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Sobreposta: Festas do Bom Jesus dos Milagres e da Senhora de Guadalupe
Festas do Bom Jesus dos Milagres e da Senhora de GuadalupeSobreposta em festa com o Bom Jesus dos Milagres e a Senhora...
Posted by Vale do Cávado - Blogues on Quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Sobreposta vive festas do Bom Jesus dos Milagres e Senhora de Guadalupe
Sobreposta vive festas do Bom Jesus dos Milagres e Senhora de GuadalupeSobreposta vive este fim-de-semana as festas em...
Posted by Vale do Cávado - Blogues on Sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Senhora do Campo - Tebosa
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Posted by Blogues Vale Do Cávado on Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2015
Moletinhos São Vicente
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Posted by Blogues Vale Do Cávado on Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2015
Santa Marta das Cortiças
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Posted by Blogues Vale Do Cávado on Segunda-feira, 29 de Julho de 2013
S. Vicente: Chuva enregelou os romeiros

A chuva o frio e alguns períodos de granizo, esvaziaram o adro de S. Vicente durante largos períodos de ontem, dia da festa do Santo a quem as mães recorrem para proteger os seus filhos da varíola.
Além da chuva, os pequenos comerciantes queixavam-se da escassez de vendas, como era o caso de Anabela Bastos, com a tenda carregada de “moletinhos”.
“Ninguém lhes pega” - disse a vendedora de Priscos à nossa reportagem, apontando para os vários tabuleiros de moletinhos que vendia a quatro euros cada dúzia.

Também à dúzia eram vendidas as castanhas por José Vilaça, acabado de assar mais uma “fornada”, a primeira ao princípio da tarde. A dois euros a dúzia, este vendedor de Celeirós esperava aquecer os romeiros de S. Vicente ao longo da tarde, até cerca das 19 horas, momento da Missa Solene com sermão alusivo à vida e qualidades heróicas do mártir padroeiro da freguesia.
A Eucaristia solene de acção de graças culminou cinco dia de festa dinamizados pela Irmandade do Mártir S. Vicente, enriquecidas este ano com a realização de uma edição dos ‘Serões do Burgo/Tertúlias Rusgueiras’ sobre esta romaria.
Depois de um dia dedicado a confissões, no domingo, a Irmandade liderada por José Pinto, inaugurou a mostra do futuro núcleo museológico da Irmandade, alvo de uma candidatura a fundos do QREN que aguarda aprovação. O domingo incluiu uma celebração presidida por D. Jorge Ortiga, bem como a actuação da Rusga de S. Vicente, a meio da tarde. O mau tempo, com chuva, trovoada e queda de granizo empalideceu a noite da fogueira e o arraial na noite de anteontem.
Nova creche aguarda
Em S. Vicente, a Associação Vicentina espera financiamento para colocar a funcionar a nova creche, primeira fase do complexo social que inclui centro de dia, lar de idosos e apoio domiciliário. Transformada em IPSS, a Associação resulta da Conferência Vicentina fundada em 1996. João Manuel Gomes revelou à rádio Antena Minho que foram já investidos um milhão de euros no empreendimento e é necessário equipar agora a creche que só entra em funcionamento quando houver garantia de financiamento pela Segurança Social.
A Associação Vicentina possui também um Gabinete de Apoio Social aberto a toda a população, na antiga sede da APPC, e mantém um programa regular de mantimentos e vestuário para as famílias mais carenciadas. Em média, mensalmente, a Associação Vicentina apoia mais de uma centena de famílias. Esta distribuição e apoio familiar são sustentados por uma equipa de doze voluntários que todos os meses visitam estas famílias.
Berço de campeões
Um berço de campeões é com se pode definir o Grupo Desportivo do Bairro da Misericórdia, dotado de sede e um novo relvado sintético que partilha com o Soarense.
