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Caminhada às Sete Fontes superou expectativas
Foram 130 as pessoas que, ontem de manhã, caminharam desde a Arcada até às Sete Fontes, entre elas o vereador da Juventude e presidente da Fundação Bracara Augusta, Hugo Pires, e o presidente da Junta de S. Victor, Firmino Marques, que participou “na qualidade de cidadão”, mas satisfeito pela iniciativa que contribuiu para divulgar um monumento que merece estar melhor preservado e protegido.
A maioria dos participantes já conhecia as Sete Fontes, no exterior, mas ontem teve oportunidade de conhecer o interior das mães de água em visitas guiadas por Ricardo Silva, coordenador da JovemCoop.
Já na fase final da iniciativa, David Mendes, vice-coordenador da JovemCoop, confessou ao ‘Correio do Minho’ que a adesão dos bracarenses superou as expectativas e realçou a participação de pessoas de todas as idades — crianças, jovens, adultos e seniores.
“É sempre bom perceber que todas as faixas etárias estão sensibilizadas para a importância da actividade física e também para o património”, realçou David Mendes.
A maioria dos participantes já conhecia as Sete Fontes, no exterior, mas ontem teve oportunidade de conhecer o interior das mães de água em visitas guiadas por Ricardo Silva, coordenador da JovemCoop.
Já na fase final da iniciativa, David Mendes, vice-coordenador da JovemCoop, confessou ao ‘Correio do Minho’ que a adesão dos bracarenses superou as expectativas e realçou a participação de pessoas de todas as idades — crianças, jovens, adultos e seniores.
“É sempre bom perceber que todas as faixas etárias estão sensibilizadas para a importância da actividade física e também para o património”, realçou David Mendes.
Esta caminhada integra a iniciativa Y.Nature do programa oficial da Braga 2012: Capital Europeia da Juventude, cujos objectivos passam pela promoção de actividades educativas e de consciencialização na exploração da natureza. O Y.Nature irá ainda promover os espaços naturais do concelho de Braga através da sua divulgação e da sensibilização das populações locais para a sua beleza e utilidade.
Firmino Marques: “qualquer pessoa fica triste ao ver o estado deste monumento”
Elogiando a iniciativa dos promotores da caminhada ao complexo das Sete fontes, o presidente da Junta de Freguesia de S. Victor aproveitou mais uma vez para chamar a atenção para o estado deste monumento nacional.
“Quem vem conhecer as Sete Fontes fica surpreendido pela positiva e pela negativa”, argumentou Firmino Marques em declarações ao ‘CM’.
Firmino Marques: “qualquer pessoa fica triste ao ver o estado deste monumento”
Elogiando a iniciativa dos promotores da caminhada ao complexo das Sete fontes, o presidente da Junta de Freguesia de S. Victor aproveitou mais uma vez para chamar a atenção para o estado deste monumento nacional.
“Quem vem conhecer as Sete Fontes fica surpreendido pela positiva e pela negativa”, argumentou Firmino Marques em declarações ao ‘CM’.
27-02-2012 - Correio do Minho
Sete Fontes merece mais que plano de pormenor
A Junta de S. Victor entende que a proposta de plano de pormenor apresentado pela Câmara de Braga para o complexo monumental das Sete Fontes “desvaloriza” e não salvaguarda este monumento nacional.
Nas opções do plano para 2012, recentemente aprovadas pela Assembleia de Freguesia, a Junta de S. Victor considera “inaceitável que se pretenda reduzir a um plano de pormenor simplificado a importância tamanha de um monumento que encerra referências históricas que vão da intervenção romana ao estilo barroco”.
Nas opções do plano para 2012, recentemente aprovadas pela Assembleia de Freguesia, a Junta de S. Victor considera “inaceitável que se pretenda reduzir a um plano de pormenor simplificado a importância tamanha de um monumento que encerra referências históricas que vão da intervenção romana ao estilo barroco”.
Os autarcas de S. Victor defendem que, “sendo as Sete Fontes um monumento nacional, estão sujeitas a um plano de pormenor de salvaguarda, como determina a legislação”.
Sobre a proposta de plano de pormenor das Sete Fontes que a Câmara de Braga colocou em discussão pública, a Junta de S.Victor solicita a “necessária clarificação quanto ao estatuto de solos licenciados na área designada como zona especial de protecção”.
