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Pedro Sousa é o novo presidente da AF Braga


𝗢𝗿𝗴𝘂𝗹𝗵𝗼 𝗲 𝗥𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘀𝗮𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲
Quero começar por agradecer, de forma sentida, a confiança dos Clubes que, com a sua voz e o seu voto, me elegeram Presidente da Associação de Futebol de Braga. 
Uma palavra especial, também, a todos quantos me acompanharam neste desafio, a quem deixo uma palavra amiga e de gratidão pelo empenho, dedicação e nobreza com que abraçaram esta caminhada.
Quero, ainda, dirigir um cumprimento democrático ao meu adversário nesta eleição, ao #MiguelAzevedo, cuja participação ajudou a enriquecer e fortalecer a nossa vida Associativa.
Nesta hora, não posso, igualmente, deixar de enviar um abraço amigo e de dedicar um preito de homenagem e reconhecimento ao Presidente #ManuelMachado, por mais de 40 anos ao serviço do Futebol Distrital, primeiro no seu, nosso, FC Vizela e, depois, na nossa AF Braga. Obrigado. 
As eleições de ontem ficam para a história: a participação de 204 dos 217 Clubes neste Acto Eleitoral, uma extraordinária adesão que representa mais de 94% do universo global, faz desta a maior Eleição de sempre da AF Braga. Este é um sinal inequívoco de força, vitalidade e de compromisso com o futuro desta Instituição Centenária. 
Acredito firmemente que se a Associação for - e vai ser - governada numa base de maior abertura, diálogo, proximidade e permanente articulação com os Clubes – o verdadeiro motor e coração da nossa Instituição – tem todas as condições para iniciar um ciclo virtuoso de modernização e progresso, centrado nos Clubes, na sua valorização e no seu desenvolvimento. 
A maioria - esmagadora - que elegeu os novos Órgãos Sociais da AF Braga, consumou-se ontem; a partir de hoje, não há vencedores nem vencidos, mas a responsabilidade indivisa de todos em servir, com lealdade e ambição, a causa maior da AF Braga.
Porque os últimos são, sempre, os primeiros, um enorme obrigado à minha Família. À minha mulher, Filipa Godinho - a minha maior inspiração - mas também aos meus Pais, Adelaide & Vitor Sousa, ao meu irmão, レム ムひ乇イイム, à minha cunhada, Patrícia Rodrigues, aqueles que mais sofrem com as minhas ausências, com o ritmo alucinante que, demasiadas vezes, imprimo à minha vida, mas que, haja o que houver, estão sempre lá, todos os dias, a todas as horas. Sem vocês não só não seria possível, como não teria o mesmo sabor. Obrigado por tanto, obrigado por tudo ♥️

Há mais Braga... para além da romana



Entre 19 e 22 de Julho, o centro da cidade vai ser transformado num castro da Idade do Ferro, numa iniciativa que pretende divulgar o povo que habitou Braga há três mil anos: os brácaros. O desafio partiu da Associação dos Artesãos do Minho e foi de imediato acolhido pela organização da Braga 2012: Capital Europeia da Juventude. Associam-se ainda ao evento a JovemCoop —Jovem Cooperante Natureza / Cultura, a Junta de Freguesia de Maximinos e o Museu D. Diogo de Sousa. O evento vai decorrer no Largo de São Francisco, Rua do Castelo, Rua de Janes e Largo de São João do Souto.


Além do povoado castrejo, delimitado por uma muralha com dois pórticos de entrada, o evento ‘Povoado dos Brácaros’ contará ainda com um mercado alusivo à época, uma praça da alimentação, muita música celta a animar as ruas e recriação de alguns rituais daquela época, concretamente um casamento e um funeral. A organização aposta ainda na vertente lúdico-pedagógica, com ateliers alusivos ao tema em que já estão inscritas cerca de 400 crianças que frequentam ATL’s no concelho. Destaque ainda para uma conferência sobre a cultura castreja, pelo arqueólogo Gonçalo Cruz, responsável pela Citânia de Briteiros.

Projectar a cidade mais antiga

Na apresentação do evento ‘Povoado dos Brácaros’ ontem à comunicação social, o vereador Hugo Pires realçou que um dos objectivos da CEJ passa por mostrar as nossas raízes, costumes e história.

“O que aqui se pretende é isso: mostrar aos br acarenses o povo que habitou esta região antes dos romanos”, realçou, enfatizando a aposta em projectar a marca Braga como a cidade mais antiga de Portugal”.

O presidente da JovemCoop, realçou que a associação se associa à iniciativa pela sua componente histórica. Ricardo Silva sublinhou que “Braga tem muito mais para desvendar sobre a sua história”. Neste caso, o evento mostra Braga na Idade do Ferro e Ricardo Silva destaca que nas elevações em volta da cidade de Braga a cultura castreja é muito expressiva.

Deste evento, o líder da JovemCoop espera que saia a ambição de mostrar “outras Braga’s para além da romana”, porque também existe a barroca, a medieval e muitas mais.

“Braga é poli cronológica. A JovemCoop defende que a sua história deve ser contada como um todo e não apenas dando destaque a um período”, argumentou.

Já Perpétua Ferreira, técnica do serviço educativo do Museu D. Diogo de Sousa, explicou que os ateliês para crianças vão decorrer nos dias 19 e 20, sublinhando a elevada adesão dos ATL ao evento. Realçou ainda que as crianças vão trabalhar sobretudo com materiais reciclados.

Luís Pedroso, em representação da Junta de Freguesia de Maximinos, elogiou a iniciativa da Associação dos Artesãos do Minho e a reafirmou a disponibilidade da autarquia local apoiar o evento naquilo que lhe for possível. O repto está lançado: durante quatro dias os bracarenses são convidados a recuar três mil anos e conhecer como era Braga na Idade do Ferro.