Fundado em 1959, por Pedro Freitas Costa, o clube é dirigido há três anos por António Fontes, um associado que já dedicou 43 anos à direcção da colectividade que se dedicou ao xadrez e à pesca. Hoje mantém nove equipas no futebol (desde petizes a veteranos, sem seniores) que movimentam mais de 200 jovens, bem como uma poderosa - e única no concelho de Braga - secção de Ténis de Mesa, com mais de 40 atletas.
António Gomes Fontes destaca o apoio da junta de freguesia, da câmara municipal (nas inscrições dos jogadores) e de dois patrocinadores, porque a quota de 130 associados e receitas do bar são uma gota no oceano.
António Fontes espera ver resolvido o problema da rega do piso do campo de futebol e está satisfeito com o percurso desportivo dos seus atletas, num clube onde não há dinheiro para ninguém.
Isso não o impede de ter sido campeão ibérico de xadrez e sido coroado no futebol sénior em 1995 e 1985, como campeão, bem como uma ida à Taça de Portugal. Os títulos dos mais jovens vão para os juniores em 1989 e 1987.
Em termos desportivos há que mencionar o Soarense, fundado em 1926, colectividade que já teve ciclismo mas ainda mantém uma equipa sénior de futebol e outra de atletismo em veteranos.
Com a transferência do Campo das Camélias (despesas pagas pelo município) para o campo do Bairro da Misericórdia, aumentaram as despesas com aluguer de campo para treinos e jogos. O Soarense possui 350 sócios e 23 atletas que, nos primeiros sete jogos tiveram uma competitividade boa que tem vindo a ser prejudicada nos últimos jogos por arbitragens infelizes, conforme declarou José Carlos Pereira, chefe do Departamento de futebol.
2013-01-23 - Correio do Minho
Vimieiro: ‘Santo dos ossos’ atraiu centenas de pessoas

Centenas de pessoas passaram ontem, durante o dia, pela Igreja de Vimieiro, para cumprir promessas feitas a Santo Amaro, que a Igreja Católica assinala a 15 de Janeiro.
Conhecido como o advogado das ‘doenças dos ossos’, Santo Amaro foi venerado, não só pela população de Vimeiro, como de freguesias vizinhas.

“Sou devoto do santo desde que há uns anos atrás uma pessoa da minha família ficou curada de uma perna depois de ter vindo junto da imagem de Santo Amaro. Agora fui eu que fui operado ao joelho e como correu tudo bem, venho aqui pagar a promessa”, disse ao ‘Correio do Minho’ (CM), José Fernando, morador em Vimieiro.
Maria Ferreira, moradora na freguesia vizinha de Fradelos, também fez questão de ir à romaria porque “tenho muita fé no Santo que é o advogado dos ossos. Venho cá todos os anos.”
Para pagar a promessa, a população era convidada a alugar peças de cera em forma de órgãos do corpo humano.
“As pessoas fazem as promessas e alugam, por exemplo, uma perna ou um braço, que colocam junto à imagem do santo para ser abençoada”, explicou ao ‘CM’ Isidro Ferreira, vice-presidente da Confraria de Santo Amaro e de Nossa Senhora do Rosário (CSANSR).
Cada peça era alugada por cerca de dois ou três euros.
O dinheiro angariado é, depois, investido pela CSANRS na conservação da igreja de Vimieiro.
“As promessas feitas a Santo Amaro dão algum dinheiro para as obras da igreja. Ainda no ano passado pagamos as obras de restauro do altar com esse dinheiro. Depois temos também, o soalho, as portas e o tecto, que também foram pagos com as promessas”, referiu Isidro Ferreira.
Além do cumprimento das promessas, o ponto alto dos festejos foi a missa cantada, realizada ontem de manhã, logo seguida pela procissão em honra do santo.
A tarde foi de romaria e convívio entre os habitantes da freguesia, animado pela actuação da Banda de Música de Vila Verde.
