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Piscinas olímpicas dão lugar a hotel e parque aquático
A Câmara Municipal de Braga já tem acordo com um parceiro privado para concretizar a reconversão do projecto das piscinas olímpicas num parque aquático de diversões. O acordo contempla ainda a edificação de um hotel no Parque Norte, junto ao Estádio Municipal.
A revelação foi feita ontem pelo presidente da câmara, depois de os vereadores da oposição terem acusado a maioria socialista de estar a negociar “por baixo da mesa” com um parceiro privado.
Sem adiantar pormenores sobre o conteúdo do protocolo que já está assinado, Mesquita Machado referiu apenas que o acordo pressupõe que o parceiro privado satisfaça “determinadas condições”, condições essas que o edil não quis especificar.
“Logo que essas condições estejam satisfeitas avançamos com a aprovação e divulgação do projecto e sobre as negociações feitas”, referiu o edil, na habitual conferência de imprensa após a reunião de câmara.
O tema foi trazido a público por Ricardo Rio que esperava que o assunto tivesse sido introduzido na agenda de reunião de câmara de ontem. “António Braga chamou os líderes das bancadas no sentido de lhes pedir para introduzir um ponto extraordinário na agenda da próxima sessão da Assembleia Municipal (que se realiza esta noite, no PEB), dando apenas nota de que esse ponto diria respeito a uma proposta relativa às piscinas olímpicas que o presidente da câmara pretendia incluir na agenda desta reunião do executivo”, relatou Ricardo Rio.
Os partidos da oposição rejeitaram o apelo de António Braga com o argumento de que está já agendada para breve (12 de Outubro) uma sessão extraordinária da Assembleia Municipal para debater a questão da reorganização da administração local. Como Mesquita Machado não apresentou ontem qualquer proposta sobre o assunto em sede de reunião de executivo, o líder da Coligação ‘Juntos por Braga’ resolveu tornar público o assunto para denunciar que a câmara está a estabelecer uma parceria “debaixo da mesa, sem qualquer debate público, sobre um assunto sério, um projecto no qual já foram investidos mais de oito milhões de euros”.,
Os partidos da oposição rejeitaram o apelo de António Braga com o argumento de que está já agendada para breve (12 de Outubro) uma sessão extraordinária da Assembleia Municipal para debater a questão da reorganização da administração local. Como Mesquita Machado não apresentou ontem qualquer proposta sobre o assunto em sede de reunião de executivo, o líder da Coligação ‘Juntos por Braga’ resolveu tornar público o assunto para denunciar que a câmara está a estabelecer uma parceria “debaixo da mesa, sem qualquer debate público, sobre um assunto sério, um projecto no qual já foram investidos mais de oito milhões de euros”.,
Em resposta, Mesquita Machado recusou a acusação de que o processo está a ser negociado em segredo e lembrou que “é público o interesse da câmara em encontrar um parceiro privado” que aposte na reconversão do projecto das piscinas olímpicas, deixado cair por falta de financiamento comunitário. Mesquita Machado acusou mesmo a Coligação de estar a tentar fazer com que “o problema não se resolva”.
“O que a oposição quer é que não se faça nada”, acusou o presidente da câmara, revelando que se predispôs a entregar a Ricardo Rio uma cópia do protocolo já assinado com o compromisso que não fosse divulgado o seu conteúdo. “Eles não aceitaram o que diz bem das suas intenções. A missão da Coligação é lançar obstáculos para que os problemas não se resolvam”, rematou.
“O que a oposição quer é que não se faça nada”, acusou o presidente da câmara, revelando que se predispôs a entregar a Ricardo Rio uma cópia do protocolo já assinado com o compromisso que não fosse divulgado o seu conteúdo. “Eles não aceitaram o que diz bem das suas intenções. A missão da Coligação é lançar obstáculos para que os problemas não se resolvam”, rematou.
Questionado sobre se esta projecto poderá cumprir a promessa de promover no concelho um equipamento que supere a deslocalização da Bracalândia, Mesquita Machado assumiu que este projecto, a concretizar-se, poderá ser essa alternativa.
28-09-2012 - Correio do Minho
28-09-2012 - Correio do Minho
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Posted by Blogues Vale Do Cávado on Terça-feira, 23 de Outubro de 2012
Presidentes de junta homenageiam Mesquita Machado
A cumprir o último mandato, que termina no próximo ano, a comandar os destinos da autarquia bracarense, os presidentes de juntas decidiram, em jeito de “reconhecimento e de obrigada” pelo trabalho desenvolvido ao longo dos últimos 36 anos em prol do concelho, organizar uma festa.
Mesquita Machado tinha 29 anos quando assumiu a presidência da Câmara Municipal de Braga, após uma infância passada na Venezuela, com os pais. Desde as eleições autárquicas portuguesas de 1976, o actual presidente da Câmara Municipal de Braga foi sucessivamente reeleito (1979, 1982, 1985, 1989, 1993, 1997, 2001, 2005 e 2009) nas listas do PS.