06-07-2012 - Correio do Minho

Viagem pedagógica à era romana



Nem a chuva que ameaçou logo cedo, impediu todos aqueles que visitaram a Braga Romana durante o dia de ontem. E motivos não faltam para fazer uma visita à feira que conta com os ingredientes tradicionais que dão vida a uma verdadeira viagem no tempo ao encontro dos rituais do tempo dos romanos, entre espectáculos de teatro, recriações históricas e dança.

Um dos locais com especial destaque é a tenda pedagógica. Até a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Braga, Ilda Carneiro, já tinha deixado o desafio para os visitantes não se irem embora sem conhecer o trabalho que está a ser desenvolvido por estes dias nas duas áreas pedagógicas, onde se realizam inúmeras actividades académicas e científicas.


As associações e instituições acederam ao convite e promovem até hoje inúmeras sessões e oficinas pedagógicas. Ali também se promovem os jogos romanos de tabuleiro com concursos e torneios.
Durante a manhã de ontem realizaram-se actividades promovidas pelo núcleo de Braga da Associação Nacional de Conservação da Natureza (Quercus) e da delegação de Braga da Associação Nacional para o Estudo e a Intervenção na Sobredotação (ANEIS).

“Estamos sempre presentes com uma tenda na Braga Romana e este ano participamos nas oficinas pedagógicas, tendo que associar a época romana à nossa temática”, explicou a responsável do núcleo de Braga da Quercus, Cristina Ferreira.

Pão com bolotas e oficina de pomadas e ungentos

O Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal de Famalicão associou-se à Quercus e promoveu, ontem de manhã, a oficina de fazer pão com bolotas. “O object ivo é sensibilizar para a floresta autóctone, no caso o carvalho, que é o fundamento da existência da associação”, defendeu Cristina Ferreira, adiantando que o gabinete da autarquia famalicense já promove esta oficina junto das escolas.


Outra das oficinas ali a decorrer foi a oficina de pomadas e ungentos. “Estamos a utilizar mel, azeite, cera e plantas aromáticas, ensinando as receitas”, informou a responsável, salientando “a importância do azeite e das plantas aromáticas para a saúde da pele”.

Mais à frente o ‘Correio do Minho’ falou com a responsável da delegação de Braga da ANEIS, Cristina Palhares, que estava a orientar o peddy paper com as crianças que participam no programa de enriquecimento da associação. “Vamos percorrer as ruas do centro da cidade, descobrir edifícios, nomes de ruas, conviver com responsáveis de tendas e até conhecer uma instituição”, explicou aquela responsável, lembrando que a associação também participou no torneio de famílias dos jogos romanos de tabuleiros.

Durante o dia de hoje outras associações e instituições do concelho promovem sessões e oficinas temáticas.
Entretanto, no mercado romano, as tabernas e a animação de rua deixam antever ‘enchentes’, tal como tem acontecido nos últimos dias. Não faltam as Tasquinhas de petiscos, borrego no espeto e licores de ervas. Enchidos, queijo, pão, carnes e petiscos variados. Durante o evento têm sido servidos os melhores e mais ricos manjares nas tabernas, confeccionados com os produtos da terra e que todos os visitantes terão ainda hoje a oportunidade de saborear.

27-05-2012 - Correio do Minho

Mostrar o que de melhor se faz



A música, ao ritmo de sons florais de flautas e alaúdes, anuncia a entrada no mundo romano. Malabaristas, pregoeiros, fadas, cómicos, cavaleiros, soldados, bailarinas e músicos. Mais à frente aparecem as ciganas, as damas e cavaleiros, os reis e as rainhas que ‘tomam de assalto’ o centro da cidade que está ‘vestido’ a rigor, até domingo, para atrair milhares de pessoas à Braga Romana.
Por entre as tendas não faltam os comerciantes de mil e uma artes a mostrar talento. Mas as escolas e as associações do concelho também aproveitam para mostrar “com orgulho” o que fazem e dizer “presente” neste evento que já é de todos.
Ontem à tarde, o ‘Correio do Minho’ visitou algumas das tendas das muitas escolas presentes.
A EB2,3 de Nogueira marca presença, pela primeira vez, com a tenda, mas participa, desde a primeira edição da Braga Romana, no desfile de abertura. “A envolvência dos pais, especialmente na confecção das roupas, é de louvar e até as avós que ainda cozem pão à moda antiga colaboram para a Braga Romana”, destacou a sub-directora do agrupamento, Sandra Vieira.


Cerca de 80 alunos, professores e funcionários estão envolvidos e abraçaram este projecto, notando-se que a adesão tem crescido de ano para ano.
Marmelada caseira com nozes, compota, bolachas de gengibre, doces caseiros, ervas aromáticas, coroas de flores, sacos pintados à mão podem ser adquiridos na tenda da escola. “Foi tudo confeccionado na Ofici na de Artes e as plantas são provenientes da nossa horta, que conta com a colaboração de professores e a associação de pais”, acrescentou aquela responsável.
Joana Antunes e Carla Peixoto, alunas do 11.º ano do curso profissional de Animação
Socio-Cultural, tomavam conta da tenda da Escola Secundária Sá de Miranda. Ali pode-se encontrar inúmeros artigos feitos à mão, desde pulseras, marcadores de livros a sacos em tecido de felpo. Também não faltam os vasos com plantas como carvalho, menta ou hortelã verde.


Na tenda da Escola Alberto Sampaio, que já participou ano passado, não faltava a marmelada caseira, o azeite, o licor, os biscoitos, as compotas e as la- ranjas. “Foi tudo feito na escola por alunos e professores”, contou a professora e bibliotecária, Helena Duque, evidenciando ainda a iniciativa de ginástica, promovida pela escola, no palco existente no Campo da Vinha.
A participação, da responsabilidade do Departamento de Ciências Sociais e Humanas da escola, enche de “orgulho” toda a comunidade escolar, tal como confidenciaram Pedro, aluno do 12.º ano, Tânia e João, do 10.º ano, fazendo referência ainda à decoração da tenda.