A autarquia diz que é urgente “clarificar se existem, ainda que precários, projectos de edificações neste local, nomeadamente com autorizações construtivas e que não tenham objecções da tutela”.
Nas opções do plano para o corrente ano, aprovadas com os votos favoráveis da coligação Juntos por Braga e da CDU e a abstenção do PS, é sugerida a classificação como imóveis de interesse local a Casa das Goladas e a Capela de S. Victor-o-Velho.
À espera da Fábrica Confiança
Nos documentos de gestão para o corrente ano, os autarcas da maior freguesia do concelho voltam a lamentar a exiguidades das instalações da Junta, aguardando que tal constrangimento seja compensado “com a descentralização de alguns serviços par a o futuro equipamento de interesse municipal das antigas instalações da Saboaria e Perfumaria Confiança que a Câmara adquiriu recentemente”.
Noutro âmbito, a Junta de S. Victor aguarda por resposta da Câmara a uma proposta de desenvolvimento do projecto ‘Hortas Comunitárias’.
O executivo autárquico presidido pelo social democrata Firmino Marques continua a defender, no seu plano de acção para este ano, “a necessidade de se dar vida às antigas instalações da Escola Primária de Santa Tecla, na rua Jaime Sotto Mayor”.
A autarquia sugere a reutilização do edifício com valências sociais e culturais, necessárias para uma zona tão necessitadas delas como é a de Santa Tecla e do Bairro Duarte Pacheco.
A Junta de Freguesia de S. Victor continua “disponível” para colaborar na requalificação do recinto polidesportivo das Enguardas. Há vários anos que a Junta de S. Victor defende a cobertura daquele recinto desportivo, voltando agora a oferecer-se para “protocolar a sua recuperação”, de forma a poder ser utilizado pela comunidade escolar e população residente naquela zona da cidade.
Orçamento de 250 mil euros
Para a concretização das suas Opções do Plano, a Junta de Freguesia de S. Victor conta com um orçamento de 250 mil euros, penalizado com um corte de cinco por cento das transferências da administração central.
As despesas com pessoal absorvem 58,1 por cento do total de despesas previstas para 2012.
Os autarcas de S. Victor estimam 78 500 euros para a aquisição de bens e serviços e 24 150 euros para transferências correntes. Para as escolas da freguesia serão distribuídos 12 276 euros, a que se somam 10 150 euros de apoios a clubes.
Sobre a proposta de plano de pormenor das Sete Fontes que a Câmara de Braga colocou em discussão pública, a Junta de S.Victor solicita a “necessária clarificação quanto ao estatuto de solos licenciados na área designada como zona especial de protecção”.
A autarquia diz que é urgente “clarificar se existem, ainda que precários, projectos de edificações neste local, nomeadamente com autorizações construtivas e que não tenham objecções da tutela”.
Nas opções do plano para o corrente ano, aprovadas com os votos favoráveis da coligação Juntos por Braga e da CDU e a abstenção do PS, é sugerida a classificação como imóveis de interesse local a Casa das Goladas e a Capela de S. Victor-o-Velho.
À espera da Fábrica Confiança
Nos documentos de gestão para o corrente ano, os autarcas da maior freguesia do concelho voltam a lamentar a exiguidades das instalações da Junta, aguardando que tal constrangimento seja compensado “com a descentralização de alguns serviços par a o futuro equipamento de interesse municipal das antigas instalações da Saboaria e Perfumaria Confiança que a Câmara adquiriu recentemente”.
Noutro âmbito, a Junta de S. Victor aguarda por resposta da Câmara a uma proposta de desenvolvimento do projecto ‘Hortas Comunitárias’.
O executivo autárquico presidido pelo social democrata Firmino Marques continua a defender, no seu plano de acção para este ano, “a necessidade de se dar vida às antigas instalações da Escola Primária de Santa Tecla, na rua Jaime Sotto Mayor”.
A autarquia sugere a reutilização do edifício com valências sociais e culturais, necessárias para uma zona tão necessitadas delas como é a de Santa Tecla e do Bairro Duarte Pacheco.
