho tem 760 mil euros para empresas tecnológicas
Numa sessão com dezenas de potenciais candidatos aos apoios do I9EIBT, o presidente do BICMinho, André Vieira de Castro, precisou que o projecto surge para promover a “industrialização da tecnologia”.
Carlos Neves, vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, destacou esta virtualidade do projecto que ajudará “a converter em valor (empresas e emprego) o conhecimento gerado em centros de investigação”.
Também presente na apresentação pública do I9EIBT, o vice-presidente da câmara de Braga, Vítor Sousa, apontou a oportunidade do projecto, já que o concelho, ultrapassada a fase de afirmação regional com o ‘cluster’ da construção civil, tem de entrar num novo ciclo de desenvolvimento a ssente no aproveitamento do conhecimento gerado em estruturas como a Universidade do Minho e o Instituto Internacional Ibérico de Nano-tecnologias.
Carlos Neves, vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, destacou esta virtualidade do projecto que ajudará “a converter em valor (empresas e emprego) o conhecimento gerado em centros de investigação”.
Também presente na apresentação pública do I9EIBT, o vice-presidente da câmara de Braga, Vítor Sousa, apontou a oportunidade do projecto, já que o concelho, ultrapassada a fase de afirmação regional com o ‘cluster’ da construção civil, tem de entrar num novo ciclo de desenvolvimento a ssente no aproveitamento do conhecimento gerado em estruturas como a Universidade do Minho e o Instituto Internacional Ibérico de Nano-tecnologias.
Para o presidente da Associação Industrial do Minho, António Marques, o projecto do BICMinho é uma resposta ao “desafio da empregabilidade” que a região enfrenta. “Sendo Braga a região que cria mais empresas novas, temos o desemprego que temos porque as empresas novas criam um volume de emprego menor do que as que fecham”, constatou o dirigente empresarial.
A experiência de uma empresa que apostou na inovação tecnológica para ter sucesso relatada na sessão de ontem por Sérgio Agrelos, da ‘F3M’, um gestor que alertou para o facto de Portugal ser dos países europeus onde os jovens mais vontade manifestam de criar empresas, mas também aquele onde existe menor número de empresas criadas por jovens. José Mendes, vice-reitor da Universidade do Minho elencou as infotecnologias, nanotecnologias, biotecnologias e neurotecnologias como quatro grandes áreas com potencial de mercado. Carlos Neves apontou a economia do mar como uma “pista para novos empreendedores” da região Norte.
30-03-2012 - Correio do Minho
A experiência de uma empresa que apostou na inovação tecnológica para ter sucesso relatada na sessão de ontem por Sérgio Agrelos, da ‘F3M’, um gestor que alertou para o facto de Portugal ser dos países europeus onde os jovens mais vontade manifestam de criar empresas, mas também aquele onde existe menor número de empresas criadas por jovens. José Mendes, vice-reitor da Universidade do Minho elencou as infotecnologias, nanotecnologias, biotecnologias e neurotecnologias como quatro grandes áreas com potencial de mercado. Carlos Neves apontou a economia do mar como uma “pista para novos empreendedores” da região Norte.
30-03-2012 - Correio do Minho
Universidade do Minho representa país em sistema revolucionário
Designado ‘Consórcio para o Código de Barras da Vida’, este é já o maior projecto de biodiversidade de sempre, com mais de 200 instituições de 50 países. O seu principal programa é o iBOL - International Barcode of Life, no qual Portugal é representado pela UMinho.
Este projecto pretende criar a biblioteca mundial de códigos de barras de DNA das espécies, agilizando o conhecimento taxonómico dos organismos e, desse modo, auxiliando o controlo da autenticidade de alimentos, a detecção facilitada de pragas agrícolas, o controlo rápido de produtos na chegada às alfândegas, a bioprospecção e a conservação e monitorização da biodiversidade.
