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Associação de Profissionais de Educação Física de Braga comemorou aniversário
Nas renovadas instalações, gentilmente cedidas pela direção, da Escola Secundária de Vila Verde e com a participação de docentes da FADE e ESEF e de atletas que testa(ra)m os seus limites diariamente e que vieram partilhar a sua experiência connosco, realizou-se a tertúlia.
A tarde pareceu pequena e limitada, tendo em conta a importância dos temas debatidos e a forma como foram abordados, tão simples e ao mesmo tempo tão diferenciada, por parte dos palestrantes convidados. Ainda no decurso da mesma, foi homenageado a título póstumo o Prof. André Costa, que esteve entre nós no seminário então organizado no âmbito da comemoração dos 10 anos da APEFB, e que viria a falecer sensivelmente um ano depois num acidente de viação, em 1993.
À noite, numa das muitas quintas em que o concelho de Vila Verde é fértil, fomos testar os limites do estômago e das emoções”, num jantar comemorativo, onde se fizeram mais algumas merecidas homenagens. Todos os ex-presidentes da Associação, receberam um alfinete em prata com o símbolo da APEFB. Um deles, o Prof. Pinto de Carvalho fez questão de, em breves mas sentidas palavras, relembrar alguém que também já não se encontra entre nós, mas que foi um dos baluartes da Associação enquanto viveu, o Prof. Mário Costa.
A nova direção, recentemente eleita depois de um período conturbado em que se temeu pelo encerramento da APEFB, aproveitou também para homenagear o recém-reformado Prof. Alfredo Ribeiro, que apesar de reformado da profissão, não consegue, e ainda bem, reformar-se da intervenção constante e pertinente em tudo o que diga respeito ao associativismo e à luta por uma melhor e mais saudável prática desportiva, de que ele é um exemplo vivo e atuante.
A noite terminou com danças de salão, em que os professores presentes mostraram que não há limites quando o assunto é “o corpo”.
17-04-2012 - Correio do Minho
A tarde pareceu pequena e limitada, tendo em conta a importância dos temas debatidos e a forma como foram abordados, tão simples e ao mesmo tempo tão diferenciada, por parte dos palestrantes convidados. Ainda no decurso da mesma, foi homenageado a título póstumo o Prof. André Costa, que esteve entre nós no seminário então organizado no âmbito da comemoração dos 10 anos da APEFB, e que viria a falecer sensivelmente um ano depois num acidente de viação, em 1993.
À noite, numa das muitas quintas em que o concelho de Vila Verde é fértil, fomos testar os limites do estômago e das emoções”, num jantar comemorativo, onde se fizeram mais algumas merecidas homenagens. Todos os ex-presidentes da Associação, receberam um alfinete em prata com o símbolo da APEFB. Um deles, o Prof. Pinto de Carvalho fez questão de, em breves mas sentidas palavras, relembrar alguém que também já não se encontra entre nós, mas que foi um dos baluartes da Associação enquanto viveu, o Prof. Mário Costa.
A nova direção, recentemente eleita depois de um período conturbado em que se temeu pelo encerramento da APEFB, aproveitou também para homenagear o recém-reformado Prof. Alfredo Ribeiro, que apesar de reformado da profissão, não consegue, e ainda bem, reformar-se da intervenção constante e pertinente em tudo o que diga respeito ao associativismo e à luta por uma melhor e mais saudável prática desportiva, de que ele é um exemplo vivo e atuante.
A noite terminou com danças de salão, em que os professores presentes mostraram que não há limites quando o assunto é “o corpo”.
17-04-2012 - Correio do Minho
Mais de mil estudantes dançaram na cidade
Saíram da escola por volta das 8,30 horas e subiram a Avenida da Liberdade. Bem organizados e acompanhados pelos professores, os alunos inscritos para participar nesta actividade rumaram à Rua do Castelo, onde se localiza o primeiro edifício que albergou durante muitos anos a Escola Comercial de Braga e depois a Escola Técnica Alberto Sampaio, a denominação com que nasceu a ESAS.