As celebrações do dia de Santo Amaro incluem, ainda, uma novena “que começa nove dias antes do dia 15 de Janeiro, para chamar as pessoas para a festa”, explico o responsável pela confraria.
2013-01-16 - Correio do Minho
São Vicente
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Posted by Blogues Vale Do Cávado on Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013
Santo Amaro - Vimieiro | primeira Romaria do ano
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Posted by Blogues Vale Do Cávado on Terça-feira, 15 de Janeiro de 2013
Mulheres tomaram conta das festas em Frossos

As festas populares em honra de S. Miguel, na freguesia de Frossos, foram organizadas este ano por uma comissão de 15 mulheres. Face à indisponibilidade da comissão nomeada o ano passado, um grupo de mulheres decidiu quebrar com a tradição e provar que também sabem organizar o programa religioso e profano em honra do padroeiro da terra.
Luísa Pinto, a presidente da comissão de festas, adiantou ao ‘Correio do Minho’ que os festejos começaram a ser preparados em Março, depois de confirmada a indisponibilidade da comissão nomeada, formada por homens.
Habituadas apenas a apoiar os maridos e companheiros nomeados para as comissões de festas, as mulheres decidiram assumir a organização dos festejos, impedindo a interrupção dos mesmos. À semelhança das boas regras a que estão habituadas na gestão do orçamento familiar, em que “só se gasta aquilo que se tem”, a comissão de 15 mulheres organizou peditórios e dois bazares de ofertas para recolher fundos para a montagem das festividades populares, contando também com o precioso apoio de empresas sediadas em Frossos.
Mulheres garantem continuidade
O programa das festas 2012 foi semelhante ao de anos anteriores, com destaque para as duas noites de arraial popular, na sexta-feira e no sábado, e para a procissão em honra de S. Miguel, na tarde do passado domingo, dia em que decorreram os principais actos religiosos. No próximo ano, as festas em honra de S. Miguel poderão ser novamente organizadas pelas mulheres de Frossos. Tal como aconteceu este ano, “a força dos homens” não será, no entanto, dispensada no futuro para o apoio de rectaguarda às decisões femininas e para alguns trabalhos de maior dureza física a que os festejos populares sempre obrigam.
2012-10-02 - Correio do Minho
Braga voltou aos anos 80 com mais uma festa WAY
A noite que recordou alguns dos êxitos mais marcantes da década de 80 contou ainda com as actuações dos DJs Ki ng Korn, Artur&Motinha e Nuno Cacho. Esta foi a quinta de oito festas WAY programadas.
WAY é a iniciativa que, no âmbito da Braga 2012: Capital Europeia da Juventude, tem animado as noites de Verão na cidade de Braga com concertos, música electrónica e muita animação. As festas WAY são organizadas pela Azeituna - Tuna de Ciências da Universidade do Minho e pela MR Eventos.
27-08-2012 - Correio do Minho
Festa WAY - We Are Young
As atividades começaram durante a tarde, com a participação do grupo Abadá Capoeira que fez uma aula-workshop de capoeira em pleno Rossio da Sé, aberta a todos que quiseram experimentar esta atividade. Entretanto, funcionaram também workshops de guitarra clássica e bandolim, dinamizados pela Azeituna e pela APC Instrumentos. Seguiu-se uma atuação dos Bomboémia, grupo de percussão da Universidade do Minho, que contagiou as ruas da cidade com os seus ritmos, desde a Sé até à Avenida Central.
Depois de a Azeituna subir a palco para uma breve atuação, entraram em cena os DJs Fred, seguido de Overule & MC Virgul. O terceiro DJ em palco foi o DJ Ride, o jovem português que conquistou, no final de 2011, o título de campeão mundial de “scratch”. A perícia do DJ Ride impressionou quem assistiu à sua atuação no Rossio da Sé, onde os estilos predominantes foram Hip-hop, drum ‘n’ bass e dubstep. Finalmente, o DJ Dids fechou o espetáculo, com uma sonoridade mais minimal.