Um regresso ao passado para uma feira romana que tornou ainda mais peculiar e fascinante o centro histórico da cidade, levando os visitantes por ruelas e calçadas onde até as fachadas das casas e das lojas ‘vestidas’ a rigor com panos coloridos fazem esquecer a correria do dia a dia em pleno século XXI.

25-05-2012 - Correio do Minho

Dois mil caminharam para ajudar APPACDM



Cerca de duas mil pessoas participaram ontem de manhã na caminhada ‘Um passo, por um sorriso’, iniciativa da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Braga, em parceria com Braga 2012 Capital Europeia da Juventude, com o objectivo de angariar fundos para a reconstrução de uma piscina terapêutica.

A atravessar uma situação financeira delicada, a direcção da APPACDM recebeu ontem um contributo importante para recuperar a piscina do seu complexo em Lomar, estrutura essencial para a melhoria da qualidade de vida dos seus utentes. Cada um dos participantes na marcha de ontem contribuiu com dois euros para a reconstrução da piscina.

Apoio importante

Alberto Sousa, presidente da direcção da APPACDM de Braga, considerou a verba angariada ontem “muito importante” para o objectivo pretendido.

Sobre a situação financeira da associação, que tem obrigada à rescisão de contratos de trabalho com alguns dos seus colaboradores, o presidente regista algumas melhorias, mas entende que é ainda necessário “mobilizar o Estado e a sociedade civil” para manter de pé esta instituição particular de solidariedade social de apoio à população deficiente mental.


Com um passivo que ascende a cerca de 1,2 milhões de euros, os corpos g erentes da APPACDM deparam-se com um prejuízo mensal estrutural um pouco inferior a 25 mil euros, situação a que responderam com um plano de reestruturação que aponta para a redução de 15 postos de trabalho. Alberto Sousa, precisou ontem que novas rescisões estão dependentes da capacidade em acabar com o défice mensal e encontrar verbas para pagar aos credores.

A ‘obrigação’ da Capital da Juventude

Joel Pereira, da Fundação Cultural Bracara Augusta, entidade gestora da Capital Europeia da Juventude, destacou a forte participação da população bracarense na caminhada de apoio à APPACDM.


De acordo com este responsável, a Capital Europeia da Juventude tinha obrigação de “estar ao lado” desta iniciativa solidária, tanto mais que a mobilização da população juvenil e não só para a solidariedade e a cidadania activa é um dos propósitos de Braga 2012.

Joel Pereira, um dos participantes na caminhada de 6,5 km, afirmou que a programação da Capital Europeia da Juventude está a conseguir mobilizar as associações locais e a escolas e a “conseguir conquistar pouco a pouco os cidadãos de Braga”.

A muitos dos participantes, a organização da caminhada da APPACDM proporcionou avaliação de riscos cardiovasculares, rastreios de saúde oral e conselhos de alimentação saudável.

30-04-2012 - Correio do Minho

Associação de Profissionais de Educação Física de Braga comemorou aniversário



Comemorou-se no dia 14 de Abril mais um aniversário da Associação de Profissionais de Educação Física de Braga (APEFB), a mais antiga do País. No âmbito das comemorações, realizou-se uma tertúlia, revivendo uma outra realizada há 20 anos, a que se deu o mesmo nome, “Os Limites do Corpo”.


Nas renovadas instalações, gentilmente cedidas pela direção, da Escola Secundária de Vila Verde e com a participação de docentes da FADE e ESEF e de atletas que testa(ra)m os seus limites diariamente e que vieram partilhar a sua experiência connosco, realizou-se a tertúlia.

A tarde pareceu pequena e limitada, tendo em conta a importância dos temas debatidos e a forma como foram abordados, tão simples e ao mesmo tempo tão diferenciada, por parte dos palestrantes convidados. Ainda no decurso da mesma, foi homenageado a título póstumo o Prof. André Costa, que esteve entre nós no seminário então organizado no âmbito da comemoração dos 10 anos da APEFB, e que viria a falecer sensivelmente um ano depois num acidente de viação, em 1993.

À noite, numa das muitas quintas em que o concelho de Vila Verde é fértil, fomos testar os limites do estômago e das emoções”, num jantar comemorativo, onde se fizeram mais algumas merecidas homenagens. Todos os ex-presidentes da Associação, receberam um alfinete em prata com o símbolo da APEFB. Um deles, o Prof. Pinto de Carvalho fez questão de, em breves mas sentidas palavras, relembrar alguém que também já não se encontra entre nós, mas que foi um dos baluartes da Associação enquanto viveu, o Prof. Mário Costa.

A nova direção, recentemente eleita depois de um período conturbado em que se temeu pelo encerramento da APEFB, aproveitou também para homenagear o recém-reformado Prof. Alfredo Ribeiro, que apesar de reformado da profissão, não consegue, e ainda bem, reformar-se da intervenção constante e pertinente em tudo o que diga respeito ao associativismo e à luta por uma melhor e mais saudável prática desportiva, de que ele é um exemplo vivo e atuante.
A noite terminou com danças de salão, em que os professores presentes mostraram que não há limites quando o assunto é “o corpo”.

17-04-2012 - Correio do Minho

Oportunidade inovadora de emprego



Promover a celebração de contratos de trabalho com desempregados, garantindo a formação profissional e o financiamento de metade do salário mensal é o objectivo da Medida Estímulo 2012, que, ontem, o delegado regional do Norte do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), César Ferreira, apresentou aos muitos empresários que participaram na sessão de esclarecimento, que decorreu na Associação Industrial do Minho (AIMinho).