Alunos e professores vestiram t-shirts que os identificavam como alunos nas ESAS e onde se lia uma das mais famosas frases da autoria do patrono, Alberto Sampaio: “Nunca se perde tempo com aquilo que amamos”.
A mesma frase surgiu num estandarte exibido pelo grupo de ginástica escola que apresentou alguns números acrobáticos.
Da Rua do Castelo, os alunos seguiram para o coração da cidade. Foi junto à arcada que realizaram uma coreografia conjunta (ao estilo de flashmob), um momento que fez parar as pessoas que iam passando pela Praça da República.
Este foi um dos pontos altos do programa ‘40 Horas Non Stop’, que só termina à meia-noite de hoje, com um churrasco convívio, no recinto escolar.
Outro ponto alto da iniciativa foi a noite de hoje. Ontem estavam inscritos cerca de meio milhar de alunos que iam passar a noite na escola, numa directa com inúmeras actividades programadas.
A directora da ESAS, Manuela Gomes, acompanhou a iniciativa de ontem de manhã e não escondia o orgulho por os seus alunos estarem se estarem a mostrar à cidade: “fazia todo o sentido virmos ao centro de Braga, não só porque queremos envolver a comunidade nas celebrações dos 40 anos da escola, mas também porque esta é uma forma de os alunos partilharem a vida da escola e sentirem que a escola faz parte da cidade”.
Manuela Gomes realçou ainda que este ano Braga é Capital Europeia da Juventude e que essa é “mais uma razão para as comemorações passarem” pelo centro da cidade.
Manuela Gomes: “viemos aqui porque gostamos de preservar as origens”
O programa comemorativo dos 40 anos da Escola Secundária Alberto Sampaio (ESAS) está a decorrer ao longo de todo o ano e esta foi mais uma das iniciativas desenvolvidas para festejar a data simbólica.
Alunos e professores vestiram t-shirts que os identificavam como alunos nas ESAS e onde se lia uma das mais famosas frases da autoria do patrono, Alberto Sampaio: “Nunca se perde tempo com aquilo que amamos”.
A mesma frase surgiu num estandarte exibido pelo grupo de ginástica escola que apresentou alguns números acrobáticos.
Da Rua do Castelo, os alunos seguiram para o coração da cidade. Foi junto à arcada que realizaram uma coreografia conjunta (ao estilo de flashmob), um momento que fez parar as pessoas que iam passando pela Praça da República.
Este foi um dos pontos altos do programa ‘40 Horas Non Stop’, que só termina à meia-noite de hoje, com um churrasco convívio, no recinto escolar.
Outro ponto alto da iniciativa foi a noite de hoje. Ontem estavam inscritos cerca de meio milhar de alunos que iam passar a noite na escola, numa directa com inúmeras actividades programadas.
A directora da ESAS, Manuela Gomes, acompanhou a iniciativa de ontem de manhã e não escondia o orgulho por os seus alunos estarem se estarem a mostrar à cidade: “fazia todo o sentido virmos ao centro de Braga, não só porque queremos envolver a comunidade nas celebrações dos 40 anos da escola, mas também porque esta é uma forma de os alunos partilharem a vida da escola e sentirem que a escola faz parte da cidade”.
Manuela Gomes realçou ainda que este ano Braga é Capital Europeia da Juventude e que essa é “mais uma razão para as comemorações passarem” pelo centro da cidade.
Manuela Gomes: “viemos aqui porque gostamos de preservar as origens”
O programa comemorativo dos 40 anos da Escola Secundária Alberto Sampaio (ESAS) está a decorrer ao longo de todo o ano e esta foi mais uma das iniciativas desenvolvidas para festejar a data simbólica.
“O programa comemorativo tem inúmeras actividades de carácter científico, cultural e de animação e centra-se fundamentalmente no prazer que nós temos de pertencer à ESAS, de fazer cumprir o lema do nosso patrono que era ‘Nunca se perde tempo com aquilo que amamos’. É um lema que só faz sentido com o sentimento de pertença que os alunos têm relativamente à escola”, referiu Manuela Gomes, em declarações ao ‘Correio do Minho’.