Este projecto pretende criar a biblioteca mundial de códigos de barras de DNA das espécies, agilizando o conhecimento taxonómico dos organismos e, desse modo, auxiliando o controlo da autenticidade de alimentos, a detecção facilitada de pragas agrícolas, o controlo rápido de produtos na chegada às alfândegas, a bioprospecção e a conservação e monitorização da biodiversidade.
“Conhecemos dois milhões de espécies, mas estima-se que haja cinco vezes mais; há um trabalho titânico por fazer”, diz Filipe Costa, do Departamento de Biologia da Escola de Ciências da UMinho.
Criador dos ‘DNA barcodes’ está hoje na UMinho
O anfiteatro da Escola de Ciências da UMinho, no campus de Gualtar, Braga, recebe hoje, às 9,30 horas, a sessão pública de encerramento do projecto LUSOMARBOL — Lusitanian Marine Barcode of Life, financiado pela Fundação para Ciência e Tecnologia e que faz parte do iBOL.
Paul Hebert, criador do conceito ‘DNA barcodes’ e professor da Universidade de Guelph (Canadá), estreia-se em Portugal para revelar os progressos do projecto.
Gary Carvalho, coordenador do projecto europeu FishPopTrace e da Universidade de Bangor (Reino Unido), vai falar da tecnologia de sequenciação de última geração na investigação da biodiversidade marinha.
Criador dos ‘DNA barcodes’ está hoje na UMinho
O anfiteatro da Escola de Ciências da UMinho, no campus de Gualtar, Braga, recebe hoje, às 9,30 horas, a sessão pública de encerramento do projecto LUSOMARBOL — Lusitanian Marine Barcode of Life, financiado pela Fundação para Ciência e Tecnologia e que faz parte do iBOL.
Paul Hebert, criador do conceito ‘DNA barcodes’ e professor da Universidade de Guelph (Canadá), estreia-se em Portugal para revelar os progressos do projecto.
Gary Carvalho, coordenador do projecto europeu FishPopTrace e da Universidade de Bangor (Reino Unido), vai falar da tecnologia de sequenciação de última geração na investigação da biodiversidade marinha.
Os avanços tecnológicos vão acelerar a inventariação das plantas, animais, fungos, algas e eucariotas unicelulares, sob pena de muitas espécies se extinguirem antes mesmo de serem descobertas.
Inventariar antes da extinção
O termo ‘DNA barcode’ vem em analogia aos códigos de barras de produtos comerciais, ao traduzir num conjunto específico de caracteres a identidade de cada espécie. Prevê-se que o cidadão possa, por exemplo, colocar uma pata de insecto num equipamento e este indicar os atributos biológicos e ecológicos do organismo, de forma fácil, rápida e rigorosa. “O sistema será vital para monitorizar espécies com impacto negativo na saúde humana”, nota Filipe Costa. O investigador representa Portugal no comité científico do iBOL, entre 26 países.
28-03-2012 - Correio do Minho
Inventariar antes da extinção
O termo ‘DNA barcode’ vem em analogia aos códigos de barras de produtos comerciais, ao traduzir num conjunto específico de caracteres a identidade de cada espécie. Prevê-se que o cidadão possa, por exemplo, colocar uma pata de insecto num equipamento e este indicar os atributos biológicos e ecológicos do organismo, de forma fácil, rápida e rigorosa. “O sistema será vital para monitorizar espécies com impacto negativo na saúde humana”, nota Filipe Costa. O investigador representa Portugal no comité científico do iBOL, entre 26 países.
28-03-2012 - Correio do Minho
Gatuna - Tuna Feminina Universitária do Minho é considerada Melhor Tuna em Coimbra
O Festival teve início na Sexta-feira, no final do dia, sendo a noite encantada por serenatas no Café Santa Cruz, um típico café no Centro Histórico da cidade. A Gatuna representou o Minho com as suas canções de amor, divulgou Braga, capital europeia da juventude, e levou um pouco da inspiração de Guimarães, capital europeia da cultura.