Trata-se, portanto, “de um incentivo à criação de emprego inovadora que é dotado de um financiamento de 100 milhões de euros para a formação e contratação de desempregados de média e longa duração, ao mesmo tempo que contribui para o aumento da sua futura empregabilidade mediante a concessão de formação profissional”, explicou o delegado do Norte.
Para além de se pretender “duplicar a oferta de formação profissional”, com esta medida o Governo quer ainda “duplicar os estágios profissionais para jovens desempregados qualificados”, defendeu César Ferreira, informando que esta medi da vai abranger 56 mil desempregados”.

Não querendo revelar as metas a atingir, o delegado do Norte do IEFP espera “contar com a dinâmica do distrito de Braga para atingir a meta que se pretende para a região”.
Apesar de todos os distritos “preocuparem”, Braga apresenta números mais elevados de desemprego e daí a “preocupação também ser redobrada”, admitiu.

Não prevendo uma “catástrofe iminente no sector da construção civil” na região, César Ferreira espera que “haja alguma reformulação de projectos profissionais por parte dos empregados dessa área, conseguindo arranjar emprego num outro sector”. Até porque com esta “oportunidade inovadora de emprego com formação obrigatória há sempre a possibilidade de fazer algum ajustamento por parte dos empregados”, defendeu ainda aquele responsável.
Esta foi a quarta sessão de esclarecimento que se realizou e o delegado do Norte mostrou-se “satisfeito” com a adesão e participação dos empresários.

13-04-2012 - Correio do Minho

Mercado enriquece Páscoa



Até sábado ao final do dia, o coração da cidade dos arcebispos está transformado no ‘Mercado da Páscoa’, uma iniciativa da Divisão de Turismo da Câmara de Braga e da Associação dos Artesãos do Minho que pretende reforçar a projecção da ‘marca Braga’ num período em que abundam turistas na região.

“O mercado está muito rico, tem uma grande diversidade de produtos e reflecte muito bem aquilo que é o nosso artesanato e também as nossas iguarias, sobretudo os doces que são bastante apreciados depois do período da Quaresma”, referiu Vítor Sousa, vice-presidente da câmara, que ontem de manhã liderou a visita inaugural ao evento.

Destacando a forte cooperação que tem existido entre a Divisão de Turismo e a Associação de Artesãos do Minho, Vítor Sousa sublinhou que as cidades se validam também por este tipo de aposta. “Quem nos visita gosta de conhecer o nosso artesanato e este é um evento que enriquece muito este período da Semana Santa”, acrescentou o vice-presidente, que também tutela a área do Turismo no Município.

Vítor Sousa mostrou-se ainda bastante satisfeito com a aflu ência de turistas à cidade neste período. “As expectativas em termos turísticos são muito boas. Os números disponíveis apontam para que as unidades hoteleiras da região fiquem repletas, com uma ocupação superior a 90%”, afirmou, adiantando que este ano, pelos dados de que já dispõe, “parece haver mudanças” em termos de mercados emissores de turistas. “Há menos espanhóis, porque os nossos vizinhos também estão em crise, mas estão a crescer turistas de outros mercados”, adiantou.

Nos cerca de 80 stands de venda instalados na Praça da República e topo norte da Avenida da Liberdade é possível apreciar e adquirir variados produtos: santos e cruzes alusivas à Páscoa, flores, peças de vestuário e bijuterias artesanais, objectos decorativos, queijos e enchidos e muitos doces típicos.

No stand ‘Doces de sonho’, por exemplo, Alice Maia vende doces caseiros: rabanadas, sonhos, broa de mel, doces de côco e latinas, entre outros. Oriunda de Vila Nova da Famalicão, Alice Maia antevê um bom ‘Mercado da Páscoa’. “Para já, anda por aqui muita gente. Vamos ver como corre”, disse.

05-04-2012 - Correio do Minho

Mais de dois mil caminharam pelo autismo



Foram mais de duas mil as pessoas que fizeram questão de marcar presença na 2.ª Caminhada Solidária, organizada, ontem de manhã no centro da cidade, pela Associação para a Inclusão e Apoio ao Autista (AIA). “Acima de tudo temos aqui muitas famílias e esse era o nosso grande objectivo”, referiu a presidente da associação, Ana Paula Leite, admitindo que o facto do treinador do Sp. Braga, Leonardo Jardim, se ter associado a esta causa fez ‘disparar’ o número de participantes.


“A divulgação foi muito boa e o facto do treinador do Sp. Braga ter apoiado a nossa caminhada acho que deu outra credibilidade para que as pessoas fossem mais participativas”, referiu a presidente da AIA, momentos antes do sinal de partida para esta 2.ª caminhada.

O certo é que a mensagem passou e os bracarense mostraram-se mais uma vez solidários. “As famílias que, até agora, pensavam que estavam sozinhas e que não havia mais ninguém a lidar com esta problemática, espero que a partir de agora tenham consciência que existem muitas famílias a viver a mesma situação e que nos procurem”, apelou a responsável, lembrando que em Braga existem cerca de 400 pessoas que sofrem de espectro de autismo e apenas 185 estão associadas à AIA.

Depois desta caminhada, a AIA está já a trabalhar na próxima actividade. “Estamos a pensar num arraial minhoto para se realizar em Palmeira em Maio ou Junho. O objectivo destas iniciativas é arranjar fundos, mas também conviver e um arraial minhoto é isso mesmo, festa e alegria”, justificou.

A 2.ª caminhada solidária contou com o apoio da Câmara Municipal de Braga, do Sp. Braga, do Pingo Doce, da Junta de Freguesia de Palmeira, do Regimento de Cavalaria n.º 6 (RC6), da PSP e da Scholl Eventos.
A inscrição custou 2,5 euros, sendo que os participantes receberam uma t-shirt no local da prova.

A vereadora da Câmara Municipal de Braga, Palmira Maciel, também não faltou à convocatória e participou na caminhada solidária. “Tinha que estar aqui, porque esta iniciativa é fundamental”, justificou a vereadora, realçando a necessidade de “sensibilizar as pessoas para a causa” e ao mesmo tempo para a prática desportiva saudável. “São dois bons motivos para aqui estar”, confessou Palmira Maciel que admitiu ter “um carinho especial” pela AIA, já que a viu “nascer e crescer”.