Para Manuela Gomes, fora do programa não poderia nunca ficar uma romagem às antigas instalações onde nasceu a escola, na Rua do Castelo. “Foi importante trazer cá os alunos e cantar os ‘parabéns a você’ junto do edifício que albergou a nossa escola durante tantos anos”, justificou.
Apesar do número significativo de alunos que participou na iniciativa de ontem, a directora explicou que as aulas não pararam. “Só vieram aqueles alunos que não tinham actividades lectivas que os obrigavam a ficar na escola”, justificou.
“É um orgulho ser aluno da ESAS”
“É um orgulho ser aluno da ESAS!” — Invariavelmente, à pergunta ‘como é ser aluno da Alberto Sampaio?’ todos os estudantes deram esta resposta. O sentimento de pertença ao estabelecimento de ensino ditou o sucesso do arranque do programa ‘40 Horas Non Stop’ que se prolonga até à meia noite de hoje.
Para Manuela Gomes, fora do programa não poderia nunca ficar uma romagem às antigas instalações onde nasceu a escola, na Rua do Castelo. “Foi importante trazer cá os alunos e cantar os ‘parabéns a você’ junto do edifício que albergou a nossa escola durante tantos anos”, justificou.
Apesar do número significativo de alunos que participou na iniciativa de ontem, a directora explicou que as aulas não pararam. “Só vieram aqueles alunos que não tinham actividades lectivas que os obrigavam a ficar na escola”, justificou.
“É um orgulho ser aluno da ESAS”
“É um orgulho ser aluno da ESAS!” — Invariavelmente, à pergunta ‘como é ser aluno da Alberto Sampaio?’ todos os estudantes deram esta resposta. O sentimento de pertença ao estabelecimento de ensino ditou o sucesso do arranque do programa ‘40 Horas Non Stop’ que se prolonga até à meia noite de hoje.
A par da coreografia na praça da República e da romagem à Rua do Castelo, o dia de ontem ficou ainda marcado por inúmeras iniciativas no recinto escolar. Palestras, desfile de moda, mesas-redondas e até espectáculos de fado estavam entre as actividades programadas.
De noite, o programa prosseguiu com actividades como uma observação astronómica, teatro e concurso de danças.
Foram cerca de meio milhar os alunos a pernoitar no estabelecimento de ensino. “Estão a ser dois dias imparáveis. E um dos momentos altos será certamente o acampamento dos alunos que vão passar a noite na escola. Ainda no outro dia um estudante me dizia que só na ESAS é que isto seria possível. É isso que nos distingue: o conseguirmos mobilizar professores, funcionários e equipas de trabalho da escola para estarem 40 horas acordados a tomarem conta dos alunos, sobretudo durante a noite”, explicou o directora, Manuela Gomes, que falou ao ‘Correio do Minho’ no decorrer da manhã da ontem.
Entretanto, o programa ‘40 Horas Non Stop’ prossegue hoje. Destaque para a exibição do filme ‘Voando sobre um ninho de cucos’, pelas 10 horas. Perto do meio-dia realiza-se uma palestra sobre ‘As Vanguardas Artísticas’. Pelas 13,30 horas, no átrio principal da escola, acontece um flashmob.
‘O profissional de secretariado — Protocolo e Imagem’ é o tema da palestra agendada para as 15 horas. Destaque para um peddy-paper, no Sameiro, às 19 horas, em que participam alunos e encarregados de educação.
24-02-2012 - Correio do Minho
De noite, o programa prosseguiu com actividades como uma observação astronómica, teatro e concurso de danças.
Foram cerca de meio milhar os alunos a pernoitar no estabelecimento de ensino. “Estão a ser dois dias imparáveis. E um dos momentos altos será certamente o acampamento dos alunos que vão passar a noite na escola. Ainda no outro dia um estudante me dizia que só na ESAS é que isto seria possível. É isso que nos distingue: o conseguirmos mobilizar professores, funcionários e equipas de trabalho da escola para estarem 40 horas acordados a tomarem conta dos alunos, sobretudo durante a noite”, explicou o directora, Manuela Gomes, que falou ao ‘Correio do Minho’ no decorrer da manhã da ontem.