O movimento WAY é uma iniciativa da Capital Europeia da Juventude, organizada com o apoio da Azeituna e da MR Eventos, que pretende trazer música e boa disposição a Braga nas noites de Verão, com oito festas que se estendem até ao final de Outubro. O objetivo é fixar os jovens na cidade, oferecendo-lhes uma alternativa de diversão noturna nesta época do ano em que a afluência é maior na região litoral.
“The Way of the 80s” é o tema para a festa WAY do próximo dia 25, que será desta vez na Avenida Central. Para recordar grandes êxitos dessa década de ouro no mundo da música, subirão ao palco os DJs Technotronic, a cantora Dora e muitos outros. A abrir o espetáculo com música ao vivo estarão os bracarenses Neurónios Abariados.
13-08-2012 - Correio do Minho
13-08-2012 - Correio do Minho
Celeirós unida ao padroeiro

Carlos Alberto Silva, da comissão de festas, justifica que os tempos actuais exigem rigor na organização deste tipo de eventos, pelo que se continua a apostar na “prata da casa” e a conter os gastos, nome adamente em fogo de artifício.
Final de mandato
A actual comissão de festas está a terminar um mandato de três anos, iniciado com a intenção de repôr o programa profano das festividades em honra de S. Lourenço, que esteve suspenso na primeira década deste século. Os elementos da comissão organizadora dos festejos populares de Celeirós apelam nesta altura ao bairrismo e voluntariado de outros conterrâneos que dêem continuidade ao trabalho realizado nos últimos três anos.
Apesar da crise económica se reflectir no apoio monetário das empresas da freguesia, a comissão de festas e os responsáveis da paróquia não poupam nos elogios à generosidade e bairrismo da generalidade da população da terra, o principal suporte para manter de pé a celebração do padroeiro.
09-08-2012 - Correio do Minho
09-08-2012 - Correio do Minho
Crianças pediram protecção a S. Vicente
Mães e avós e muitas crianças. Foi um ‘corridinho’ durante todo dia de ontem na igreja de S. Vicente. A relíquia do mártir esteve exposta e todos aproveitaram para oferecer velas e pedir a intercessão de S. Vicente contra a doença da varíola, num ritual secular.
Maria, de cinco anos, acompanhada pela mãe, foi uma das crianças que ali esteve pela primeira vez. “Estou a pôr velas numa caixa para o S. Vicente, para ele cuidar de mim”, confidenciou a menina. “Segundo dizem os mais antigos, S. Vicente é o advogado das bexigas, devendo-se, por isso, no dia do patrono da nossa paróquia, trazer as crianças para que o santo as proteja. É, por essa razão, que viemos aqui”, justificou, entretanto, a mãe da menina, Rosa Lopes.
Ana Rita também não foi sozinha rezar ao santo. Consigo estava a mãe, Luísa Carneiro. “Já vinha cá com a minha mãe e vim muitos anos trazer o meu sobrinho, que agora tem 21 anos. Agora trago a minha filha”, contou Luísa Carneiro, enquanto comprava as velas para colocar junto do santo. “Sempre ouvi dizer que era bom que as velas a oferecer fossem em número ímpar. Mal não faz, por isso, comprei sete para pedir para os familiares mais próximos”, justificou aquela habitante de S. Vicente.
Há já muitos anos que a avó de Maria Francisca, de dois anos, cumpre a devoção ao santo, pedindo-lhe protecção para as crianças e a família. “Venho num acto de fé e também para pedir ao mártir que proteja os meus filhos e a minha família. Antigamente também vinha ver as fogueirinhas à noite”, contou Maria Manuela Queirós.
O casal Márcia Rodrigues e Carlos Costa também levaram os filhos Inês e Dinis à igreja de S. Vicente. “É a primeira vez que trazemos cá os nossos filhos, mas já vínhamos cá em pequenos por fé e tradição”, contou Márcia Rodrigues.