Todos juntos por uma causa

Uns participaram porque têm familiares que sofrem de espectro de autismo e vivem diariamente lado a lado com a doença. Outros marcaram presença por uma questão de solidariedade. Juntos caminharam a favor da Associação para a Inclusão e Apoio ao Autista (AIA).


Pedro Costa, de Gualtar, participou na caminhada com alguns familiares. “A afilhada da minha mãe é autista e acompanhamos de perto a situação dela e, por isso, estamos cá”, justificou aquele bracarense, assegurando que estão sempre prontos “para ajudar no que for preciso”.
No início, Pedro Costa admitiu que “não foi fácil”, mas depois foi “aprender a lidar com a situação e adaptar-se tudo à menina, que é uma criança feliz”.

Marco Carneiro, de Gondizalves, “não podia ficar indiferente” a esta iniciativa, até porque namora com uma jovem que sofre de espectro de autismo. O jovem admitiu que “é muito complicado e, às vezes, custa lidar com determinadas situações, mas o amor supera tudo”.

A namorada, Fátima Alves, também tem consciência que a tarefa de Marco não é fácil. “O nosso caso é a prova que é perfeitamente possível ter uma vida normal”, confidenciou a jovem, referindo que “não tem sido fácil, mas vai-se superando as dificuldades pouco a pouco”. Fátima enalteceu a realização desta iniciativa, já que “é fundamental sensibilizar a população para a doença”.

Mais à frente, o ‘Correio do Minho’ falou com duas amigas que fizeram questão de participar na caminhada “por amor à causa”. “Sinto orgulho em estar aqui e sempre que posso apoio este tipo de iniciativas”, frisou Maria José, acreditando que “todos juntos podemos ser mais fortes e, neste caso, permitir às crianças a terem uma vida perfeitamente normal”.

A mãe trabalhou durante muitos anos no Porto com autistas, por isso, Maria José sabe que “é um trabalho difícil, mas muito salutar”. A amiga Ercília Machado é auxiliar numa escola e também já teve que lidar com crianças autistas. “Precisam de muita atenção e carinho”, frisou Ercília Machado.


Carminda e Vânia Abreu decidiram passar o ‘dia das madrinhas’ com as filhas e afilhadas, Clara e Manuela, “de uma forma diferente”. “Tivemos conhecimento da caminhada e decidimos participar pela causa. Este problema pode afectar a todos e não sabemos o dia de amanhã, por isso, temos que ajudar sempre”, confessaram.

AIA quer terapia em casa e CAO para os autistas

“As pessoas com autismo devem poder partilhar dos mesmos direitos e privilégios de toda a população europeia na medida das suas possibilidades e tomando em consideração os seus melhores interesses”
in Carta para as pessoas com autismo

Na data de celebração do Dia Mundial para a Consciencialização do Autismo, a presidente da Associação para a Inclusão e Apoio ao Autista (AIA), Ana Paula Leite, reclamou a necessidade das obras de requalificação e ampliação da sede, em Palmeira, para a construção do Centro de Actividades Ocupacionais (CAO), bem como a necessidade de levar a terapia a casa das crianças com autismo.

A esperança de vir a obter brevemente financiamento para a ampliação das actuais instalações mantém-se, aguardando por nova oportunidade de financiamento estatal, ao abrigo do Programa Operacional Potencial Humano (POPH).
Para estas obras de adaptação, Ana Paula Leite destacou a importância do projectado CAO para acudir às necessidades de autistas que, findo o período de escolaridade obrigatória, ficam sem estruturas que promovam a sua socialização.

A direcção da AIA vai insistir junto dos responsáveis do Centro Distrital de Solidariedade Social de Braga para a necessidade da celebração de acordos de cooperação para o acompanhamento especializado destas crianças e jovens. “Queremos remodelar o nosso espaço e pretendemos ter o CAO para funcionar como espaço suporte, porque não queremos lá os meninos o dia todo, o objectivo é criar protocolos com várias entidades. Pretendemos sair com eles, ir à piscina, ir às compras ao supermercado, ir ao cinema ou à biblioteca”, explicou a presidente.


A direcção da AIA pretende também celebrar um acordo atípico com a Segurança Social para intervenção nestes meninos em regime de ambulatório. “Fazer terapia na associação ou num gabinete não chega. A técnica fica com dúvidas se em casa continuam a fazer a terapia. Por isso, o objectivo é a técnica ir a casa trabalhar a criança e a família, porque, às vezes, a família não faz porque não sabe como fazer e desta forma conseguiremos arranjar estratégias para melhorar a vida da criança”, justificou Ana Paula Leite.

Esta síndrome comportamental atinge milhares de pessoas. Em Portugal não se sabe ao certo quantos autistas existem. No distrito de Braga pensa-se que a prevalência seja de 400 pessoas. E para dar resposta aos casos de autismo verificados no distrito nasceu em Outubro de 2007 o núcleo de Braga da Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo (APPDA).

Após um grupo de pais ter iniciado uma série de reuniões de ‘Partilhas’ no Departamento de Pedopsiquiatria do então Hospital S. Marcos e tendo-se constatado os inúmeros problemas relacionados com a falta de apoios aos pais e consequentemente aos autista do distrito deu-se início ao projecto sendo eleito um grupo coordenador.
Em Janeiro de 2010 foi constituída a Associação para a Inclusão e Apoio ao Autista (AIA).

“Decidimos avançar com a AIA com todas as vantagens e desvantagens que isso significava, mas lá temos avançando”, contou a presidente, admitindo que “é uma luta diária para ter associação a funcionar”. Actualmente, a instituição tem cerca 185 associados, a maior parte deles familiares de pessoas com espectro de autismo, estando a apoiar 34 crianças.