O Sábado, dia do concurso, começou cedo e foi repleto de atividades. Houve, logo de início, um peddypaper e, de seguida, a Gatuna aproveitou para tocar as suas “Trovas ao vento” pelas ruas da baixa e do centro histórico. O festival propriamente dito começou às 21h no Teatro Académico Gil Vicente e teve como tunas concorrentes: Tuna Feminina da Universidade de Aveiro, Tuna Feminina Scalabitana (Santarém) e TunaMaria (Lisboa). Também atuaram as Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra, Tuna Académica da Faculdade de Farmácia da Un versidade de Coimbra e a Tuna de Medicina de Málaga.
O Sábado, dia do concurso, começou cedo e foi repleto de atividades. Houve, logo de início, um peddypaper e, de seguida, a Gatuna aproveitou para tocar as suas “Trovas ao vento” pelas ruas da baixa e do centro histórico. O festival propriamente dito começou às 21h no Teatro Académico Gil Vicente e teve como tunas concorrentes: Tuna Feminina da Universidade de Aveiro, Tuna Feminina Scalabitana (Santarém) e TunaMaria (Lisboa). Também atuaram as Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra, Tuna Académica da Faculdade de Farmácia da Un versidade de Coimbra e a Tuna de Medicina de Málaga.
Na cidade do fado e das baladas, a Gatuna abriu a sua atuação com o Fado Português, música solada por um dos elementos do grupo. No meio das serenatas cantadas pelas meninas do Minho, o público vibrou com a valente interpretação do Instumental de Yann Tiersen, “Deja Loin”, que contou com uma dança em forma de combate com a utilização da capa do traje e de bandeiras.
A Gatuna encerrou a sua prestação com o seu hino oficial, o “Estudante Minhoto”, convidando os presentes a conhecer um pouco mais a Universidade do Minho e o seu ambiente académico.
Além de Melhor Tuna, a Gatuna recebeu também os prémios de melhor instrumental, melhor serenata, melhor porta-estandarte e melhor pandeireta.
“Participar nos festivais que se realizam pelo país é sempre uma alegria, mas a satisfação é acrescida quando voltamos para casa com tantos prémios”
(Ana Luísa Vieira)
26-03-2012 - Correio do Minho
A Gatuna encerrou a sua prestação com o seu hino oficial, o “Estudante Minhoto”, convidando os presentes a conhecer um pouco mais a Universidade do Minho e o seu ambiente académico.
Além de Melhor Tuna, a Gatuna recebeu também os prémios de melhor instrumental, melhor serenata, melhor porta-estandarte e melhor pandeireta.
“Participar nos festivais que se realizam pelo país é sempre uma alegria, mas a satisfação é acrescida quando voltamos para casa com tantos prémios”
(Ana Luísa Vieira)
26-03-2012 - Correio do Minho
Tuna de Medicina da UMinho apresentou-se oficialmente
Após um simpático jantar no Restaurante Maia S ameiro, a Tuna apresentou algumas músicas do seu reportório numa breve actuação que deixou o seu público encantado.
As apreciações gerais ao evento foram muito satisfatórias, revelando uma coesa opinião de evolução, musicalidade e inovação no panorama atual dos grupos culturais da Universidade do Minho, sendo esta é a única Tuna Mista (com elementos do sexo feminino e masculino) em ativo na Academia Minhota.
As apreciações gerais ao evento foram muito satisfatórias, revelando uma coesa opinião de evolução, musicalidade e inovação no panorama atual dos grupos culturais da Universidade do Minho, sendo esta é a única Tuna Mista (com elementos do sexo feminino e masculino) em ativo na Academia Minhota.
A festa de apresentação da Tuna de Medicina prolongou-se pela noite dentro na Discoteca Sardinha Biba, onde atuaram para o muito público presente, animando uma quarta-feira académica muito especial!