Entretanto, o programa ‘40 Horas Non Stop’ prossegue hoje. Destaque para a exibição do filme ‘Voando sobre um ninho de cucos’, pelas 10 horas. Perto do meio-dia realiza-se uma palestra sobre ‘As Vanguardas Artísticas’. Pelas 13,30 horas, no átrio principal da escola, acontece um flashmob.
‘O profissional de secretariado — Protocolo e Imagem’ é o tema da palestra agendada para as 15 horas. Destaque para um peddy-paper, no Sameiro, às 19 horas, em que participam alunos e encarregados de educação.
24-02-2012 - Correio do Minho
“Hoje o Minho não dispensa este jornal”
O jornal ‘Correio do Minho’ comemorou, esta quarta-feira, o 85.º aniversário, no restaurante Expositor, junto ao Parque de Exposições de Braga (PEB). A festa foi marcada pela apresentação do livro da história do jornal, da autoria de Joaquim da Silva Gomes, seguida de um jantar onde não faltaram os colaboradores do grupo ‘Arcada Nova’, da qual o ‘Correio do Minho’ faz parte, bem como de inúmeras individualidades da cidade.
“Creio que hoje o Minho não dispensa este jornal e este jornal não dispensa o Minho. Por isso, e cada vez mais, este título é lido, apreciado e comentado por muitos. Porque este não é um jornal; é o jornal ‘Correio do Minho’” começou por evidenciar o director do jornal, Paulo Monteiro.


Na apresentação do livro (ver página seguinte), que antecedeu um jantar convívio com todos os convidados, o director do jornal assegurou que hoje o ‘Correio do Minho’ “é um jornal que informa sem rodeios, esclarece sem receios e educa sem complexos. É um jornal que se dedica aos problemas que afectam esta cidade de Braga e a região, mas também é um jornal que destaca o que há de positivo nesta terra”. E exemplificou: “as instituições económicas, administrativas, políticas, educativas e desportivas são retratadas em permanência neste jornal. Mas também as pessoas de sucesso são recordadas, quer através de reportagens, quer através de entrevistas. É a nossa terra, são as pessoas da nossa terra. O jornal hoje está cada vez mais aberto e procura sempre ir ao encontro dos seus leitores. É para eles que é sempre pensado, criado e feito”.
E em dia de festa não faltaram os agradecimentos a todos aqueles que trabalham no Grupo Arcada Nova SA, que engloba, para além do jornal ‘Correio do Minho’, a rádio ‘Antena Minho’, o jornal ‘Maria da Fonte’ e a Vértice, Marketing e Publicidade. “Somos — e continuaremos a ser —, uma só equipa a trabalhar para todos vós... que também são leitores, ouvintes e anunciante”, defendeu.
Mas os agradecimento não se ficaram por aqui: “para todos quantos, de uma forma directa ou indirecta, colaboram ou colaboraram connosco. A todos aqueles que escrevem as magníficas crónicas nas páginas de ideias do nosso jornal e muitos estão aqui presentes e são a prova viva do apoio que nos dão, no interesse e na paixão que têm por este jornal e... por isso, nós... queremos continuar a dar às instituições, às escolas, à Universidade... o maior apoio e a maior divulgação possível...Queremos, esta grande equipa, agradecer-lhes o vosso gracioso empenho. Obrigado”.
Em terceiro lugar, Paulo Monteiro deixou uma palavra de apreço a todos aqueles que são parceiros em iniciativas e a todos os que depositam no jornal “toda a sua confiança para anunciar os seus produtos”. Por fim, o director da instituição fez questão de agradecer a todos os leitores, “para quem este produto é feito diariamente, com todo o empenho e dedicação por esta excelente equipa de trabalho”.
Mas os agradecimento não se ficaram por aqui: “para todos quantos, de uma forma directa ou indirecta, colaboram ou colaboraram connosco. A todos aqueles que escrevem as magníficas crónicas nas páginas de ideias do nosso jornal e muitos estão aqui presentes e são a prova viva do apoio que nos dão, no interesse e na paixão que têm por este jornal e... por isso, nós... queremos continuar a dar às instituições, às escolas, à Universidade... o maior apoio e a maior divulgação possível...Queremos, esta grande equipa, agradecer-lhes o vosso gracioso empenho. Obrigado”.