Segundo o que o ‘Correio do Minho’ conseguiu apurar, a comissão organizadora da homenagem é composta pelos presidentes de junta de Celeirós (António Veiga), Cunha (Joaquim Gomes), Lamas (Francisco Oliveira), Palmeira (João Russel), Pedralva (Joaquim Vaz) e Trandeiras (José Cunha).
Mesquita Machado tinha 29 anos quando assumiu a presidência da Câmara Municipal de Braga, após uma infância passada na Venezuela, com os pais. Desde as eleições autárquicas portuguesas de 1976, o actual presidente da Câmara Municipal de Braga foi sucessivamente reeleito (1979, 1982, 1985, 1989, 1993, 1997, 2001, 2005 e 2009) nas listas do PS.
Segundo o que o ‘Correio do Minho’ conseguiu apurar, a comissão organizadora da homenagem é composta pelos presidentes de junta de Celeirós (António Veiga), Cunha (Joaquim Gomes), Lamas (Francisco Oliveira), Palmeira (João Russel), Pedralva (Joaquim Vaz) e Trandeiras (José Cunha).
Apesar de alguma “resistência” de pessoas próximas do presidente da autarquia para a realização desta homenagem em nome dos presidente de juntas, o certo é que a festa é para se concretizar já no final do próximo mês.
Apenas dois presidentes de juntas da oposição não disseram ‘sim’ a esta homenagem e, à partida, não vão marcar presença. Os outros 60 presidentes de juntas já confirmaram presença.
Apenas dois presidentes de juntas da oposição não disseram ‘sim’ a esta homenagem e, à partida, não vão marcar presença. Os outros 60 presidentes de juntas já confirmaram presença.
O Solar do Paço, situado na freguesia de Tebosa, foi o local escolhido para receber as 61 pessoas que vão participar no almoço.
A tarde será marcada por alguma animação e convívio. Como não podia deixar de ser, a festa conta com uma partida de sueca, não fosse o homenageado um apaixonado por este jogo de cartas.
Os presidentes de juntas de freguesia presentes na homenagem vão oferecer uma lápide, no valor de 2.200 euros. De acordo com o que o ‘Correio do Minho’ conseguiu saber, Mesquita Machado vai receber das mãos dos presidentes de junta “uma peça única e completamente diferente do habitual” com os nomes dos presidentes de juntas presentes no almoço subscritos na parte de trás da lápide.
A comissão organizadora já reuniu, segundo a mesma fonte, três vezes, porque “tem que ser uma homenagem bem feita e organizada, porque Mesquita Machado merecer”.
Os presidentes de juntas de freguesia presentes na homenagem vão oferecer uma lápide, no valor de 2.200 euros. De acordo com o que o ‘Correio do Minho’ conseguiu saber, Mesquita Machado vai receber das mãos dos presidentes de junta “uma peça única e completamente diferente do habitual” com os nomes dos presidentes de juntas presentes no almoço subscritos na parte de trás da lápide.
A comissão organizadora já reuniu, segundo a mesma fonte, três vezes, porque “tem que ser uma homenagem bem feita e organizada, porque Mesquita Machado merecer”.
Entretanto, os presidentes de juntas que fazem parte da comissão organizadora também já reu- niram com o presidente da Câmara Municipal de Braga para lhe dar a conhecer a iniciativa dos autarcas do concelho.
21-08-2012 - Correio do Minho
21-08-2012 - Correio do Minho
Município ao som da guitarra
No dia em que o fado conquistou o título de Património Imaterial da Humanidade, António Carvalho sentiu-se na “obrigação” de fazer uma série limitada de 15 guitarras portuguesas. Ontem, o artesão ofereceu a guitarra ‘número um’ ao Município de Braga.

Na cerimónia, a que não faltaram os fadistas e os instrumentistas da guitarra e da viola de fado, o proprietário da APC Instrumentos Musicais confidenciou que o exemplar ‘número um’ tinha que ficar na terra que o viu nascer. “Os exemplares número dois e três vão ser, entretanto, oferecidos à Casa Museu Amália Rodrigues e ao Museu do Fado, as restantes 12 destinam-se a ser comercializadas por países como o Japão, a França ou a Bélgica”, contou António Carvalho.
Em nome do Município de Braga, o presidente Mesquita Machado agradeceu o gesto do artesão. “Muito obrigado e continue a fazer estes instrumentos fantásticos que têm um som que maravilha qualquer um e fiquei extremamente entusiasmado porque há muito tempo não ouvia um som de guitarra tão de perto”, enalteceu o autarca.
E foi mais longe: “orgulhamo-nos em Braga de ter pessoas como ele e empresas como a dele e hoje (ontem) curiosamente vieram aqui os jovens do Instituto Novais e Sousa cantar os Reis e dois deles vinham com a sua viola. A professora contou que um dia, um deles rebentou as cordas e começou a chorar e o sr. Carvalho gentilmente ofereceu-lhe uma viola nova que ele exibia com muito orgulho. São gestos que dizem bem da sensibilidade que António Carvalho tem para com estas instituições da nossa cidade”.
A guitarra portuguesa oferecida pode ser apreciada na montra do Posto Municipal de Turismo, onde vai permanecer até ao final do mês.
13-01-2012 - Correio do Minho
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