A Junta de Freguesia de S. Victor continua “disponível” para colaborar na requalificação do recinto polidesportivo das Enguardas. Há vários anos que a Junta de S. Victor defende a cobertura daquele recinto desportivo, voltando agora a oferecer-se para “protocolar a sua recuperação”, de forma a poder ser utilizado pela comunidade escolar e população residente naquela zona da cidade.
Orçamento de 250 mil euros
Para a concretização das suas Opções do Plano, a Junta de Freguesia de S. Victor conta com um orçamento de 250 mil euros, penalizado com um corte de cinco por cento das transferências da administração central.
As despesas com pessoal absorvem 58,1 por cento do total de despesas previstas para 2012.
Os autarcas de S. Victor estimam 78 500 euros para a aquisição de bens e serviços e 24 150 euros para transferências correntes. Para as escolas da freguesia serão distribuídos 12 276 euros, a que se somam 10 150 euros de apoios a clubes.
09-01-2012 - Correio do Minho
S.Victor: Bruno vence ‘Cantigas no Largo’
Bruno Amarante foi o vencedor da sétima edição de ‘Cantigas no Largo’, espectáculo realizado recentemente, no Largo da Senhora-a-Branca.

Trata-se de um festival de karaoke, enquadrado no programa de animação ‘Respirar Feliz em S.Victor, promovido pela junta de freguesia local
Cerca de duas dezenas de participantes animaram a plateia do anfiteatro do Largo da Senhora-a-Branca, verdadeira ‘sala de visitas’ de S.Victor, que lotou por completo.
Bruno Amarante, residente na zona de Santa Tecla, deslumbrou o público e o júri com uma interpretação de qualidade do tema ‘Hero’, de Mariah Carey.
Para além de um bonito troféu, o vencedor que triunfou pela primeira vez, embora seja totalista de todas as edições anteriores de ‘Cantigas no Largo’, ganhou também o direito a um fim-de-semana para duas pessoas numa casa de turismo de habitação na região do Minho, uma oferta da empresa Direnor.
Bruno Amarante estuda actualmente em Lisboa e é animador regular das actividades dedicadas aos jovens e às artes, promovidas pela autarquia de São Victor.
Medalhas até ao 10.º lugar
Classificaram-se em segundo e terceiros lugares, Nelma Araújo e Luís Vista Fina, conhecidas figuras da música bracarense, que receberam os respectivos troféus.
Em quarto e quinto lugares classificaram-se, respectivamente Bárbara Lopes e Ana Margarida, duas vozes muito jovens, com grande futuro no panorama musical da região.
Presidiu ao júri desta edição de ‘Cantigas no Largo’, Karter Mendes, presidente da associação cultural ACOFA, conhecida figura do meio cultural bracarense, que destacou a qualidade do excelente painel de participantes, o que “dificultou” a escolha final.
O júri foi também composto por Olga Menezes, representante da Direnor, Cristina Aguiar, artesã bracarense, Carlos Cunha, tesoureiro da Junta de Freguesia de Cabanelas, Vila Verde e Sérgio Gomes, professor de música.
Foram entregues medalhas até ao 10º lugar.
Animou e apresentou o evento, Tiago Cortez que cantou temas do agrado dos assistentes.
Cerca de duas dezenas de participantes animaram a plateia do anfiteatro do Largo da Senhora-a-Branca, verdadeira ‘sala de visitas’ de S.Victor, que lotou por completo.
Bruno Amarante, residente na zona de Santa Tecla, deslumbrou o público e o júri com uma interpretação de qualidade do tema ‘Hero’, de Mariah Carey.
Para além de um bonito troféu, o vencedor que triunfou pela primeira vez, embora seja totalista de todas as edições anteriores de ‘Cantigas no Largo’, ganhou também o direito a um fim-de-semana para duas pessoas numa casa de turismo de habitação na região do Minho, uma oferta da empresa Direnor.
Bruno Amarante estuda actualmente em Lisboa e é animador regular das actividades dedicadas aos jovens e às artes, promovidas pela autarquia de São Victor.
Medalhas até ao 10.º lugar
Classificaram-se em segundo e terceiros lugares, Nelma Araújo e Luís Vista Fina, conhecidas figuras da música bracarense, que receberam os respectivos troféus.