Em terceiro lugar, Paulo Monteiro deixou uma palavra de apreço a todos aqueles que são parceiros em iniciativas e a todos os que depositam no jornal “toda a sua confiança para anunciar os seus produtos”. Por fim, o director da instituição fez questão de agradecer a todos os leitores, “para quem este produto é feito diariamente, com todo o empenho e dedicação por esta excelente equipa de trabalho”.
08-07-11 - Correio do Minho
“Este grupo é uma referência”
Fernando Ferreira, o presidente da Federação do Folclore Português, afirmou ontem que o Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio é uma referência não só para o folclore minhoto, mas também para o folclore nacional.


Foi no decorrer da apresentação da Monografia ‘Um Sonho do Coração’, editada para assinalar os 75 anos do grupo bracarense, que Fernando Ferreira revelou que a Federação que dirige está a efectuar um diagnóstico de todos os grupos folclóricos do país, tendo já chegado a uma primeira conclusão preocupante: apenas 20% perfazem os requisitos exigidos a um grupo folclórico. “Temos muito trabalho pela frente”, realçou o responsável, apontado o Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio como um exemplo a seguir.
Nesta sessão, que precedeu um grande espectáculo realizada à noite na sala principal do Theatro Circo, participaram diversos convidados, entre os quais o eurodeputado José Manuel Fernandes, que realçou a importância de numa União com 27 Estados membros e 271 regiões, mantermos bem vivas as nossas raízes, as nossas tradições, pois são elas que definem a nossa identidade.
Nesta sessão, que precedeu um grande espectáculo realizada à noite na sala principal do Theatro Circo, participaram diversos convidados, entre os quais o eurodeputado José Manuel Fernandes, que realçou a importância de numa União com 27 Estados membros e 271 regiões, mantermos bem vivas as nossas raízes, as nossas tradições, pois são elas que definem a nossa identidade.
Presente esteve também o presidente da Assembleia Municipal de Braga, António Braga, que incentivou o grupo a não desistir dos seus sonhos, nomeadamente da criação de um museu com o seu riquíssimo espólio.
O Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio teve a sua primeira actuação em público na tarde do dia 24 de Junho de 1936, na Avenida Central, em Braga, integrada nas festas de S. João.
É́ o grupo mais antigo da região do Baixo Minho e um dos cinco mais antigos do país.
Este grupo é composto normalmente por cerca de 45 elementos, estudantes e trabalhadores das mais variadas profissões e idades, com predominância de estudantes de ensino médio e superior.
26-06-11 - Correio do Minho
Dia Mundial do Ambiente - plantação de árvores - 15 horas
FNA DE DUME CELEBRA XIV ANIVERSÁRIO
A Fraternidade Nuno Álvares de Dume (FNA), Núcleo 33, para assinalar o seu XIV Aniversário, realizará duas actividades: a Plantação de uma centena de árvores e o seu XIX Acampamento.
A primeira terá lugar já este Domingo, dia 5, Dia Mundial do Ambiente, na Cerca de Tibães, a partir das 15 horas. Em parceria com o Mosteiro de Tibães e a Associação Cultural de Dume / Moinho Vivo, a FNA coordenará a plantação de uma centena de árvores: 40 pinheiros mansos, 56 azevinhos e 4 sequóias. Umas 15 pessoas serão as actoras neste momento lindo que, certamente, marcará as crianças presentes, que, para além da ajuda na plantação, na rega e na reportagem fotográfica, estes mesmas crianças irão fazer uma mini-espectáculo com fantoches e música.
O XIX Acampamento, terá lugar em 1, 2 e 3 de Julho, em Dume, no Lugar de Entreportas. Para esta segunda actividade, como consta no seu programa de campo, estão convidados “todos aqueles que um dia foram escuteiros assim como todos os sócios”. O levantamento de ideias para o programa da FNA, 2011/2012, que pretende ter uma maior acção social na comunidade, será um dos pontos fortes deste acampamento.
04-06-11 - Mosteiro de Tibães
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