A associação, que ocupa as instalações da antiga escola do Assento, na freguesia de Palmeira, tem disponível apoio com terapia da fala, terapia ocupacional, psicomotrocidade, psicomotrocidade em meio aquático, psicologia e música.


Para os pais, a AIA promove bastantes convívios com as crianças e sem elas e realiza as reuniões de partilha, em dois grupos (para pais de crianças com perturbações de autismo e outro para pais das crianças com síndrome de Asperger).

“Nestes encontros, os pais falam o que lhes vai na alma. Todos temos em comum o mesmo problema: o autismo. E, por isso, falamos todos a mesma linguagem. Desta forma conseguimos mostrar aos pais que não estão sozinhos e sentimo-nos mais seguros”, confidenciou a responsável, que é mãe de uma menina autista.
Os pais depois de ter um diagnóstico, que normalmente é por volta de três anos, passam a fase da revolta, do luto, até chegar à aceitação. “A partir daqui começam a sair com eles e levam uma vida normal, mas não é fácil. Não é fácil mas consegue-se, o importante é não desistir deles nem de nós”, alertou.

02-04-2012 - Correio do Minho

Chegar a todos os autistas


Existem em Braga cerca de 400 pessoas que sofrem de transtornos do espectro do autismo, mas apenas 185 estão associadas à Associação para a Inclusão e Apoio do Autismo (AIA), com sede em Palmeira. Onde estão as outras pessoas? Será que estão em negação ou desconhecem a associação? Foi com o objectivo de ir ao encontro dessas pessoas que a AIA organizou, ontem de manhã, uma tertúlia sobre o tema ‘Autismo: abordagens e metodologias’.


Inserida nas celebrações do Dia Mundial da Consciencialização do Autismo, que se comemora amanhã, também se realiza hoje uma caminhada solidária.

“Às vezes os pais pensam que estão sozinhos, por isso, queremos dar a conhecer a nossa associação e divulgar e sensibilizar a sociedade para esta causa”, justificou a presidente da AIA, Ana Paula Leite.

A tertúlia ‘Autismo: abordagens e metodologias’, que juntou técnicos e pais de crianças que sofrem do espectro autista, permitiu “esclarecer dúvidas, questionar e dar ânimo aos pais”, sublinhou aquela responsável, deixando um recado aos pais: “é difícil, mas consegue-se fazer coisas maravilhosas com os filhos autistas”.

Ana Paula Leite lembrou ainda que “nada identifica fisicamente que a criança é autista e depois tem comportamentos diferentes, por isso, a socialização e o comportamento que ela tem são o mais complicado e controlar”.

As perturbações do espectro autista são uma realidade que afecta cerca de um por cento das crianças. “Tem aumentado o número de incidências da doença, porque agora existe um rótulo, a doença está identificada”, explicou a presidente da instituição.

Quando se descobre que um filho sofre do espectro autista “os pais passam por várias fases, depois da revolta chega a aceitação e o aprender a lidar com a doença da criança. Desistir é que nunca, tudo se consegue e o principal é mesmo não desistir”, apelou a responsável.

Caminhada é um passo para divulgar doença

A Associação para a Inclusão e Apoio ao Autista (AIA) organiza, hoje às 11 horas, a 2.º Caminhada Solidária. O treinador do Sp Braga, Leonardo Jardim, apadrinha esta iniciativa que “é um passo para a promoção da Associação, para que as pessoas saibam que a associação existe e está aqui para apoiar todas as pessoas que têm filhos ou familiares com esta problemática” referiu a presidente da AIA, Ana Paula Leite.


A inscrição custou 2,5 euros, podendo ser trocada por uma t-shirt no local da prova, a partir das 10 horas de hoje.

A caminhada começa na Avenida Central junto ao chafariz, desce a Avenida da Liberdade, vira na Avenida João XXI e vai até à rotunda perto da Universidade do Minho e volta para trás para subir a Avenida 31 de Janeiro e terminar na Avenida Central.

A 2.ª caminhada é apenas uma das actividades com que a AIA comemora o Dia Mundial para a Consciencialização do Autismo, que se assinala amanhã. Nesse dia, o objectivo da AIA é iluminar de azul um monumento da cidade à semelhança do que acontece um pouco por todo o mundo.

“O azul é a cor do autismo, porque 75 a 85 por cento dos doentes com perturbações são rapazes”, justificou a presidente da instituição.

A caminhada conta com a parceria do Pingo Doce e da Câmara Municipal de Braga.

01-04-2012 - Correio do Minho

BICMinho tem 760 mil euros para empresas tecnológicas


O BIC Minho (Business Innovation Centre do Minho) apresentou ontem o I9EIBT, projecto que disponibiliza 760 mil euros para a criação na região de empresas inovadoras de base tecnológica. Financiado a 80 por cento pelo programa ON.2 - Novo Norte, o I9EIBT visa, segundo o director-geral do BICMinho, Nuno Gomes, “fomentar a criação e o desenvolvimento de empresas baseadas na criatividade e na inovação”.


Numa sessão com dezenas de potenciais candidatos aos apoios do I9EIBT, o presidente do BICMinho, André Vieira de Castro, precisou que o projecto surge para promover a “industrialização da tecnologia”.

Carlos Neves, vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, destacou esta virtualidade do projecto que ajudará “a converter em valor (empresas e emprego) o conhecimento gerado em centros de investigação”.

Também presente na apresentação pública do I9EIBT, o vice-presidente da câmara de Braga, Vítor Sousa, apontou a oportunidade do projecto, já que o concelho, ultrapassada a fase de afirmação regional com o ‘cluster’ da construção civil, tem de entrar num novo ciclo de desenvolvimento a ssente no aproveitamento do conhecimento gerado em estruturas como a Universidade do Minho e o Instituto Internacional Ibérico de Nano-tecnologias.