Festa contou, pela primeira vez, com banda de música
Organizado pela Irmandade do Mártir de S. Vicente, o programa das festividades em honra do padroeiro incluiu, pela primeira vez, a actuação, ontem à tarde, da Banda Musical de Aboim da Nóbrega, no concelho de Vila Verde.
“Esta festa tem uma espécie de identidade cristã na cidade de Braga e é uma tradição que passa de pais para filhos. Depois tem a vertente do convívio social, que as fogueirinhas de S. Vicente proporcionam e ontem (sábado) trouxeram muita gente ao adro da igreja”, explicou o pároco da freguesia, João Paulo Alves.
Ana Rita também não foi sozinha rezar ao santo. Consigo estava a mãe, Luísa Carneiro. “Já vinha cá com a minha mãe e vim muitos anos trazer o meu sobrinho, que agora tem 21 anos. Agora trago a minha filha”, contou Luísa Carneiro, enquanto comprava as velas para colocar junto do santo. “Sempre ouvi dizer que era bom que as velas a oferecer fossem em número ímpar. Mal não faz, por isso, comprei sete para pedir para os familiares mais próximos”, justificou aquela habitante de S. Vicente.
Há já muitos anos que a avó de Maria Francisca, de dois anos, cumpre a devoção ao santo, pedindo-lhe protecção para as crianças e a família. “Venho num acto de fé e também para pedir ao mártir que proteja os meus filhos e a minha família. Antigamente também vinha ver as fogueirinhas à noite”, contou Maria Manuela Queirós.
O casal Márcia Rodrigues e Carlos Costa também levaram os filhos Inês e Dinis à igreja de S. Vicente. “É a primeira vez que trazemos cá os nossos filhos, mas já vínhamos cá em pequenos por fé e tradição”, contou Márcia Rodrigues.
Festa contou, pela primeira vez, com banda de música
Organizado pela Irmandade do Mártir de S. Vicente, o programa das festividades em honra do padroeiro incluiu, pela primeira vez, a actuação, ontem à tarde, da Banda Musical de Aboim da Nóbrega, no concelho de Vila Verde.
“Esta festa tem uma espécie de identidade cristã na cidade de Braga e é uma tradição que passa de pais para filhos. Depois tem a vertente do convívio social, que as fogueirinhas de S. Vicente proporcionam e ontem (sábado) trouxeram muita gente ao adro da igreja”, explicou o pároco da freguesia, João Paulo Alves.
A festa, que também tem o seu lado pagão, congrega os vendedores dos conhecidos moletinhos de S. Vicente, que apenas são confeccionados duas vezes no ano, por altura da festa de S. José (Dia do Pai) e da festa do Mártir S. Vicente.
“Agora de manhã o negócio esteve um pouco fraco”, desabafou Graça Castro, que já é vendedora de doces desde “a barriga da mãe”, já lá vão 52 anos. Apesar da crise, a vendedora lá foi referindo que “ninguém vai para casa sem moletinhos”, explicando que vende “os moletinhos parolos, que são ligeiramente diferentes dos outros convencionais”.
No adro da igreja estava também Isaura Carvalho, uma das vendedoras de velas. Apesar de ninguém ir ao santo sem levar uma vela, Isaura assegurou que o negócio “está mau”. E justificou: “somos tantos a vender como a comprar”. A vendedora marca presença há muitos anos nesta festa, mas este ano “talvez seja o último”, porque “a saúde já não deixa”.
Azulejos e baptistério requalificados
A igreja de S. Vicente esteve, até Setembro do ano passado, em obras. “Depois de recuperar os azulejos e o baptistério, agora é preciso fazer o tratamento da talha do altor-mor”, confidenciou a tesoureira da irmandade, Manuela Braga.