Em quarto e quinto lugares classificaram-se, respectivamente Bárbara Lopes e Ana Margarida, duas vozes muito jovens, com grande futuro no panorama musical da região.
Presidiu ao júri desta edição de ‘Cantigas no Largo’, Karter Mendes, presidente da associação cultural ACOFA, conhecida figura do meio cultural bracarense, que destacou a qualidade do excelente painel de participantes, o que “dificultou” a escolha final.
O júri foi também composto por Olga Menezes, representante da Direnor, Cristina Aguiar, artesã bracarense, Carlos Cunha, tesoureiro da Junta de Freguesia de Cabanelas, Vila Verde e Sérgio Gomes, professor de música.
Foram entregues medalhas até ao 10º lugar.
Animou e apresentou o evento, Tiago Cortez que cantou temas do agrado dos assistentes.
10-08-11 - Correio do Minho
S. Victor: Uma experiência enriquecedora
As horas de acordar e de deitar são sempre complicadas. Mas todos sabem que há regras a cumprir. Só assim é possível passar cinco dias “em paz” junto ao mar na companhia dos amigos. E todos, sem excepção, trazem na bagagem, no regresso a S. Victor, muitos amigos, algumas histórias e uma mão cheia de “bons motivos” para regressar no próximo ano.

Mariana Vasconcelos é a directora da colónia de férias, promovida pela Junta de Freguesia de S. Victor. O ‘Correio do Mi- nho’ encontrou-a com os monitores e um grupo de crianças entre os sete e os 12 anos.
“São dias inesquecíveis que se tornam curtos, tal a intensidade com que se vivem”, assegurou a jovem responsável. No final de cada turno, todos os participantes são unânimes: adoram lá estar e, se pudessem, continuariam por mais tempo.
“São dias inesquecíveis que se tornam curtos, tal a intensidade com que se vivem”, assegurou a jovem responsável. No final de cada turno, todos os participantes são unânimes: adoram lá estar e, se pudessem, continuariam por mais tempo.
Em paralelo com a colónia de férias, a autarquia desenvolveu, durante o mês de Julho, um acampamento em Santo Tirso, no qual participaram 50 jovens, nos diversos turnos.
“Esta é uma experiência enriquecedora a nível pessoal e de crescimento enquanto pessoas”, confessou a jovem. Como é da freguesia e sente a necessidade de ajudar, Mariana passou do papel de utente a monitora e hoje é directora da colónia. “Nunca vou esquecer a experiência que vivi. Quando eu era pequena estive cá na colónia, e proporcionaram-me dias excelentes, por isso, nunca mais vou esquecer”, garantiu.
Em relação à experiência que vive agora como directora da colónia, Mariana admitiu que o grupo dos mais pequenos “é mais fácil”. Apesar das saudades dos pais, sobretudo quando che- ga a noite ou quando falam ao telemóvel, os mais novos “portam-se muito bem”.
“Uma segunda casa para muitos”
O objectivo desta iniciativa é, de acordo com a jovem, “fomentar o espírito de grupo e de interacção entre as crianças e jovens, que apesar de serem da mesma freguesia acabam por andar em escolas diferentes e nem se conhecerem”.
“Esta é uma experiência enriquecedora a nível pessoal e de crescimento enquanto pessoas”, confessou a jovem. Como é da freguesia e sente a necessidade de ajudar, Mariana passou do papel de utente a monitora e hoje é directora da colónia. “Nunca vou esquecer a experiência que vivi. Quando eu era pequena estive cá na colónia, e proporcionaram-me dias excelentes, por isso, nunca mais vou esquecer”, garantiu.
Em relação à experiência que vive agora como directora da colónia, Mariana admitiu que o grupo dos mais pequenos “é mais fácil”. Apesar das saudades dos pais, sobretudo quando che- ga a noite ou quando falam ao telemóvel, os mais novos “portam-se muito bem”.
“Uma segunda casa para muitos”
O objectivo desta iniciativa é, de acordo com a jovem, “fomentar o espírito de grupo e de interacção entre as crianças e jovens, que apesar de serem da mesma freguesia acabam por andar em escolas diferentes e nem se conhecerem”.