Para o presidente da Associação Industrial do Minho, António Marques, o projecto do BICMinho é uma resposta ao “desafio da empregabilidade” que a região enfrenta. “Sendo Braga a região que cria mais empresas novas, temos o desemprego que temos porque as empresas novas criam um volume de emprego menor do que as que fecham”, constatou o dirigente empresarial.

A experiência de uma empresa que apostou na inovação tecnológica para ter sucesso relatada na sessão de ontem por Sérgio Agrelos, da ‘F3M’, um gestor que alertou para o facto de Portugal ser dos países europeus onde os jovens mais vontade manifestam de criar empresas, mas também aquele onde existe menor número de empresas criadas por jovens. José Mendes, vice-reitor da Universidade do Minho elencou as infotecnologias, nanotecnologias, biotecnologias e neurotecnologias como quatro grandes áreas com potencial de mercado. Carlos Neves apontou a economia do mar como uma “pista para novos empreendedores” da região Norte.

30-03-2012 - Correio do Minho

Capital da Juventude impulsiona comércio

O comércio do centro da cidade vai tirar grandes proveitos da realização da Braga 2012: Capital Europeia da Juventude (CEJ 2012). O presidente da Associação Comercial de Braga (ACB) acredita que “os comerciantes vão ter certamente um ano mais positivo”, pois o evento pode servir de alavanca para o sector.


Domingos Macedo Barbosa está convicto de que o comércio do centro histórico vai beneficiar bastante com a afluência de pessoas por via da realização da CEJ 2012 e já a partir de amanhã, dia da abertura oficial do evento em que são esperadas milhares de pessoas para apreciar o programa de animação que se vai desenrolar por todo o dia em vários pontos da urbe.
Se a Capital da Juventude vai funcionar como uma bola de oxigénio para os comerciantes, estes terão “o dever” de contribuir para o evento, a começar por amanhã.

Em conferência de imprensa, Domingos Macedo Barbosa e Hugo Pires, presidente da Fundação Bracara Augusta, apelaram aos comerciantes para que amanhã mantenham os estabelecimentos abertos até mais tarde e efectuem as cargas e descargas “o mais cedo possível”.
“A ACB e o Município de Braga fazem um apelo conjunto no sentido da abertura do maior número possível de estabelecimentos comerciais durante a tarde do próximo sábado”, afirmou Macedo Barbosa, que acredita que os comerciantes vão responder positivamente ao desafio, pois também percebem que vão tirar proveitos do evento.


Hugo Pires recordou que um dos objectivos principais da CEJ 2012 é capacitar os jovens, dar-lhes ferramentas para acederem ao mercado de trabalho ou serem empreendedores, mas o evento pretende também contribuir para impulsionar a economia da região.
O responsável pela gestão da CEJ 2012 anunciou ainda que é objectivo do evento replicar o modelo do programa de abertura. “Pretendemos replicar este modelo de animação ao longo de todo o ano para dinamizar as ruas e praças da cidade. Queremos incentivar os bracarenses e quem nos visita a vivenciarem os espaços públicos”, disse Hugo Pires.

Lojas abertas todo o dia e descargas só até às 9 horas da manhã

O presidente da Fundação Bracara Augusta, Hugo Pires, e o presidente da ACB, Macedo Barbosa, pediram aos comerciantes para que amanhã sejam compreensivos e façam as cargas e descargas o mais cedo possível.
O programa de animação da abertura oficial da CEJ 2012 espera contar com as lojas abertas durante todo o dia.


No que respeita a cargas e descargas, os comerciantes devem providenciar para que as operações de abastecimento dos seus estabelecimentos aconteçam até às 9 horas da manhã. São abrangidos por esta medida os estabelecimentos nas zonas envolventes ao Arco da Porta Nova, Rua D. Diogo de Sousa, Praça Conde de Agrolongo, Rossio da Sé, Rua de São Marcos, Largo Barão de S. Martinho, Rua do Souto, Rua dos Capelistas, Praça da República e Avenida da Liberdade.

Ao longo do dia ocorrerão ainda cortes no trânsito nas imediações dos espaços onde se realizam os espectáculos e as actividades de animação de rua, de acordo com o planeamento estipulado pela organização do evento e pelas autoridades policiais.

13-01-2012 - Correio do Minho

AAUM na rua contra um ‘Natal negro’

A Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) assinalou ontem a iniciativa ‘Natal Negro No Ensino Superior’ com a divulgação de uma imagem corporativa que faz referência a um fim de ano difícil por parte dos estudantes. Hoje realizam-se acções simbólicas como a criação de árvores de Natal negras e a colocação de faixas negras em locais icónicos.


A 10 de Dezembro, reunidas em Braga num Encontro Nacional de Direcções Associativas (ENDA) extraordinário, as associações estudantis aprovaram acções públicas como “forma de prote sto” contra o regime de atribuição de bolsas para o ensino superior, sob o mote “o Natal está negro”.

As associações de estudantes alertam que com os contínuos atrasos no pagamento das bolsas, com as famílias a passar mais dificuldades, com os cortes salariais, com a taxa de desemprego e quando o sistema de acção social não consegue dar resposta a estes problemas sociais, haverá mais pessoas a abandonar o ensino superior. Seis mil estudantes abandonaram este ano lectivo a frequência de universidades e institutos politécnicos.

21-12-2011 - Correio do Minho

Pedaladas solidárias deram cor à cidade

A cidade de Braga foi ontem “invadida” por cerca de duas centenas de Pais Natais que pedalaram pelo centro histórico. A iniciativa do Fundo Social da Câmara Municipal de Braga, da Associação de Cicloturismo do Minho e do Fórum Cannondale teve este ano uma vertente solidária.
Os ciclistas começaram a juntar-se no Campo da Vinha pelas nove da manhã, embora o início do passeio estivesse agendado para as dez.