Após uma primeira operação de salvaguarda dos azulejos da Igreja de S. Vicente, em 2006, a Irmandade do Mártir S. Vicente prosseguiu as obras de contenção, restauro e conservação de um conjunto de azulejaria. Os paroquianos “financiaram” as obras, que rondaram os 69 mil euros, permitindo recuperar o restauro dos azulejos da capela-mor, coro baixo e baptistério.
23-01-2012 - Correio do Minho
“Agora de manhã o negócio esteve um pouco fraco”, desabafou Graça Castro, que já é vendedora de doces desde “a barriga da mãe”, já lá vão 52 anos. Apesar da crise, a vendedora lá foi referindo que “ninguém vai para casa sem moletinhos”, explicando que vende “os moletinhos parolos, que são ligeiramente diferentes dos outros convencionais”.
No adro da igreja estava também Isaura Carvalho, uma das vendedoras de velas. Apesar de ninguém ir ao santo sem levar uma vela, Isaura assegurou que o negócio “está mau”. E justificou: “somos tantos a vender como a comprar”. A vendedora marca presença há muitos anos nesta festa, mas este ano “talvez seja o último”, porque “a saúde já não deixa”.
Azulejos e baptistério requalificados
A igreja de S. Vicente esteve, até Setembro do ano passado, em obras. “Depois de recuperar os azulejos e o baptistério, agora é preciso fazer o tratamento da talha do altor-mor”, confidenciou a tesoureira da irmandade, Manuela Braga.
Após uma primeira operação de salvaguarda dos azulejos da Igreja de S. Vicente, em 2006, a Irmandade do Mártir S. Vicente prosseguiu as obras de contenção, restauro e conservação de um conjunto de azulejaria. Os paroquianos “financiaram” as obras, que rondaram os 69 mil euros, permitindo recuperar o restauro dos azulejos da capela-mor, coro baixo e baptistério.
23-01-2012 - Correio do Minho
Comunidade Educativa da Escola Profissional de Braga festeja Natal ecológico
A Escola Profissional de Braga (EPB) celebrou, ontem, a festa de Natal da comunidade escolar, reunindo pais, encarregados de educação, professores e alunos no auditório do Parque de Exposições de Braga para uma tarde de “animação, interactividade e inspiração”.
Isa Fernandes, Ana Ferreira e Bruna Pereira, alunas do curso técnico de design gráfico, conduziram a cerimónia protagonizada pelos alunos da instituição com o apoio dos docentes e funcionários da EPB.
Isa Fernandes, Ana Ferreira e Bruna Pereira, alunas do curso técnico de design gráfico, conduziram a cerimónia protagonizada pelos alunos da instituição com o apoio dos docentes e funcionários da EPB.
Alexandra Corunha, responsável pelo Departamento de Comunicação e Marketing da EPB, sublinha que se trata de um “momento de confraternização, descontracção e alegria” aproveitado para “mostrar os talentos artísticos dos alunos” oriundos de “uma escola que está unida”.
Concertinas, percussão, bandas musicais, dança, canto, ‘bea tbox’, teatro e poesia animaram a tarde festiva, decorrendo, ainda, o desfile e concurso de pais e mães Natal ecológicos, adornados com adereços produzidos a partir de materiais reutilizáveis.
A cerimónia contou, também, com a entrega dos prémios do concurso ‘Postal de Natal’ a Alexandre Ribeiro, vencedor do primeiro prémio e aluno do 2º ano do curso técnico de design gráfico, Sara Dias, aluna do 2º ano do curso técnico de design gráfico premiada com o segundo prémio, e Ana Maria Silva, aluna do 2º ano do curso técnico de multimédia galardoada com o terceiro lugar.
Subordinado ao tema ‘A Floresta’, no âmbito da comemoração do Ano Internacional das Florestas, o concurso avaliou 45 postais criados pelos alunos do 1º, 2º e 3º anos do curso técnico de design gráfico e do 2º ano do curso técnico de multimédia.