São cinco dias para cada turno. E todos aproveitam ao máximo cada dia que passa. Todos os dias às 8.30 horas, os pequenos têm que se pôr a pé. E inúmeras actividades os esperam. Brincadeiras não faltam.
Mas quando se portam mal...aí em vez de brincadeiras têm os castigos. Alguns são mais traquinas do que outros. Há sempre aqueles que fazem partidas todas as noites.
Mas quando se portam mal...aí em vez de brincadeiras têm os castigos. Alguns são mais traquinas do que outros. Há sempre aqueles que fazem partidas todas as noites.
Por isso, o centro da Segurança Social na Apúlia é como que “uma segunda casa para muitos”.
E cada vez que se inicia um turno a mensagem passada é que os jovens sejam “embaixadores” de S. Victor. “E eles têm cumprido muito bem o papel”.
E cada vez que se inicia um turno a mensagem passada é que os jovens sejam “embaixadores” de S. Victor. “E eles têm cumprido muito bem o papel”.
Muitos monitores já foram utentes
A monitora Carla Marques, também já foi utente da colónia de férias de S. Victor. “Fui utente durante cinco anos e fiz muitos amigos, por isso, gosto muito disto”, salientou.
A monitora Carla Marques, também já foi utente da colónia de férias de S. Victor. “Fui utente durante cinco anos e fiz muitos amigos, por isso, gosto muito disto”, salientou.

Hoje como monitora faz o que lhe fizeram a ela enquanto utente: “faço tudo para que se sintam bem e que partilhem tudo”.
Tomar conta de tantos adolescentes e crianças não é tarefa fácil e a iniciativa exige sempre uma grande logística em termos de recursos humanos. Durante o período que decorre, os participantes na colónia de férias contam com a companhia da directora, do adjunto e, ainda, de cinco monitores.
S. Victor já levou mais de duas mil crianças à praia
Desde 2002, que a autarquia de S. Victor organiza a colónia de férias, iniciativa que decorre entre os meses de Julho e de Agosto, estando inserida no evento ‘Respirar Feliz em S. Victor’. Mais de duas mil crianças e jovens já beneficiaram desta iniciativa e desfrutaram de uns dias de praia na colónia de férias da Segurança Social de Apúlia, em Esposende.
Ao longo de 20 dias, divididas por quatro turnos, 200 crianças da freguesia, dos bairros sociais das Enguardas, Santa Tecla, Bairro da Alegria, Bairro das Sete Fontes, Bairro Eng.º Duarte Pacheco, Bairro do Sol e de outras áreas daquela autarquia, convivem de forma salutar e pedagógica conhecendo-se entre si.
Durante o período que cada grupo permanece na colónia, as crianças e jovens, para além da praia, desenvolvem outras actividades bem do seu agrado: visitas ao meio, ‘atelier’, teatro, jogos e ‘lições’ de diversas danças, não se dispensando as habituais ‘peladinhas de futebol’, jogos de voleibol entre muitas outras actividades.
Para que tudo corra pelo melhor, as crianças e jovens são acompanhados por uma equipa de monitores recrutados no âmbito do programa de voluntariado do Instituto Português da Juventude (IPJ), que anualmente aprecia e tem aprovado a continuidade deste projecto da responsabilidade da Junta de Freguesia de S. Victor.
O projecto começou com algumas dezenas de crianças e jovens e hoje já são 200. O programa de colónias de férias tem sido, portanto, “um sucesso”, tratando-se de um investimento na área de apoio à juventude.
Uns experimentam pela primeira vez, outros já são repetentes. Mas todos adoram a experiência e anseiam já pela aventura do próximo ano. Na hora da despedida é sempre assim. O último turno da colónia de férias na Apúlia, em Esposende, promovida pela Junta de Freguesia de S. Victor, ainda não terminou e as saudades já são muitas.
S. Victor já levou mais de duas mil crianças à praia
Desde 2002, que a autarquia de S. Victor organiza a colónia de férias, iniciativa que decorre entre os meses de Julho e de Agosto, estando inserida no evento ‘Respirar Feliz em S. Victor’. Mais de duas mil crianças e jovens já beneficiaram desta iniciativa e desfrutaram de uns dias de praia na colónia de férias da Segurança Social de Apúlia, em Esposende.