Além de desafiar os ciclistas a usar um traje adequado à época (farda de Pai Natal), a organização resolveu inovar e introduzir um cariz solidário no evento. “No ano passado viemos vestidos de Pais Natais. Este ano resolvemos desafiar os participantes a trazerem bens alimentares que depois vamos entregar a instituições de solidariedade”, explicou Joaquim Gomes, responsável pelo Fundo Social da Câmara de Braga.

Os participantes corresponderam e além de solidários apresentaram-se no Campo da Vinha bem dispostos e cheios de energia para pedalar numa manhã fria, mas muito solarenga.
Jorge Barrote, presidente da Associação de Cicloturismo do Minho, realçou o facto de esta iniciativa ter mobilizado famílias inteiras.

“Esta é também uma jornada de confraternização que pretende fazer cair alguns mitos que ainda possam existir relacionados com as bicicletas. O ciclismo é um excelente desporto, mobiliza muita gente e está a ganhar cada vez mais adeptos”, acrescentou.
O passeio durou cerca de 45 minutos e contou com ciclistas de todas as idades.

19-12-2011 - Correio do Minho

Livro Verde vai “diminuir freguesias”

O Conselho Directivo da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) reuniu, ontem, na Junta de Freguesia de Arentim, com o objectivo de promover debates que procurem, segundo Francisco Oliveira, delegado regional da ANAFRE, “ajudar a encontrar as melhores soluções” e avaliar o desenvolvimento do processo de Reforma Administrativa e o Orçamento de Estado para 2012 (OE 2012).


O distrito de Braga foi escolhido pelos Conselhos Geral e Fiscal da ANAFRE para a realização da iniciativa, visto que se trata do distrito com maior número de freguesias a nível nacional, agregando, no total, 515 autarquias locais.

Armando Vieira, presidente do Conselho Directivo da ANAFRE declara que “o que está em curso não é um processo de reorganização administrativa”, mas sim “um processo de diminuição do número de freguesias”.

“Uma reorganização administrativa, porventura, seria uma coisa mais profunda e teria que haver muito mais tempo”, explica o responsável, considerando, ainda, que os oito meses definidos pela troika são escassos.
“Os eleitos locais das freguesias e as populações têm de ser pró-activos e têm de tomar decisões de agregação, diminuição ou junção das freguesias territorialmente contíguas”, exorta o responsável, realçando que, caso contrário, “estamos a devolver e a legitimar uma imposição que possa vir do Estado central”.

Quanto ao OE 2012, Armando Vieira considera que a Lei das Finanças Locais “já não existe”. “Nos últimos cinco anos, as freguesias viram subtraídos os seus direitos em 86 milhões de euros”, aponta o responsável.
O Conselho Geral da ANAFRE reúne hoje, às 10 horas, no auditório da Associação Industrial do Minho.

12-11-2011 - Correio do Minho

Figueiredo desfolhou à moda antiga

Largas centenas de pessoas assistiram anteontem à noite, em Figueiredo, à recriação de uma desfolhada de milho. Integrada na iniciativa ‘Reviver o Passado’, a desfolhada teve como protagonistas os membros do grupo folclórico da Associação Cultural e Recreativa Hélios de Figueiredo.


Três carros de bois transportaram o milho para o recreio da Escola Primária de Figueiredo, local que, por uma noite, se transformou na eira onde, algumas décadas atrás, os lavradores reuniam familiares e amigos para a desfolhada do milho.

Jaime Ferreira, presidente do grupo folclórico da Associação Hélios de Figueiredo, destacou ao Correio do Minho o cuidado tido com rigor da recriação desta actividade agrícola que constituía um momento de convívio das comunidades rurais nos tempos em que a mecanização ainda não tinha chegado aos campos.

Os elementos do rancho trajaram à moda antiga na tarefa de desfolhar as espigas de milho, animados com o toque de concertinas a cantigas do antigamente.

Não faltou nesta desfolhada o vinho e algumas iguarias com que eram agraciados os convidados dos lavradores nas desfolhadas: sardinhas fritas e caldo.

Dado a grande adesão popular a esta primeira edição, o presidente do grupo folclórico promete repetir a desfolhada nos próximos anos.

Ontem à tarde, o programa ‘Reviver o Passado’ prosseguiu com jogos tradicionais e um magusto.

17-10-2011 - Correio do Minho

Obras da antiga estação arrancam em Setembro

Em Setembro devem arrancar as obras de requalificação e adaptação da antiga estação ferroviária de Braga. Desocupado desde 2004, ano em que foi inaugurado o novo terminal de comboios do ramal de Braga, o edifício da antiga estação vai acolher a sede da delegação de Braga da Entidade Regional de Turismo Porto e Norte de Portugal e várias associações do concelho.


A vereadora da Cultura da Câmara de Braga, Ilda Carneiro, confirmou ao ‘Correio do Minho’ o arranque da empreitada no próximo mês.

As obras, orçadas em 263 mil euros são comparticipadas por fundos da União Europeia, ao abrigo das ‘Parcerias para a Regeneração Urbana’, aprovadas pelo Programa Operacional da Região Norte 2007-2013.

Edifício multiusos

O programa de candidatura refere que, após a conclusão das obras de adaptação, os espaços da antiga estação ferroviária serão ocupados e animados por diversas instituições, como a Companhia de Teatro de Braga, a Associação dos Encontros da Imagem, o Museu da Fábrica Confiança, o Orfeão de Braga e a Entidade Regional de Turismo.A vereadora Ilda Carneiro não fecha a porta a outras instituições do concelho, assumindo os compromissos já estabelecidos com a Entidade Regional de Turismo e o Orfeão de Braga. Esta última instituição luta há muito tempo por um espaço adequado para ensaios.

A instalação de um Museu da Fábrica de Sabonetes Confiança no edifício tem sido também aventada.

A antiga estação é vista como uma boa localização para a sede e ateliês artísticios da Associação dos Encontros da Imagem.

18-08-11 - Correio do Minho