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Agrupamento de Escolas de Maximinos promove Ciclo de Cinema



O núcleo de estágio em ensino de Filosofia do Agrupamento de Escolas de Maximinos promoveu mais uma sessão do Ciclo de Cinema, na sexta feira, dia 27 de abril, com a exibição do filme Eduardo Mãos de Tesoura.


O Ciclo de Cinema decorre desde o dia 20 e prolongando-se por 04 e 11 de maio, pelas 15.15, na sala 1.7 da Secundária de Maximinos (ESMAX) sendo que a abordagem multidisciplinar pela Estética, Ciências Sociais, do sentido da existência, e da tecnociência está a cargo do Dr. Artur Manso da Univ. Minho, Dr. João Lemos da Fac. Letras do Porto e Dr. Artur Galvão da UCP- Fac. Fil. de Braga.


Esta atividade surge na sequência das reuniões de seminário de estágio e de acordo com o programa de Filosofia das unidades de lecionação e investigação das áreas da Estética, do sentido da exist ência, da tecnociência e das Ciências Sociais; e procura, entre outros objetivos, promover a divulgação do conhecimento e da investigação (re) produzida na e pela sétima arte nestes domínios e contribuir para o aprofundamento do diálogo entre pares na e da comunidade educativa.

Lembramos que o Ciclo reparte-se por quatro sessões temáticas, constituídas pela intervenção de um orador convidado e dos participantes. Espera-se que os filmes escolhidos para as próximas sessões, Mulholland drive e Gattaca sejam, à semelhança das anteriores sessões, objeto de uma abordagem multidisciplinar, promotor do conhecimento e da investigação naqueles domínios e catalisador do aprofundamento do diálogo entre pares. A entrada é livre.”

28-04-2012 - Correio do Minho

Agrupamento de Escolas de Maximinos: Gabinetes esclarecem dúvidas

Os Gabinetes de Informação e Apoio (GIAs) das escolas EB 2,3 Frei Caetano Brandão e Escola Secundária de Maximinos reabriram ontem no âmbito do regime de aplicação da educação sexual em meio escolar.


Agrupando diversas valências de apoio a questões relacionadas com a sexualidade, nutrição e dependência de substâncias psicoactivas, os GIAs prestam também apoio psico-social.
Disponibilizando aos alunos e à restante comunidade escolar apoio e informação no âmbito da educação para a saúde, os GIAs nascem de parcerias para a disponibilização de técnicos estabelecidas entre o Agrupamento de Escolas de Maximinos (AE Maximinos) e a Unidade de Cuidados na Comunidade da Colina, a Juventude da Cruz Vermelha, o Instituto da Droga e da Toxicodependência, a Universidade do Minho, o Instituto Português da Juventude e a equipa de mediação e orientação escolar do AE Maximinos.

Cristina Fertusinhos, coordenadora do projecto de Educação para a Saúde da AE Maximinos, salienta que os GIAs foram ontem apresentados à comunidade escolar através de dois representantes de cada turma que ficaram responsáveis pela transmissão da informação junto dos seus colegas de turma.

“O cartão de fidelidade entregue pelos técnicos possibilita o registo dos contactos com o GIA, podendo, no fim do seu preenchimento, ser convertido numa lembrança”, explica a responsável.
O contacto com os GIAs pode também ser feito através de: gabinetedesaude@aemaximinos.net.

11-11-2011 - Correio do Minho

Início de ano tranquilo no mega-agrupamento de Maximinos

No Agrupamento de Escolas de Maximinos, o único mega-agrupamento do concelho, está tudo a postos para dar início a mais um ano lectivo. A recepção aos alunos de todos os estabelecimentos de ensino está marcada para o próximo dia 15, quinta-feira. “Está a correr tudo dentro da normalidade para que seja um arranque de ano lectivo tranquilo”, garantiu ao ‘Correio do Minho’ o director do Agrupamento, António Pereira. Apesar de ultrapassar os dois mil alunos, o número de estudantes a frequentar este mega-agrupamento diminuiu em comparação com o último ano lectivo.


O decréscimo, que se sente sobretudo na escola secundária, será fruto da suspensão da abertura de novas turmas EFA decretada pela tutela. António Pereira acredita que os cursos EFA que estavam preparados para iniciar vão avançar. “Temos expectativa de abrir estas novas turmas. Temos os alunos a aguardar. Aliás, já tínhamos a aprovação pedagógica para esses cursos. Logo que haja luz verde, daremos início a esses cursos”, avança António Pereira. Questionado sobre se esse decréscimo de alunos na ESMAX também se ficar a dever ao facto de esta ter sido a única escola secundária do concelho a não ser requalificada, António Pereira diz que “é difícil ver aqui uma relação directa causa-efeito”.

O director tem consciência de que a localização geográfica não abona a favor da escola.
“O facto de ser uma escola periférica já era uma dificuldade acrescida. A decisão de requalificar as outras escolas e deixar a ESMAX de fora do plano de requalificação é uma dificuldade acrescida, pois deixa de ser uma escola atractiva”, refere António Pereira.

Escolas antigas, mas bem cuidadas

Recordando que também a EB 2,3 Frei Caetano Brandão aguarda obras de requalificação, António Pereira faz questão de salientar que “tanto uma como outra escola estão cuidadas, não estão degradadas, não têm mau aspecto, isso fruto do cuidado dos alunos, das pessoas que cá trabalham e da gestão que se procura fazer dos espaços, havendo preocupação em fazer os arranjos e manutenção necessários dentro daquilo que é possível”.

Se é certo que as escolas estão cuidadas, também é certo que em alguns aspectos já estão desactualizadas face às exigências dos tempos modernos. Isso nota-se sobretudo nos laboratórios, assume o director. António Pereira não esconde algum desalento pelo facto da ESMAX ter ficado fora do plano de reabilitação das secundárias, mas também se mostra compreensivo face à realidade que o país está a viver. Apesar de tudo, não esconde que mantém a esperança de que, após a intervenção nas EB2,3 Francisco Sanches e André Soares, a câmara proceda à requalificação da EB2,3 Frei Caetano Brandão.

Se o Agrupamento de Maximinos tem capacidade para receber mais alunos nos 2.º e 3.ºciclos e no secundário, o mesmo já não se pode dizer relativamente ao primeiro ciclo, onde não foi possível responder a todas as solicitações. As escolas que sofrem mais pressão são os centros escolares de Maximinos e da Naia e, por arrasto, a EB1 da Gandra. Mas também nas EB1 da Estrada, Gondizalves e Semelhe é difícil satisfazer todas as pretensões, uma vez que são escolas com poucas salas e com turmas mistas, o que implica a disponibilidade de poucos lugares para novas entradas.

10-09-11 - Correio do Minho