Concertinas, percussão, bandas musicais, dança, canto, ‘bea tbox’, teatro e poesia animaram a tarde festiva, decorrendo, ainda, o desfile e concurso de pais e mães Natal ecológicos, adornados com adereços produzidos a partir de materiais reutilizáveis.
A cerimónia contou, também, com a entrega dos prémios do concurso ‘Postal de Natal’ a Alexandre Ribeiro, vencedor do primeiro prémio e aluno do 2º ano do curso técnico de design gráfico, Sara Dias, aluna do 2º ano do curso técnico de design gráfico premiada com o segundo prémio, e Ana Maria Silva, aluna do 2º ano do curso técnico de multimédia galardoada com o terceiro lugar.
Subordinado ao tema ‘A Floresta’, no âmbito da comemoração do Ano Internacional das Florestas, o concurso avaliou 45 postais criados pelos alunos do 1º, 2º e 3º anos do curso técnico de design gráfico e do 2º ano do curso técnico de multimédia.
14-12-2011 - Correio do Minho
S. Miguel em Frossos com sol de Verão
Beneficiando de um fim-de-semana verdadeiramente estival, a população de Frossos celebrou a festa do padroeiro S. Miguel, santo outrora muito invocado para a obtenção de boas colheitas nos campos.
Hoje, Frossos é uma freguesia marcadamente urbana, mas S. Miguel continua a merecer a devoção de muitos e a justificar um arraial popular que, este ano, beneficiando do prolongamento das temperaturas de verão, foi dos mais concorridos.

Hoje, Frossos é uma freguesia marcadamente urbana, mas S. Miguel continua a merecer a devoção de muitos e a justificar um arraial popular que, este ano, beneficiando do prolongamento das temperaturas de verão, foi dos mais concorridos.

‘Os Amigos de Sobreposta’ e a banda ‘Myllenium’ animaram o baile na noite de sábado. Ontem, foi dia maior das festividades populares, com a realização da procissão em honra de S. Miguel, com seis andores e dezenas de figurados a percorrerem parte da freguesia.
José Domingos Oliveira, que presidiu a uma comissão de 21 elementos que organizou as festas de S. Miguel nos dois últimos anos, realça o rigor que as gentes da terra colocam na organização do cortejo religioso, este ano abrilhantado com as participações da Banda Musical de Calvos e da fantarra da delegação de Prado da Cruz Vermelha Portuguesa.
Apoio das empresas foi fundamental
Apesar dos tempos de crise económica, a comissão de festas de S. Miguel destaca o apoio que mereceu de empresas instaladas em Frossos, fundamental para manter o brilho dos festejos.
O último dia das festas populares de Frossos encerrou com um espectáculo do Grupo Folclórico das Lavradeiras de Meadela e do Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia, a que seguiu a tradicional sessão de fogo de artifício e de jardim.
Adaptando-se às novas formas de comunicação, a comissão organizadora não se ficou pelos cartazes de rua, tendo promovido as festividades de S. Miguel na internet, através da rede social ‘facebook’.
Os nomes para a nova comissão já foram ontem propostos.
José Domingos Oliveira, que presidiu a uma comissão de 21 elementos que organizou as festas de S. Miguel nos dois últimos anos, realça o rigor que as gentes da terra colocam na organização do cortejo religioso, este ano abrilhantado com as participações da Banda Musical de Calvos e da fantarra da delegação de Prado da Cruz Vermelha Portuguesa.
Apoio das empresas foi fundamental
Apesar dos tempos de crise económica, a comissão de festas de S. Miguel destaca o apoio que mereceu de empresas instaladas em Frossos, fundamental para manter o brilho dos festejos.
O último dia das festas populares de Frossos encerrou com um espectáculo do Grupo Folclórico das Lavradeiras de Meadela e do Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia, a que seguiu a tradicional sessão de fogo de artifício e de jardim.
Adaptando-se às novas formas de comunicação, a comissão organizadora não se ficou pelos cartazes de rua, tendo promovido as festividades de S. Miguel na internet, através da rede social ‘facebook’.