18-03-2012 - Correio do Minho
Universidade do Minho: Alunos vão pagar 1,95 euros por refeição simples nas cantinas dos SASUM
Esta iniciativa fazia parte do plano de atividades dos SASUM e tinha sido apresentada ao Conselho Geral da Universidade do Minho pelo Administrador, Carlos Silva, que referiu que “é importante que os alunos usem as Cantinas onde se oferece serviços de qualidade a preços muito baixos”.
O Departamento Alimentar (DA) dos SASUM vai implementar este serviço de refeição simples nas cantinas a partir do dia 19 de março, tendo como objetivo, segundo a Diretora do DA, Engª. Celeste Pereira “completar o nosso segmento de opções de refeição de cantina (já existente com o regime de senhas de “extras”) e ir de encontro aos clientes que normalmente, por hábitos alimentares que possuem, não pretendam fazer um a refeição completa” conseguindo os clientes desta forma juntar o “útil ao agradável”.
Este novo serviço será composto exclusivamente pelo prato de refeição principal, não incluindo pão, sopa, sobremesa ou sumo, “uma boa opção, principalmente, para aqueles clientes que habitualmente já fazem uma refeição simples deste tipo”, refere Celeste Pereira. A diretora do departamento alimentar afirma ainda estar convencida que os alunos vão aderir a este tipo de refeição.
Os interessados poderão adquirir as senhas que estarão brevemente disponíveis para venda, nos locais habituais.
No Bar 5 (ECS) e Snack-bar dos Congregados, o regime de venda de senhas para esta refeição será nos moldes existentes nas respetivas unidades (pré-compra).
“O Departamento Alimentar ao seu dispor. A refeição à sua medida!”
13-03-2012 - Correio do Minho
Astronauta partilhou experiência
O maior auditório da Universidade do Minho (UMinho), o A1, foi pequeno para acolher todos quantos quiseram assistir à palestra proferida ontem à tarde por um dos mais experientes astronautas da NASA. Richard Linnehan não desiludiu e partilhou com a plateia algumas das suas experiências espaciais e fotografias pessoais das missões em que participou.

Com quatro missões realizadas e mais de 58 dias no espaço, incluindo seis actividades extra-veiculares (AEV), totalizando 42 horas e 11 minutos de spacewalks, Richard Linnehan confessou que aquilo que mais o impressionava sempre que estava no espaço era “observar o planeta Terra ao longe e constatar como era pequeno”, quando cá “tudo nos parece tão grande”.
Em declarações aos jornalistas, o astronauta afirmou que sendo a Terra um planeta faz todo o sentido apostar na cooperação.
E no caso concreto da cooperação ao nível espacial ela é tida como absolutamente necessária para se prosseguir com a exploração do espaço, sobretudo nestes tempos em que tanto se fala de constrangimentos orçamentais. “É importante que se perceba que só vamos conseguir ir a outros planetas e eventualmente colonizá-los se houver cooperação a nível mundial”, afirmou à comunicação social, revelando que Marte surge como o alvo em que as missões espaciais futuras vão apostar.
Turismo espacial é o futuro
Richard Linnehan é da opinião que as viagens espaciais (turismo espacial) serão uma realidade no futuro. Lembrou que há cinquenta anos pouca gente tinha andado de avião e que hoje é difícil encontrar quem nunca teve uma experiência de voo. O mesmo se passará no futuro, com as viagens espaciais a massificarem-se.

Em declarações aos jornalistas, o astronauta afirmou que sendo a Terra um planeta faz todo o sentido apostar na cooperação.
E no caso concreto da cooperação ao nível espacial ela é tida como absolutamente necessária para se prosseguir com a exploração do espaço, sobretudo nestes tempos em que tanto se fala de constrangimentos orçamentais. “É importante que se perceba que só vamos conseguir ir a outros planetas e eventualmente colonizá-los se houver cooperação a nível mundial”, afirmou à comunicação social, revelando que Marte surge como o alvo em que as missões espaciais futuras vão apostar.