Ao longo de 20 dias, divididas por quatro turnos, 200 crianças da freguesia, dos bairros sociais das Enguardas, Santa Tecla, Bairro da Alegria, Bairro das Sete Fontes, Bairro Eng.º Duarte Pacheco, Bairro do Sol e de outras áreas daquela autarquia, convivem de forma salutar e pedagógica conhecendo-se entre si.
Durante o período que cada grupo permanece na colónia, as crianças e jovens, para além da praia, desenvolvem outras actividades bem do seu agrado: visitas ao meio, ‘atelier’, teatro, jogos e ‘lições’ de diversas danças, não se dispensando as habituais ‘peladinhas de futebol’, jogos de voleibol entre muitas outras actividades.
Para que tudo corra pelo melhor, as crianças e jovens são acompanhados por uma equipa de monitores recrutados no âmbito do programa de voluntariado do Instituto Português da Juventude (IPJ), que anualmente aprecia e tem aprovado a continuidade deste projecto da responsabilidade da Junta de Freguesia de S. Victor.
O projecto começou com algumas dezenas de crianças e jovens e hoje já são 200. O programa de colónias de férias tem sido, portanto, “um sucesso”, tratando-se de um investimento na área de apoio à juventude.
Uns experimentam pela primeira vez, outros já são repetentes. Mas todos adoram a experiência e anseiam já pela aventura do próximo ano. Na hora da despedida é sempre assim. O último turno da colónia de férias na Apúlia, em Esposende, promovida pela Junta de Freguesia de S. Victor, ainda não terminou e as saudades já são muitas.
09-08-11 - Correio do Minho
S. Victor: Idosos aprendem noções básicas de TIC
Desde 2007, a Junta de Freguesia de S. Victor propõe à “comunidade mais adulta” da freguesia e de outras localidades a participação na formação de aprendizagem básica ‘Linguagem das Novas Tecnologias’.

Contabilizando cinco anos de existência, a formação contou já com a adesão de mais de 400 seniores carinhosamente denominados “alunos das Turmas Jota” pelos formadores, visto que se trata de “jovens idosos que em boa hora decidiram que é sempre tempo para aprender!”.
Iniciando a formação em Janeiro, os participantes revelaram um forte “desejo de aprendizagem”, quer nas primeiras noções sobre as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), quer na evolução dos conhecimentos já adquiridos.
“Este notório e importante interesse em aprender dos jovens mais idosos, dá forma a uma nova e contínua oportunidade para aumentar os conhecimentos numa área até há bem pouco tempo desconhecida”, sublinha Firmino Marques, presidente do executivo local responsável pela iniciativa.
A edição de 2011 do curso de iniciação básica em Informática contou com 80 participantes oriundos da freguesia S. Victor, bem como de outras localidades e de outros concelhos.
A organização da formação realça a participação de uma idosa de Vila Verde que se deslocou semanalmente a Braga para a formação.
“Gratificante é verificar que mesmo do alto das sete décadas de idade, são muitos os alunos que adquirem os seus portáteis para poderem falar através da internet com amigos e familiares, quer em Portugal, quer nos estrangeiro”, reconhece a organização.
Iniciando a formação em Janeiro, os participantes revelaram um forte “desejo de aprendizagem”, quer nas primeiras noções sobre as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), quer na evolução dos conhecimentos já adquiridos.
“Este notório e importante interesse em aprender dos jovens mais idosos, dá forma a uma nova e contínua oportunidade para aumentar os conhecimentos numa área até há bem pouco tempo desconhecida”, sublinha Firmino Marques, presidente do executivo local responsável pela iniciativa.
A edição de 2011 do curso de iniciação básica em Informática contou com 80 participantes oriundos da freguesia S. Victor, bem como de outras localidades e de outros concelhos.
A organização da formação realça a participação de uma idosa de Vila Verde que se deslocou semanalmente a Braga para a formação.
“Gratificante é verificar que mesmo do alto das sete décadas de idade, são muitos os alunos que adquirem os seus portáteis para poderem falar através da internet com amigos e familiares, quer em Portugal, quer nos estrangeiro”, reconhece a organização.