Os nomes para a nova comissão já foram ontem propostos.
03-10-11 - Correio do Minho
Colheitas festivas na Quinta Pedagógica de Braga
Com a chegada do Outono, a Quinta Pedagógica de Braga organizou, ontem, uma vindima tradicional minhota e uma desfolhada, contando com a participação voluntária de 30 crianças do Jardim-de-Infância de Trandeiras, 75 alunos da escola EB1 de Real e 25 idosos do Centro Social da Paróquia de S. Lázaro.


A ‘Festa das Colheitas’, celebrada na Quinta Pedagógica desde a sua fundação, segue na 7ª edição nos meses de “grande faina agrícola e de muito trabalho”, como refere a organização da iniciativa.
“Está na altura de colher e guardar todos os alimentos possíveis para os dias duros de Inverno de pouca produção agrícola”, sublinha a organização, salientando que “antigamente, estes trabalhos eram momentos de grande aglomeração colectiva, onde não faltavam vizinhos e amigos para ajudar na sacha, na desfolhada, na malhada ou na vindima”, servindo de pretexto para “manifestações de alegria e namoricos, com danças e cantigas”.

“Está na altura de colher e guardar todos os alimentos possíveis para os dias duros de Inverno de pouca produção agrícola”, sublinha a organização, salientando que “antigamente, estes trabalhos eram momentos de grande aglomeração colectiva, onde não faltavam vizinhos e amigos para ajudar na sacha, na desfolhada, na malhada ou na vindima”, servindo de pretexto para “manifestações de alegria e namoricos, com danças e cantigas”.

“A entre ajuda era a base fundamental para que todas as práticas agrícolas, enquanto bem de consumo, meio de subsistência familiar e social funcionasse da melhor forma”, explica a organização da ‘Festa das Colheitas’.
Ana Cristina Fernandes, responsável pedagógica da Quinta, salienta a componente de aprendizagem que envolve a actividade. “Estamos a reviver o passado”, explica a responsável, salientando que, hoje em dia, “as máquinas tiraram a mão de obra e a importância das festas da desfolhada e da vindima”.
Procurando criar um ponto de encontro entre gerações, a organização da iniciativa reúne jovens e idosos na mesma festa, de forma a contribuir para a transmissão de valores e tradições, bem como para a partilha do passado. “Os idosos vêm reviver e, ao mesmo tempo, contar histórias dos tempos antigos”, sublinha Ana Cristina Fernandes.
A responsável aponta, ainda, a falta de conhecimentos empíricos das crianças que se dirigem à Quinta Pedagógica, revelando que, a partir do momento em que contactam com o meio rural, não esquecem essas observações.
“Em algumas escolas do meio rural, os pais continuam a trabalhar na agricultura, mas os filhos ficam em casa nos computadores ou na televisão”, conclui.
Ana Cristina Fernandes, responsável pedagógica da Quinta, salienta a componente de aprendizagem que envolve a actividade. “Estamos a reviver o passado”, explica a responsável, salientando que, hoje em dia, “as máquinas tiraram a mão de obra e a importância das festas da desfolhada e da vindima”.
Procurando criar um ponto de encontro entre gerações, a organização da iniciativa reúne jovens e idosos na mesma festa, de forma a contribuir para a transmissão de valores e tradições, bem como para a partilha do passado. “Os idosos vêm reviver e, ao mesmo tempo, contar histórias dos tempos antigos”, sublinha Ana Cristina Fernandes.
A responsável aponta, ainda, a falta de conhecimentos empíricos das crianças que se dirigem à Quinta Pedagógica, revelando que, a partir do momento em que contactam com o meio rural, não esquecem essas observações.
“Em algumas escolas do meio rural, os pais continuam a trabalhar na agricultura, mas os filhos ficam em casa nos computadores ou na televisão”, conclui.
17-09-11 - Correio do Minho
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