Turismo espacial é o futuro
Richard Linnehan é da opinião que as viagens espaciais (turismo espacial) serão uma realidade no futuro. Lembrou que há cinquenta anos pouca gente tinha andado de avião e que hoje é difícil encontrar quem nunca teve uma experiência de voo. O mesmo se passará no futuro, com as viagens espaciais a massificarem-se.
Em termos pessoais, o astronauta confessou que a sua missão mais complicada foi a terceira. Nesta viajou no vaivém Columbia até ao Hubble Space Telescope, mas o momento mais difícil viveu-o na primeira vez que foi ao espaço porque era uma experiência totalmente nova.
“Não sabia o que esperar e os treinos e estudos que fiz antes valeram a pena para que tudo decorresse da melhor forma”, contou.
Com a plateia do A1, Richard Linnehan partilhou também algumas curiosidades. Para quem quer saber como é a sensação de andar no espaço, ele revelou que “é vestir um fato insuflado, colocar pesos em redor do corpo, e andar assim dentro de água”. E movimentar-se num fato espacial é mais ou menos como vestir uma armadura da idade média, colocar uns patins, umas luvas de boxe e uma bola de aquário na cabeça e tentar movimentar-se para realizar tarefas triviais.
Reitor agradeceu “oportunidade” à embaixada norte-americana
Richard Linnehan foi recebido na Universidade do Minho ao mais alto nível. Foi o próprio reitor, António Cunha, quem lhe deu as boas-vindas. “É um prazer para esta universidade ter cá um homem da Ciência, habituado a rasgar caminhos do conhecimento”, afirmou António Cunha, agradecendo à Embaixada Americana “esta excelente oportunidade”.
Também a presidente da Escola de Ciências da UMinho, Estelita Vaz, afirmou: “esta escola está muito grata com esta visita”.
Foi Estelita Vaz quem apresentou o astronauta à plateia.
“Não sabia o que esperar e os treinos e estudos que fiz antes valeram a pena para que tudo decorresse da melhor forma”, contou.
Com a plateia do A1, Richard Linnehan partilhou também algumas curiosidades. Para quem quer saber como é a sensação de andar no espaço, ele revelou que “é vestir um fato insuflado, colocar pesos em redor do corpo, e andar assim dentro de água”. E movimentar-se num fato espacial é mais ou menos como vestir uma armadura da idade média, colocar uns patins, umas luvas de boxe e uma bola de aquário na cabeça e tentar movimentar-se para realizar tarefas triviais.
Reitor agradeceu “oportunidade” à embaixada norte-americana
Richard Linnehan foi recebido na Universidade do Minho ao mais alto nível. Foi o próprio reitor, António Cunha, quem lhe deu as boas-vindas. “É um prazer para esta universidade ter cá um homem da Ciência, habituado a rasgar caminhos do conhecimento”, afirmou António Cunha, agradecendo à Embaixada Americana “esta excelente oportunidade”.
Também a presidente da Escola de Ciências da UMinho, Estelita Vaz, afirmou: “esta escola está muito grata com esta visita”.
Foi Estelita Vaz quem apresentou o astronauta à plateia.
12-01-2012 - Correio do Minho
Escola de Ciências da Universidade do Minho recebe visita do astronauta da NASA Dr. Richard Linnehan
Dr. Richard Linnehan, um dos mais experientes astronautas da NASA, com 4 missões realizadas e mais de 58 dias no espaço, incluindo 6 AEV (actividades extraveiculares), totalizando 42 horas e 11 minutos de spacewalks, visita a Escola de Ciências da Universidade do Minho no dia 11 de janeiro para uma palestra sobre &ld quo;Space Odisseys”, com o apoio da Embaixada dos Estados Unidos da América em Portugal.
A palestra insere-se no programa de visita de uma delegação da Embaixada dos EUA à UMinho.
A entrada na palestra é livre, mas requer inscrição até dia 10 de janeiro através do e-mail: sec@ecum.uminho.pt.
A entrada na palestra é livre, mas requer inscrição até dia 10 de janeiro através do e-mail: sec@ecum.uminho.pt.
05-01-2012 - Correio do Minho
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