A realização do curso de iniciação básica em Informática depende da organização de um “excelente” grupo de voluntários da Junta de Freguesia de S. Victor, que desempenham as funções de monitorização da aprendizagem. A organização da acção de formação faz uma referência especial ao trabalho desenvolvido por alunas da Universidade do Minho, dado que também contribuíram para êxito da iniciativa.
As salas de informática da EB 2,3 Dr. Francisco Sanches acolheram a quinta edição do curso de iniciação básica em Informática com o apoio dos órgãos directivos da escola.
Sob o lema ‘Nunca é tarde… Sempre a Aprender!’, os “alunos das Turmas Jota” responderam com convicção ao desafio lançado, terminando a formação inicial em Julho.
Durante a cerimónia de entrega da certificação de aprendizagem aos alunos, a organização do curso presenteou, também, a escola pela disponibilização do espaço e do material necessário para a realização da formação.
Os monitores Domingos Santos e José Igreja foram igualmente felicitados com uma lembrança da formação, galardoando-se, também, a aluna mais idosa, com 75 anos, e o aluno mais idoso com 74 anos.
04-08-11 - Correio do Minho
S. Victor quer dar mais saúde
A Junta de Freguesia de S. Victor pretende alargar a prestação de cuidados de saúde à população, promovendo rastreios regulares de glicemia, tensão arterial e índices de massa corporal à semelhança dos que estão a decorrer, até ao final deste mês, em diversas colectividades da freguesia.
No âmbito do programa ‘Respirar Feliz 2011’, a junta de S. Victor, em parceria com a Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho, oferece à população da freguesia aquele tipo de rastreios.

No âmbito do programa ‘Respirar Feliz 2011’, a junta de S. Victor, em parceria com a Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho, oferece à população da freguesia aquele tipo de rastreios.

Depois da sede Grupo Desportivo Alegrienses na segunda-feira, esta campanha de promoção da saúde passou ontem pela sede do Águias Futebol Clube.
Ana Filipa Fontes, aluna de Medicina da Universidade do Minho, está a realizar estes rastreios de despiste e prevenção da diabetes, hipertensão e obesidade no âmbito de um projecto de opção curricular.
A futura médica justifica a pertinência destes rastreios com a falta de informação da população sobre formas de prevenção e controlo de doenças com a constatação de que existem “ainda muitos casos de diabéticos e hipertensos por identificar” entre a população, apesar das melhorias introduzidas nos cuidados de saúde primários, nomeadamente com a criação da figura do enfermeiro de família.
Ana Filipa Fontes, aluna de Medicina da Universidade do Minho, está a realizar estes rastreios de despiste e prevenção da diabetes, hipertensão e obesidade no âmbito de um projecto de opção curricular.
A futura médica justifica a pertinência destes rastreios com a falta de informação da população sobre formas de prevenção e controlo de doenças com a constatação de que existem “ainda muitos casos de diabéticos e hipertensos por identificar” entre a população, apesar das melhorias introduzidas nos cuidados de saúde primários, nomeadamente com a criação da figura do enfermeiro de família.
“Como estes rastreios são feitos em pequenas instituições, num ambiente mais caseiro, as pessoas acabam por aparecer”, acrescenta a aluna da Universidade do Minho.
Os rastreios realizados nos primeiros dois dias da campanha organizada pela Junta de S.Victor permitiram detectar bastantes casos de hipertensão e de obesidade, consequência de maus hábitos alimentares.
Os dados recolhidos nos rastreios que prosseguem hoje, nas instalações do ‘Leões das Enguardas’ e, nos dias 27, 28 e 29 de Junho, nas sedes do Grupo Desportivo de Santa Tecla, Grupo Desportivo das Sete Fontes e Grupo Desportivo dos Peões, farão parte do relatório de estágio e poderão ser publicados pela autarquia de S. Victor.
Serviços de enfermagem
O presidente da junta de S. Victor, Firmino Marques, lembra que a autarquia já proporciona serviços de apoio em enfermagem à população, com atendimento gratuito às quartas-feiras.
O autarca destaca a importância destes serviços de saúde de proximidade.
Para além dos rastreios de despistagem de glicemia e hipertensão, a acção do enfermeiro que colabora com a autarquia já permitiu referenciar e acompanhar uma idosa da freguesia que teve de ser atendida com urgência no hospital.
Os rastreios realizados nos primeiros dois dias da campanha organizada pela Junta de S.Victor permitiram detectar bastantes casos de hipertensão e de obesidade, consequência de maus hábitos alimentares.
Os dados recolhidos nos rastreios que prosseguem hoje, nas instalações do ‘Leões das Enguardas’ e, nos dias 27, 28 e 29 de Junho, nas sedes do Grupo Desportivo de Santa Tecla, Grupo Desportivo das Sete Fontes e Grupo Desportivo dos Peões, farão parte do relatório de estágio e poderão ser publicados pela autarquia de S. Victor.
Serviços de enfermagem
O presidente da junta de S. Victor, Firmino Marques, lembra que a autarquia já proporciona serviços de apoio em enfermagem à população, com atendimento gratuito às quartas-feiras.
O autarca destaca a importância destes serviços de saúde de proximidade.
Para além dos rastreios de despistagem de glicemia e hipertensão, a acção do enfermeiro que colabora com a autarquia já permitiu referenciar e acompanhar uma idosa da freguesia que teve de ser atendida com urgência no hospital.
22-06-11 - Correio do Minho
Multidão assistiu à Burrinha
O início da Procissão de Nossa Senhora da Burrinha estava marcado para as nove e meia da noite, mas uma hora antes já algumas centenas de pessoas se aglomeravam nos passeios para guardar os melhores lugares.

Junto à Igreja de São Victor, ponto de partida e epicentro desta mega-organização, Maria Amélia Costa, de Amares, observava o cortejo sentada na pequena cadeira desdobrável que trouxe de casa. “Ainda pensei em não vir, por causa da chuva, mas tive fé”, contou ao ‘CM’, justificando a sua presença na cidade dos arcebispos com o facto de “gostar muito das procissões da noite” na Semana Santa.

Um pouco mais à frente, Lurdes Marques, de S. Vicente, não se cansava de elogiar os figurantes que foram desfilando: “Está tudo muito bonito. Eles copiam a bíblia na perfeição. Até levam animais, já vi passar um anho às cavalitas”.
Há muitos anos que esta bracarense se lembra de assistir a esta procissão e destaca sobretudo a união da comunidade paroquial de S. Victor que se mobiliza para fazer deste um dos momentos mais altos da Semana Santa.

Luís e Cláudia Pires, acompanhados pela pequena Matilde de oito anos de idade, vieram de Viseu para assistir às cerimónias da Semana Santa bracarense. “Temos família em Ponte da Barca e já é habitual virmos cá passar a Páscoa. Este ano aproveitamos para vir uns dias mais cedo para ver a Semana Santa de Braga, que é muito famosa. Para já, está a valer a pena”, confessou o casal.
Chuva assustou organização
A ameaça de chuva que pairou até à hora de saída do cortejo, não afectou o ânimo e a motivação dos cerca de 1200 figurantes e convidados que participaram ontem à noite na primeira grande procissão da Semana Santa de Braga.
“Este é sempre um momento de grande tensão”, admitiu o presidente da Junta de S. Victor, entidade que divide a organização deste cortejo com a Paróquia de S. Victor.

Firmino Marques confessou ainda que durante o dia “houve receio” que a chuva não permitisse a realização da procissão, algo que já não acontece há mais de dez anos. Recorde-se que em 2000 a chuva deitou por terra todo o trabalho realizado ao não permitir a saída do cortejo.

Já o padre José Carlos, um dos párocos de S. Victor, revelou ao ‘CM’ que ao final da tarde foram muitos os pais que se manifestaram preocupados com o estado do tempo e que receavam levar os filhos ao cortejo. O certo é que tudo acabou por correr bem e pode até dizer-se que a noite esteve amena.

O pároco contou ainda que a burrinha, que neste cortejo centra em si muitas atenções por dar o nome à procissão, que levou a Senhora no dorso se chama ‘Letícia’ e este foi o terceiro ano que integrou o cortejo. E foi ‘Letícia’ que acabou por protagonizar um dos momentos mais comentados da noite, pois a meio da procissão caiu e foram necessários alguns minutos para a convencer a regressar ao cortejo.
No final, balanço positivo para mais uma edição memorável do cortejo ‘Vós Sereis o meu Povo’.
21-04-11 - Correio do Minho
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